​Marvel Rivals: Skins de Verão Inspiradas em Trajes de Banho

A NetEase Games e a Marvel Games anunciaram que Marvel Rivals, jogo multiplayer competitivo, receberá em breve uma linha de skins temáticas de verão, inspiradas em trajes de banho. A novidade foi revelada em conjunto com o anúncio da revista Marvel Swimsuit Special: Friends, Foes & Rivals #1, prevista para lançamento em 9 de julho de 2025.


Detalhes das Novas Skins

  • Inspiração: As skins serão baseadas nas ilustrações presentes na edição especial da revista Marvel Swimsuit Special.

  • Personagens: Embora os personagens específicos não tenham sido confirmados, espera-se que heróis populares como Homem de Ferro, Viúva Negra e Pantera Negra recebam versões com trajes de banho.

  • Disponibilidade: As skins estarão disponíveis para os jogadores de Marvel Rivals nas plataformas PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S.


Contexto da Revista Marvel Swimsuit Special

A Marvel Swimsuit Special é uma publicação que apresenta personagens do universo Marvel em trajes de banho, geralmente em cenários de verão. A edição de 2025 marca o retorno da revista após um hiato desde 1995. Além das ilustrações, a edição contará com uma história protagonizada por Janet van Dyne, a Vespa, organizando uma festa de maiôs com os principais heróis da Marvel para competir contra a Roxxon, que preparou sua própria festa não oficial.


Expectativas da Comunidade

A introdução dessas skins temáticas gerou discussões entre os fãs sobre a representação dos personagens e a diversidade dos trajes. Enquanto alguns jogadores demonstram entusiasmo com a novidade, outros expressam preocupações sobre a sexualização excessiva de personagens femininas.

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“Demolidor: Renascido” Novidades da 2ª Temporada

A produção da segunda temporada de “Demolidor: Renascido” está em andamento, e imagens recentes dos bastidores trouxeram novidades significativas para os fãs. O destaque é o novo uniforme de Matt Murdock, interpretado por Charlie Cox, que agora exibe o icônico emblema “DD” no peito, remetendo ao design clássico dos quadrinhos.

Detalhes do Novo Traje

  • Design e Inspiração: O traje apresenta uma tonalidade predominantemente preta, conferindo ao personagem uma aparência mais sombria. Essa escolha estética parece inspirada na saga “Terra das Sombras” dos quadrinhos, onde Murdock enfrenta desafios internos e externos significativos.
  • Emblema “DD”: A inclusão do emblema “DD” no peito é uma novidade na adaptação televisiva, aproximando o visual do herói ao seu contraparte nos quadrinhos.

Contexto da Segunda Temporada

Na nova fase da série, Matt Murdock continua sua luta contra o crime em Nova York, enfrentando as consequências das ações de Wilson Fisk, interpretado por Vincent D’Onofrio, que agora ocupa o cargo de prefeito da cidade. A narrativa promete aprofundar o embate entre justiça e corrupção, explorando os dilemas morais do protagonista.

Elenco e Lançamento

Além de Charlie Cox e Vincent D’Onofrio, a segunda temporada contará com os retornos de Jon Bernthal como Justiceiro, Wilson Bethel como Mercenário, Deborah Ann Woll como Karen Page e Elden Henson como Foggy Nelson. Os episódios serão disponibilizados semanalmente no Disney+, sempre às terças-feiras, às 22h (horário de Brasília). ​

Com essas atualizações, a expectativa dos fãs aumenta para conferir as novas aventuras do Demolidor e a evolução de sua jornada como vigilante em Hell’s Kitchen.

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Thunderbolts Ganha Novo Teaser Destacando o Papel da Equipe no MCU

O filme Thunderbolts recebeu um novo teaser, sugerindo que a equipe pode desempenhar um papel semelhante ao dos Vingadores no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU). A prévia oferece mais detalhes sobre a trama e os personagens que farão parte do longa.

Destaques do Teaser

  • Substitutos dos Vingadores? O vídeo sugere que os Thunderbolts podem assumir uma posição de destaque na ausência da icônica equipe de heróis.
  • Personagens em ação: O teaser apresenta os membros da equipe, incluindo Yelena Belova (Florence Pugh), Bucky Barnes (Sebastian Stan) e outros personagens já conhecidos do MCU.
  • Tom mais sombrio: A prévia indica que o filme terá um tom mais sério e voltado para missões clandestinas, diferente do estilo tradicional dos Vingadores.

O Que Esperar de Thunderbolts

O longa promete trazer uma abordagem inédita no MCU, focando em personagens com moral ambígua e desafios diferentes dos enfrentados pelos Vingadores. Entre os aspectos esperados estão:

  • Dinâmica entre os personagens: Como um grupo formado por anti-heróis e ex-vilões lidará com suas diferenças?
  • Missão principal: A trama ainda não foi totalmente revelada, mas o filme pode explorar conspirações e operações secretas.
  • Conexões com o futuro do MCU: O longa pode estabelecer novas narrativas para os próximos filmes da Marvel.

Lançamento

Thunderbolts está previsto para estrear em 1 de maio de 2025, fazendo parte da fase atual do MCU. Mais detalhes devem ser divulgados conforme a data de lançamento se aproxima.

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Demolidor: Renascido – Primeiras Impressões: Uma Volta Triunfal ao Universo Marvel

A espera acabou! Demolidor: Renascido finalmente chegou, e os dois primeiros episódios não decepcionam. A Marvel acertou em cheio ao trazer de volta Matt Murdock (Charlie Cox) com uma história intensa, cheia de ação e momentos emocionantes. Se você ainda não assistiu, cuidado: este texto contém spoilers!

Um Retorno Carregado de Emoção

Desde a primeira cena, a série nos lembra por que Demolidor é um dos heróis mais cativantes do universo Marvel. A trama começa com Matt Murdock, Foggy Nelson (Elden Henson) e Karen Page (Deborah Ann Woll) curtindo um momento descontraído no bar da Josie. Mas a paz dura pouco: um telefonema urgente faz com que Matt abandone a noite com os amigos para ajudar um cliente. O que parecia uma simples missão se transforma em uma armadilha mortal.

image-12-1024x576 Demolidor: Renascido - Primeiras Impressões: Uma Volta Triunfal ao Universo Marvel

O grande impacto acontece quando Foggy é brutalmente atacado por Benjamin Poindexter, o Mercenário (Wilson Bethel), vilão da terceira temporada da série original. O combate é intenso e termina de forma devastadora: Foggy não sobrevive. A perda de seu melhor amigo coloca Matt em um estado de luto e reflexão profunda, questionando se seu papel como Demolidor realmente vale a pena.

Um Ano Depois: Matt Murdock Tenta Seguir em Frente

Avançamos um ano no tempo, e Matt agora está totalmente focado na advocacia, deixando seu lado vigilante de lado. Ele comanda a Murdock & McDuffie, um escritório que busca justiça para aqueles que não podem pagar por bons advogados. No entanto, seu desejo de permanecer fora da ação é colocado à prova quando Hector Ayala (Kamar de los Reyes), também conhecido como Tigre Branco, é acusado injustamente de assassinar um policial.

image-13 Demolidor: Renascido - Primeiras Impressões: Uma Volta Triunfal ao Universo Marvel

A tