Review | Dragon Age: The Veilguard

Dragon Age: The Veilguard é o quarto grande jogo da franquia Dragon Age, desenvolvido pela BioWare e publicado pela Electronic Arts. O jogo foi lançado em 31 de outubro de 2024 para PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC1.

A história se passa dez anos após os eventos de Dragon Age: Inquisition e se concentra em novas localizações no mundo fictício de Thedas. O jogo permite que os jogadores escolham a linhagem, classe de combate e história de fundo do personagem principal, oferecendo uma personalização mais profunda. Além disso, os jogadores podem recriar personagens de Dragon Age: Inquisition e encontrar alguns personagens anteriores na série.

A jogabilidade é focada em combates intensos e escolhas de role-playing, com uma campanha principal que pode levar de 25 a 30 horas para ser concluída, dependendo do foco nas missões secundárias. O jogo recebeu críticas geralmente positivas, destacando-se pelos visuais impressionantes e pela narrativa envolvente.

A história se passa em Thedas, um mundo que ainda está lidando com as consequências da destruição da ordem dos Guardiões Cinzentos. Uma nova ameaça surge quando o Véu, a barreira mágica que separa o mundo físico do Fade, começa a se enfraquecer, permitindo que criaturas demoníacas invadam o mundo dos mortais.

dragon-age-veilguard-combat-1024x576 Review | Dragon Age: The Veilguard

Os jogadores assumem o papel de um herói que deve recrutar aliados e liderar uma resistência contra essas forças malignas. O jogo explora temas de sacrifício, liderança e a luta pelo poder, e os jogadores podem tomar decisões que afetam o desenrolar da história e o destino dos personagens.

Mecânica de Jogo

A jogabilidade de Dragon Age: The Veilguard é uma mistura de combate tático e exploração profunda. Aqui estão alguns aspectos chave:

  1. Combate: O sistema de combate é em tempo real com a opção de pausa tática. Os jogadores podem controlar diretamente o personagem principal ou emitir comandos para membros do grupo. Cada personagem tem habilidades únicas que podem ser combinadas para formar estratégias eficazes.
  2. Exploração: Os jogadores podem explorar vastos ambientes, desde florestas sombrias até cidades cheias de vida. O mundo de Thedas é repleto de segredos, missões secundárias e locais escondidos.
  3. Personalização de Personagem: A criação de personagens permite aos jogadores escolher entre várias raças e classes. Há também um sistema de habilidades extensivo que permite a personalização detalhada do estilo de jogo.
  4. Decisões e Consequências: As escolhas dos jogadores impactam significativamente a narrativa. Decisões morais e políticas podem mudar o curso da história e as relações com outros personagens.
  5. Gráficos e Som: O jogo possui gráficos impressionantes e uma trilha sonora envolvente que ajuda a construir a atmosfera épica e dramática de Thedas.
da-veilguard-key-features-rally-vg-16x9.jpg.adapt_.crop16x9.652w Review | Dragon Age: The Veilguard

Se você gosta de RPGs profundos com foco em narrativa e personalização, Dragon Age: The Veilguard promete uma experiência imersiva e inesquecível.

Uma coisa que eu achei muito legal é que nos diálogos os personagem se lembram de coisas que vc falou, e sempre acontece momentos na conversa que eles marcam alguma coisa da sua fala, a equipe é composta por 8 membros Rook o protagonista que é criado por você, pode ser homem, mulher ou não binário, também podemos definir se será chamado por ele, ela ou pronome neutro, o que isso muda no jogo Absolutamente porra nenhuma, porém tem um pessoal fazendo criticas reclamando isso do jogo, que esta havendo muita lacração, mas desde o primeiro jogo temos isso no jogo de você escolher entre homem/mulher e se você vai ficar com homem ou mulher, Lace Harding: Uma arqueira habilidosa que retornou de Dragon Age: Inquisition. Ela pode apoiar aliados com cura e aumentar o dano um dos personagens que eu uso bastante diga-se de passagem junto com a Neve Gallus: Uma maga com uma perna protética, que pode causar dano com magia de gelo e apoiar seus companheiros e dependendo de como você alocar a Build fica uma equipe extremamente apelativa, Bellara Lutare: Pertence à facção Veil Jumpers e é conhecida por explorar ruínas eldanas antigas. Ela pode manipular o Fade, similar a Solas, e pode desempenhar um papel de suporte ou causar dano com magia do Fade é uma das personagens que entra na equipe no começo do jogo, Lucanis Dellamorte: Um assassino da facção Antivan Crows, que pode apoiar seus companheiros com poções e buffs tem uma parte do jogo que vc tem uma decisão que pode mudar o rumo dele ou da Neve, Davrin Bellara: Um membro dos Guardiões Cinzentos, similar a Blackwall de Inquisition. Ele é especializado em absorver agressão inimiga e usar seu grifo, Assan, para atacar inimigos ele é um dos combatentes do primeiro comandante dos Dragon Ages antigos, Emmrich Volkarin: Um membro da Vigília Fúnebre, uma ordem de necromantes de Nevarra. Ele tem habilidades que aumentam o dano contra mortos-vivos e demônios o mais legal desse personagem que fora das lutas ele esta sempre de social sentado na mesa controlando seus mortos vivos para atividades domesticas, Taash Lucanis: Uma guerreira Qunari que utiliza duas espadas e pode respirar fogo. Ela é uma ofensiva poderosa em combate e o personagem que alguns estão reclamando por ser não binária que os diálogos dessa personagem são só querendo força uma linguagem neutra porem eu estou com 35 horas de jogo e não vi nada disso, uma outra coisa referente aos personagens que eles tem habilidades únicas que podemos utilizar para seguir a nossa gameplay, o que esta na nossa equipe segurando o R1 playstation (RT)XBox, ele faz algo que abre uma passagem ou segue um caminho ou liga um mecanismo se o personagem não esta na sua equipe utilizamos uma faca do Solas para tal feito.

imagem-2024-10-24-150513938 Review | Dragon Age: The Veilguard

Para não dizer mais nada e não estragar a sua experiencia joguem Dragon Age: The Veil Guard segue de uma forma muito divertida a continuação do Dragon Age Inquisition, inclusive você no começo do jogo cria o Inquisitor(a) se lembrar de como era o que você jogou há 10 anos atras fica mais divertido ainda e ainda lhe permite escolher com qual dos 6 personagens acabou casando já que o Solas termina como o vilão do jogo e sai da equipe e claro temos personagens que aparece desde o primeiro jogo, as plataformas para jogar essa maravilha são Playstation 5, Xbox Serie X e Pc, bom divertimento a todos e comente ai qual a sua equipe? qual a classe e raça colocou no seu personagem? tem quantas horas de jogos?

Review | Visions of Mana

Lançado em 28 de agosto de 2024, Visions of Mana veio pra relembrar os jogadores que essa franquia ainda não morreu e que ainda tem aquela magia dos seus antecessores. Lançado para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series S/X e PC, o jogo veio mostrar para que veio.

Como todo jogo da franquia, ele se baseia na Mana Tree e nessa trama jogamos com o protagonista Val, no qual a sua missão é escultar e proteger Hinna, sua amiga de infância no qual ela foi nomeada a Alm of Fire (ao que eu entendi é como se fosse uma freira) e nisso eles viajam pelo mundo pra restaurar o poder da Mana Tree.

No quesito narrativa o jogo é bem simples, pois alguns personagens tem grandes tramas e outros estão lá simplesmente para fazerem um complemento na história, até concluirwm o grande objetivo do game, no qual eu não irei me alongar muito para não estragar a experiência de ninguém com a história.

Vamos falar um pouco sobre a mecânica do jogo, boa parte dela é a mesma que temos em Secret of Mana Remake e Trials of Mana, porém temos um diferencial aqui que é o sistema de classes, quando ganhamos uma Mana nova ela nos da a todos os personagens uma classe nova, que nos leva a ter 8 classes no total com cada um dos 5 personagens (que nos levam a um total de 40 classes) e temos uma habilidade especial com cada uma das classes (na qual no meio da luta quando enchemos uma barreira de cor azul nos permite soltar esse especial).

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De uma maneira geral, Visions of Mana vai pegar muito os jogadores pelo saudosismo, porém há elementos que possam angariar novos fãs da franquia e outros que podem afastar, como o porte em português que não tem, pois só a franquia Final Fantasy tem porte em PT-BR. Recomendo também quem puder esperar uma promoção para pegar o game. pois já sabemos que a Square demora para liberar promos em suas franquias.

Trailer:

Review | Dragon´s Dogma 2

Em 21 de Março de 2024 tivemos enfim a grande continuação do maior clássico da Capcom desde o seu lançamento no Playstation 3, Dragon´s Dogma, o jogo no seu lançamento original teve parceria com Berserk no qual poderiamos ter as armaduras e armas de Griphis e Gatts, porém quando saiu o Dragon´s Dogma Dark Airsen, a parceria foi desfeita infelizmente porém agora temos os conteúdos da DLC pra usufruir no jogo base.

dragons-dogma_tkhu-1024x576 Review | Dragon´s Dogma 2

Em 2020 tivemos o lançamento do anime com 7 episódios explicando toda a jornada que temos no jogo, e nessa época começou um pequeno burburinho de uma continuação do jogo quando de repente temos o lançamento de trailer e parte de gameplay de dragon´s dogma 2, e finalmente o jogo saiu, a primeira coisa que eu achei maravilhosa o mapa é gigante, e algumas classes você tem que habilitar, no começo começamos com Guerreiro, Ladrão, Arqueiro e Mago, ai quando chegamos na cidade principal na guilda pegamos a missão pra habilitar mais duas classes uma evolução pra Guerreiro e Mago.

DRAGONS-DOGMA-2-2-1024x576 Review | Dragon´s Dogma 2

Na parte de personalização de personagens temos também uma nova raça que são felinos, podemos criar humanos e felinos na nossa jornada seja com o Nasan (o guerreiro que teve o coração roubado pelo dragão) ou pelos os Paws(o assistente que criamos no jogo) e como sempre no dragon´s dogma podemos evoluir de maneira rápida e que acabamos quebrando a dificuldade do jogo de forma tranquila, em relação as classes não ficamos presos a uma classe única podemos mudar nossas classes no decorrer do jogo, e podemos criar builds utilizando as passivas de uma classe em outra.

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Uma coisa que temos que tomar cuidado no jogo é quando morremos temos dois métodos pra voltar ao jogo, uma é no ultimo check point e a outra é na pousada, se você acabar escolhendo na pousada acaba perdendo boa parte do avanço que teve no jogo, pois sempre que vc dorme numa pousada cria um save ali, porém se se adianta no jogo sei lá umas 5 horas de jogo após essa dormida na pousada, se escolher retorna na pousada e não no ultimo check point o jogador acaba perdendo essas 5 horas de jogo sem querer, e o jogo não avisa isso pra você, outra coisa que não gostei é que não consegue criar um novo jogo, caso queira começar um novo jogo tem que excluir seu sabe, e fora o problema com micro transações como gastar dinheiro real seja pra comprar a pedra de vida pra não morrer ou comprar dinheiro do jogo com dinheiro real e geral ta reclamando disso, mas ai é coisas da capcom mesmo não é nada diferente de outros jogos.

E vamos agradecer a Capcom por nos fornecer uma chave pra poder testar o jogo eu ainda não terminei mas já estou com 60 horas de jogo e explorei coisas demais nesse jogo, a localização esta muito bem feita, eu deixo o áudio em japonês com a legenda em português do Brasil, o jogo saiu pra Playstation 5, Xbox série X e Steam , quem quiser aproveite, de preferencia pegue o jogo numa promoção e já adianto que ele não é um jogo pra todo mundo, e o mundinho é bem imersivo.

Final Fantasy 7 Rebirth

Final fantasy 7 rebirth ,lançado no dia 29/02/2024 para Playstation 5(até o momento ele segue exclusivo por no mínimo 1 ano), o jogo segue continuando os fatos pós o Final fantasy 7 remake, onde nossos herois saem de Midgar e seguem para o vasto e gigante mapa do jogo.

Final-Fantasy-7-Rebirth-1024x576 Final Fantasy 7 Rebirth

Nessa parte Cloud, Red XIII, Tifa, Aerith e Barret seguem atras de novas aventuras com o intuito de destruir a Shinra e acabar dom o Sephiroth, nesse meio tempo Cloud contra pra equipe como ele e Tifa conheceram Sephiroth, e como ele acabou ficando louco e querendo destruir o planeta, o jogo agora nos apresenta novas mecânicas já que nele agora temos novos personagens pra controlar, além de Cloud, Tifa, Barret, Aerith, agora nós podemos controlar, Yuffie, Red XIII, Zack e Cait Sith, além de cada um ter uma jogabilidade única em todo o decorrer do jogo.

ff7rebirth-connecting-blogroll-1709234209623-1024x576 Final Fantasy 7 Rebirth

Outra coisa que temos no jogo novos mini games, um pra capturar chocobos(cada missão que fazemos pros fazendeiros liberamos viagens pra outros mapas pra finalizar todas as coisas pra fazer no mapa), outro pra abrir lojas de vendas com os Moogles, um jogo de baralho chamado Queen´s Blood com uma jogabilidade um pouco confusa, o Fort Condor(que todos os personagens viram poligonais maravilhosos) e uma infinidades de coisas no Golden Soucer para crescer toda nossas horas de diversão, e claro uma coisa nova pra facilitar a pegar materias de Guardian Forces(Summons) que cada analise fizermos deles mais facil fica a luta contra eles.

Não quero jogar nenhum Spoiler do jogo mas ja digo que vale muito a pena jogar, horas e horas só fazendo a exploração dos mapas e curtir os mini games, eu sei a resposta que todo mundo quer sobre o fim do jogo mas o final dele é exatamente no mesmo ponto que finaliza o primeiro CD do jogo, mas só temos na nossa equipe o Vicent e o CId mas nesse jogo eles não são controlavéis infelizmente, como falei no começo da review ele no momento é exclusivo de ps5, não dou nota 10 pois tem pequenas coisas que me incomodou que não vou falar aqui pois faz parte de jogo e não quero soltar spoilers porem foi um jogo que me divertiu muito bem, outra coisa que eu fiquei bem chateado eu comprei na pré-venda em agosto do ano passado e teve pessoas que pegou mídia física e jogaram um dia antes de mim e isso ai achei uma tremenda falta de respeito com quem comprou digital na pré-venda

REVIEW | Lies of P

18 de setembro de 2023 Lies of P é um soulslike emocionante que reimagina a história de Pinóquio em um cenário sombrio e elegante da era belle époque, Você assume o papel de um títere criado por Geppetto, preso em uma teia de mentiras.A cidade de Krat, outrora animada, agora está envenenada pela loucura e sede de sangue. Uma voz misteriosa guia seus passos enquanto você desvenda os segredos insondáveis das elites da cidade,Lies of P oferece uma experiência sombriamente elegante, com uma narrativa envolvente e desafios dignos de um soulslike. Prepare-se para explorar os segredos ocultos da cidade de Krat e enfrentar horrores indescritíveis

As mecânicas de jogo temos algumas inovações como por exemplo o Combate: Desenvolva um estilo de combate único para enfrentar inimigos e terrenos cruéis, nos quais você usa combinações dinâmicas de armas, o Braço Legionário e ative novas habilidades e também temos Escolhas Morais nas quais você Decida entre dizer a verdade ou tecer mentiras para superar as dificuldades e suas escolhas moldam o caminho da jornada.

Os pontos positivos do jogo são sua história que trás uma trama profunda sobre Guipetto e Pinóquio, seu combate, sua variedade de armas e seus chefes memoráveis. Alguns pontos negativos foram a dificuldade desigual, o design linear dos níveis e a falta de originalidade em relação aos jogos do estilo Soulslike como Dark Souls ou Bloodborne, O jogo está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S, PC via Steam. Você pode comprar o jogo nas edições padrão ou deluxe, que incluem conteúdos extras como trilha sonora e roupas

REVIEW | Final Fantasy 16: Echoes of the Fallen

Final Fantasy 16 foi lançado em 22 de Junho de 2023 para playstation 5 (até o presente momento o jogo ainda continua sendo um exclusivo da Sony) e a sua DLC Echoes of the Fallen(Lançada no dia 30 de Dezembro de 2023) e a minha perspectiva sobre os mesmos.

Final Fantasy 16 é um jogo que eu curti bastante, apesar de ter alguns problemas. O jogo tem uma história bem interessante, que mistura política, religião e fantasia, com personagens bem desenvolvidos e carismáticos o que lembra muito a série Game of Thrones. O protagonista, Clive, é um guerreiro que tem o poder de invocar o fogo do Fênix, um dos deuses que protegem o mundo de Valisthea e Joshua seu irmão caçula é a Fênix, destinado a ser o próximo rei por ter esse poder. Ele tem que enfrentar os templários, que são os inimigos dos assassinos, que são os aliados dos deuses. O jogo tem um sistema de combate bem dinâmico e divertido, que permite usar várias armas, magias e invocações o que lembra muito a trilogia original de God of War. O jogo também tem um visual incrível, com cenários bem detalhados e variados, e uma trilha sonora de primeira.

Mas nem tudo é perfeito, né? O jogo também tem uns defeitos que me incomodaram. Por exemplo, o jogo é muito linear, não tem muita liberdade de exploração. O jogo também é muito fácil, não tem muitos desafios. E o jogo também tem umas partes que são muito chatas, como as missões secundárias, que são muito repetitivas e sem graça e tem o esquema de caças pra quem gosta de platina é meio chato pois você tem que jogar mais de uma vez o jogo para obter a platina.

Agora, vamos falar da DLC, Echoes of the Fallen. Essa DLC é uma expansão que se passa no final do jogo, e que conta mais sobre a origem dos Decaídos, que são uns seres antigos que tinham uma tecnologia avançada, mas que foram extintos pelos deuses. A DLC é bem curta, dá pra terminar em umas 3 ou 4 horas, mas é bem legal. A DLC tem umas batalhas bem difíceis, que exigem mais estratégia e paciência. A DLC também tem umas revelações bem interessantes, que ligam a história do jogo com a de Final Fantasy 16 e com a da Primeira Civilização. A DLC também tem uns equipamentos novos, que são bem úteis.

Mas a DLC também tem uns pontos negativos. Por exemplo, a DLC é muito cara, custa R$53,90, o que é muito pra pouco conteúdo. A DLC também é muito dependente da história do jogo principal, não dá pra jogar sem ter terminado o jogo antes. A DLC também não tem muita variedade, é só subir uma torre e matar uns monstros. E a DLC também não tem muita personalidade, é mais do mesmo, e temos que esperar também a saida da proxima DLC a The Rising Tide que esta prevista pra sair no meio de 2024.

Então, Final Fantasy 16 e a sua DLC Echoes of the Fallen até o presente momento são exclusivos para Playstation 5, a história é uma das melhores mas e ai, você que jogou o que achou? Você concorda comigo, ou tem uma opinião diferente? Me conta aí.

REVIEW | Assassin´s Creed Mirage

Lançado no dia 05 de outubro de 2023 Assassin´s Creed Mirage conta a história de Bashin, um ladrão que acaba se envolvendo em assuntos da ordem dos assassinos e acaba se tornando um dos assassinos, pra quem não sabe ele é um dos assassinos no Assassin´s Creed Valhalla.

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Lançado no dia 05 de outubro de 2023 Assassin´s Creed Mirage conta a história de Bashin, um ladrão que acaba se envolvendo em assuntos da ordem dos assassinos e acaba se tornando um dos assassinos, pra quem não sabe ele é um dos assassinos no Assassin´s Creed Valhalla. O jogo começa se ambientando num Egito antigo e a jogabilidade é uma volta as origens da franquia, onde só jogávamos de maneira 100% furtiva, usando tudo para que tenhamos nossas coisas concluídas sem ter a necessidade de ficar visível. O maio detalhe desse jogo é que infelizmente não temos o jogo no presente

Assassin’s Creed Mirage é um jogo que tenta resgatar o estilo dos primeiros jogos da franquia, focando na furtividade, na exploração e na história. O jogo se passa no Oriente Médio durante as Cruzadas, e acompanha a origem de Basim, um assassino que busca vingança contra os templários. O jogo não tem elementos de RPG, nem batalhas navais, nem caça. O combate é simples e desafiador, e requer estratégia e paciência. O parkour é fluido e divertido, mas limitado. A cidade de Bagdá é rica em detalhes e cores, e oferece muitas oportunidades de interação e missões. A história é interessante, mas não muito surpreendente. O protagonista é carismático, mas não muito complexo.

Assassin’s Creed Mirage é um jogo que conta a história de Basim, um jovem ladrão que vive em Bagdá no século IX, durante a Anarquia de Samarra. Basim se junta aos Assassinos, uma organização secreta que luta pela paz e liberdade contra os Templários, que buscam a paz através do controle. A história principal se concentra no conflito interno de Basim entre seus deveres como Assassino e seu desejo de descobrir seu passado misterioso.

O jogo se passa principalmente na cidade de Bagdá, que é dividida em quatro distritos: a Cidade Redonda, Karkh, Abassiyah com sua Casa da Sabedoria, e Harbiyah.

O jogo não tem uma história moderna, exceto por uma cena inicial e final que envolvem Layla Hassan, a protagonista dos jogos anteriores. O jogo é uma espécie de prequel de Assassin’s Creed Valhalla, onde Basim aparece como um personagem central. O jogo revela alguns segredos sobre a origem e o destino de Basim, e sua conexão com a Primeira Civilização.

O jogo foi lançado para PlayStation 4, PlayStation 5, Epic Games, Xbox One, e Xbox Series X/S em 5 de outubro de 2023. Uma versão para iOS também está prevista para ser lançada em 2024. O jogo recebeu críticas geralmente positivas dos críticos, que elogiaram seu design de mundo, seu foco na furtividade e seu retorno à forma da franquia, mas alguns criticaram os personagens e a dependência da história em relação aos jogos anteriores da série

Assassin’s Creed Mirage é um jogo que agrada aos fãs dos jogos clássicos da série, mas que não traz muitas novidades ou inovações. É um jogo bem feito, mas que poderia ser mais criativo e ousado. É um jogo que vale a pena jogar, mas que não se torna um clássico. 

REVIEW | Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons

Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons é a mais nova entrada na lendária franquia Double Dragon, lançada originalmente na década de 80 e conhecida por popularizar o gênero beat ‘em up. Desenvolvido pela Secret Base, o jogo oferece uma experiência clássica com elementos modernos que prometem trazer a franquia para uma nova geração de jogadores. Rise of the Dragons mistura mecânicas de luta nostálgicas com novos elementos roguelike e um sistema de progressão diferenciado.

Enredo e Ambientação

O jogo se passa em uma Nova York pós-apocalíptica devastada por gangues que dominam a cidade. Os irmãos Billy e Jimmy Lee, protagonistas icônicos da série, unem forças com novos aliados para enfrentar chefes de gangues que ameaçam a segurança da população. Cada área da cidade está sob o controle de uma gangue, e a missão dos protagonistas é libertar a cidade uma fase de cada vez. Embora o enredo seja simples e direto, ele se encaixa bem no tom de ação e caos urbano que Double Dragon sempre apresentou.

Jogabilidade e Mecânicas

Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons mantém o espírito clássico do combate beat ‘em up, com os jogadores avançando pelas fases e enfrentando hordas de inimigos. No entanto, o jogo introduz novas mecânicas que o diferenciam de outros títulos do gênero. Um dos principais destaques é o sistema de combate que combina ataques básicos, golpes especiais e o uso de itens de maneira estratégica. Cada personagem tem seu próprio estilo de luta, o que adiciona diversidade ao gameplay e incentiva o jogador a experimentar diferentes combinações.

Uma novidade interessante é o sistema de “tag team”, que permite ao jogador alternar entre dois personagens durante as lutas, semelhante a alguns jogos de luta arcade. Isso possibilita estratégias dinâmicas, onde um personagem pode descansar enquanto o outro continua no combate, o que ajuda a gerenciar a saúde e os ataques especiais em situações difíceis.

 
DDG2-300x174 REVIEW | Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons
 

Elementos Roguelike e Progressão

Em Rise of the Dragons, a cada nova jogada, o layout das fases e a dificuldade dos inimigos podem mudar, trazendo uma estrutura roguelike que adiciona uma camada de replayability ao jogo. Os jogadores podem acumular dinheiro ao longo das fases e usá-lo para desbloquear upgrades e habilidades permanentes, permitindo melhorias contínuas e incentivando jogadas repetidas. Esse sistema de progressão é uma adição bem-vinda, pois recompensa o esforço dos jogadores e aumenta o valor de replay do jogo.

Visual e Estilo de Arte

O estilo visual de Double Dragon Gaiden é um dos seus grandes atrativos. O jogo adota uma estética pixel art moderna, com uma paleta de cores vibrante e animações detalhadas que evocam os clássicos do gênero, mas com uma aparência mais refinada. As animações dos personagens são fluidas e cheias de personalidade, trazendo vida ao mundo apocalíptico e reforçando o tom nostálgico do título.

Trilha Sonora e Atmosfera

A trilha sonora de Rise of the Dragons combina sons eletrônicos modernos com batidas de estilo retrô, remetendo à era dos fliperamas dos anos 80 e 90. Cada fase possui músicas energéticas que se ajustam ao ritmo frenético das batalhas e ajudam a criar uma atmosfera envolvente. Para os fãs de longa data, a trilha traz aquela sensação de nostalgia, ao mesmo tempo que introduz novos arranjos.

DDG3-300x168 REVIEW | Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons

Pontos Altos: Nostalgia e Sistema de Combate Inovador

Entre os pontos altos de Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons está o equilíbrio entre nostalgia e inovação. A jogabilidade fluida e o sistema de “tag team” oferecem algo novo e refrescante para a série, enquanto o estilo visual e a trilha sonora remetem ao espírito dos jogos clássicos. Outro destaque é o fator replay, impulsionado pelo sistema roguelike e pelas diferentes combinações de personagens, que torna cada nova partida única e desafiadora.

Pontos Baixos: Dificuldade e Curva de Aprendizado

Por outro lado, alguns jogadores podem achar a dificuldade de Rise of the Dragons um pouco frustrante, especialmente em fases mais avançadas onde a quantidade de inimigos aumenta drasticamente. A curva de aprendizado pode ser íngreme, e o jogo exige que os jogadores entendam bem o funcionamento das mecânicas de troca de personagens e ataques especiais. Além disso, a estrutura roguelike, com a randomização de certos elementos, pode gerar uma experiência inconsistente, onde alguns runs se tornam excessivamente difíceis em comparação a outros.

Comparação com Outros Jogos Beat ‘em Up

Comparado a outros jogos do gênero beat ‘em up, como Streets of Rage 4 e Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge, Double Dragon Gaiden se destaca por seu sistema de progressão e mecânicas roguelike, que adicionam variedade à experiência. Enquanto Streets of Rage 4 é mais focado na narrativa linear e nos combos complexos, Double Dragon Gaiden oferece uma experiência mais dinâmica e imprevisível, sendo ideal para jogadores que gostam de ser desafiados e experimentar novos estilos de jogo.

Conclusão

Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons é uma adição sólida à série Double Dragon, trazendo mecânicas inovadoras e um estilo visual impressionante que consegue capturar o charme do passado enquanto moderniza a experiência para os jogadores atuais. Com sua jogabilidade dinâmica, modo de troca de personagens e elementos roguelike, o jogo oferece um frescor ao gênero beat ‘em up, tornando-se um título recomendado para fãs de ação nostálgica e novos jogadores em busca de desafios.

 
REVIEW | Gravity Circuit

Gravity Circuit, desenvolvido pela Domesticated Ant Games, é uma homenagem ao gênero de plataforma e ação dos anos 80 e 90, especialmente inspirado em títulos icônicos como Mega Man e Ninja Gaiden. Este jogo de ação indie, de visual pixel art, aposta em nostalgia com um toque de modernidade, trazendo uma jogabilidade rápida e desafiante. Lançado para PC e consoles, Gravity Circuit rapidamente conquistou fãs de jogos retrô que apreciam dificuldade, controles precisos e um enredo envolvente.

Enredo e Ambientação

A história de Gravity Circuit se passa em um mundo futurista onde a humanidade foi substituída por robôs. O protagonista, Kai, é um robô guerreiro com habilidades únicas, conhecido como “Gravity Circuit” devido ao seu poder especial de manipular a gravidade. Ele faz parte de um grupo de heróis que defende o mundo contra forças opressivas, mas agora enfrenta uma nova ameaça: uma rede de inteligência artificial chamada Virus Army, que deseja conquistar e destruir. A missão de Kai é impedir que o Virus Army tome conta das principais instalações e ameace o restante do mundo.

Jogabilidade e Mecânicas

A jogabilidade de Gravity Circuit é uma das principais razões para o seu sucesso. A movimentação de Kai é fluida, com habilidades como o “gancho de gravidade”, que permite ao jogador se balançar por obstáculos, alcançar plataformas e se locomover pelo cenário com grande liberdade. Essa mecânica de gancho traz um diferencial ao gameplay, adicionando uma camada de estratégia ao combate e ao design das fases. Além disso, Kai possui golpes de combate corpo a corpo que o tornam um personagem versátil em ataques, diferindo de jogos clássicos do gênero que focavam mais em combate à distância.

O jogo também traz um sistema de upgrades que permite ao jogador personalizar suas habilidades e adaptar Kai ao seu estilo de jogo. As melhorias podem incluir golpes mais fortes, saltos mais altos ou resistência aumentada, o que adiciona um toque de RPG leve ao jogo, incentivando a exploração e a repetição das fases para conseguir novos recursos.

 
gravit03-300x169 REVIEW | Gravity Circuit

Dificuldade e Desafio

Para os jogadores que gostam de um bom desafio, Gravity Circuit não decepciona. Cada fase apresenta obstáculos complexos, inimigos bem posicionados e plataformas de difícil acesso que exigem precisão e planejamento. O nível de dificuldade se aproxima do de jogos como Mega Man, mas com checkpoints bem distribuídos, o que torna a experiência menos frustrante e mais justa. O design das fases é bem elaborado, com uma curva de aprendizado progressiva, onde o jogador é encorajado a dominar cada nova habilidade introduzida.

Pontos Altos: Visual, Trilha Sonora e Nostalgia

O visual de Gravity Circuit é um espetáculo à parte. A estética em pixel art detalhada e a paleta de cores vibrante evocam o estilo dos jogos de 16 bits, mantendo uma identidade visual única e moderna. As animações de movimento de Kai e dos inimigos são fluídas e bem executadas, trazendo vida ao mundo do jogo.

A trilha sonora é outro ponto forte, composta por faixas eletrônicas que capturam perfeitamente a atmosfera de ação e aventura. A música aumenta a imersão nas fases e lembra o estilo clássico de trilhas dos jogos retrô, mas com uma qualidade sonora atualizada. Cada fase possui uma trilha específica que se ajusta bem ao ritmo do jogo, elevando a experiência e a nostalgia para os fãs dos clássicos.

 
Gravity-Circuit-1-300x169 REVIEW | Gravity Circuit

Pontos Baixos: Repetitividade e Limitações

Apesar das qualidades, Gravity Circuit tem alguns aspectos que podem ser melhorados. A repetitividade é um deles. Embora o design das fases seja variado, algumas mecânicas de inimigos e desafios começam a se repetir após certo tempo de jogo, o que pode deixar o jogador com a sensação de “deja-vu”. Além disso, a história, embora envolvente, não se aprofunda tanto quanto poderia nos personagens secundários e nas motivações do protagonista, o que poderia enriquecer a narrativa.

Outro ponto que pode ser uma limitação para alguns jogadores é a curva de dificuldade. Embora justa para os fãs do gênero, a dificuldade elevada pode afastar jogadores casuais que estão mais interessados na estética e no enredo do que na intensidade dos desafios. Uma opção de dificuldade ajustável poderia tornar o jogo mais acessível a uma gama maior de jogadores.

Comparação com Outros Jogos Estilo “Metroidvania”

Gravity Circuit tem algumas semelhanças com o gênero Metroidvania, como a exploração e o sistema de upgrades, mas é um jogo muito mais focado em ação e plataformas do que em exploração de mapas complexos. Comparado a títulos como Hollow Knight ou Axiom Verge, que incentivam a exploração e revisita de áreas, Gravity Circuit é mais linear e direto, o que o aproxima mais de Mega Man do que dos jogos de Metroidvania clássicos. Sua abordagem única, com combate corpo a corpo e o gancho de gravidade, ajuda a diferenciá-lo, trazendo frescor ao gênero.

Conclusão

Gravity Circuit é uma carta de amor aos fãs de jogos retrô e de ação, oferecendo uma experiência intensa, visualmente cativante e tecnicamente desafiadora. Com uma jogabilidade polida e um enredo que, embora simples, cativa pelo carisma do protagonista, o jogo consegue capturar a essência dos clássicos, enquanto adiciona mecânicas modernas que o tornam relevante no cenário atual dos games indie. É uma recomendação obrigatória para quem busca reviver a experiência dos jogos de plataforma clássicos, mas com uma identidade moderna e inovadora.

Review | Star Wars Jedi: Survivor

Star Wars é uma franquia profundamente amada, e sempre que surge um novo livro, filme ou jogo, os fãs ficam extasiados. Quando Star Wars Jedi: Survivor foi anunciado, a empolgação foi palpável entre os entusiastas deste universo, ansiosos por explorar este novo jogo desenvolvido pela Respawn Entertainment e publicado pela EA. Este jogo de ação e aventura para um jogador oferece um mundo semiaberto para exploração, uma história cativante e visuais deslumbrantes, além de momentos de combate intensos que rivalizam com os melhores dos últimos anos, proporcionando uma sensação de continuidade com o retorno de alguns personagens de Star Wars Jedi: Fallen Order, enquanto o jogador continua sua batalha contra o Lado Sombrio da Força.

the-moment-in-star-wars-jedi-survivor-that-will-devastate-you-1920x1080-8d8ae01327e0-1024x576 Review | Star Wars Jedi: Survivor

Retomando o controle de Cal Kestis, um dos últimos Cavaleiros Jedi enfrentando o Império, somos apresentados a um personagem com um coração genuíno e uma lealdade inabalável, mas também carregando o peso da culpa por todas as perdas que sofreu. Esses traços essenciais do protagonista ajudam a construir uma narrativa envolvente, especialmente quando ele se vê imerso em um mundo misterioso chamado Tanalorr.

Com uma trama habilmente conduzida, Star Wars Jedi: Survivor pode ser apreciado tanto como parte de um conjunto quanto de forma independente. O retorno de alguns personagens conhecidos é equilibrado com a introdução de novos, contribuindo para o ritmo envolvente das interações. O jogo segue um padrão confortável de exploração, quebra-cabeças, missões e combates, e os problemas do seu antecessor foram cuidadosamente resolvidos, abandonando a abordagem Metroidvania em favor de atalhos e criaturas domesticáveis que facilitam a travessia dos ambientes.

Os combates em Star Wars Jedi: Survivor são desafiadores, especialmente as batalhas contra chefes, mas as opções de dificuldade ajustáveis garantem uma experiência adequada para cada jogador. Alternar entre diferentes posições em tempo real durante o combate, combinando movimentos regulares e poderes da Força, é extremamente satisfatório, proporcionando momentos de ação intensa e estratégia.

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No entanto, o ponto alto do jogo reside em sua exploração dos ambientes elaborados. A agilidade de Cal é destacada em saltos de força, corridas no ar e habilidades de escalada, tornando a travessia dos cenários uma experiência divertida e gratificante. Embora a quantidade de itens colecionáveis possa tornar a exploração um tanto tediosa em certos momentos, a maioria dos quebra-cabeças é intuitiva e fácil de resolver.

Em resumo, Star Wars Jedi: Survivor oferece uma campanha envolvente, combinando habilmente elementos de combate e exploração em um título de ação e aventura verdadeiramente notável.

 
 
Trailer:
 
 
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REVIEW | Kingdom Come: Deliverance

O game de RPG desenvolvido pela Warhorse Studios e publicado pela Deep Silver para o Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One em 2018, que veio com uma proposta super interessante, não temos magias no jogo.

Bom, esse é um RPG bem diferente do habitual, ele é um jogo medieval e em primeira pessoa, quando você somente olha o jogo já imagina ser uma cópia de Skyrim, mas 5 minutos jogando você já sente totalmente a diferença, como eu joguei a versão de PC, irei falar o que eu senti do jogo dessa versão, então prepare-se para embarcar nessa aventura.

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O jogo se passa na Era Medieval, totalmente realista em comparação com a nossa realidade medieval. Não existe magos, dragões, monstros gigantes e nem magia, temos no jogo a realidade, se nos machucamos no jogo, mesmo usando item de cura, não é imediatamente que nos curamos. Temos um hotel que serve para ajudar a nos curar, outra coisa mega interessante também é que o personagem sente fome, se você não comer ele vai enfraquecendo, as batalhas são cinco setas para você escolher o lado aonde vai bater no qual bate com o botão esquerdo do mouse e o botão direito ele da um stap com a base da espada.

A história do jogo vem na sinopse em que estamos no Reino de Boêmia (atual região da República Tcheca), aonde você é o filho do ferreiro e que tem inicialmente que ajudar seu pai a construir a espada do Rei do seu Feudo (essa foi a parte que eu achei mais legal é que estamos em feudos), e após conseguir montar a espada do Rei seu Feudo  ele é atacado e você acaba vendo seus pais morrendo para salvar a sua vida, a partir desse momento, você tem que ir atrás desse capitão que matou seu pai.

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Falando das mecânicas do jogo, temos um sistema de negociação que dependendo do que você fizer acaba perdendo a reputação. Temos o sistema de reputação também que afeta o personagem e podemos ter boa reputação em negociações que são mais fáceis ou podemos ter má reputação aonde nem conseguimos fazer nenhuma negociação. A batalha também é bem realista,  a luta é mano a mano  e sem dificuldades. Agora, se veio 2 ou 3 para te enfrentar ao mesmo tempo, foge e tenta matar 1 a 1, andar a cavalo também é uma corrida normal, tanto correndo a pé como de cavalo ele não corre na velocidade da luz, ele na verdade anda normalmente.

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REVIEW | The Elder Scrolls Online
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Como sabemos The Elder Scrolls Online é um MMORPG baseado na franquia da Bethesda, que tem como maior sucesso Skyrim, e também muito querido o título Morrowind. Na versão online, as raças são as mesmas do universo da série, como as classes: guerreiro, mago e arqueiros.

Como todo MMORPG , também existem subclasses, como: templário, necromante, assassino. Como jogos que dependemos do servidor as vezes ele ta um problema e não conecta, tive esse problema umas 3 vezes, mas é um bom jogo,sendo que  sua edição completa vale muito.

The Elder Scrolls online é um jogo que recomendo curtir com a galera, pois é bom demais. Para viver no mundinho de Elder Scrolls eu recomendo que se escolher a raça Orc, seja da classe guerreiro, Elfo é melhor ser arqueiro e Humano a escolha ideal é a classe mago, mas como sempre sinta se a vontade pra jogar como gostar, existem combinações interessantes entre as raças e classes.

A mecânica do jogo é bem padrão de um MMORPG. Temos uma linha de magias, e temos listas enormes de habilidades a aprender, o esquema maior de evoluções sempre fazendo todas as quests, tem pontos cheios de Mobs que pra evoluir pelo menos 5 níveis demora cerca de 30-40 minutos. Existem Quests específicas para evolução de classes, e completando-as também conseguimos upar nossos personagens.

OBS: Review elaborado com cópia do jogo gentilmente cedida pela Nuuvem. Para adquirir The Elder Scrolls Online: Elsweyr Digital Collector’s Edition, clique aqui.

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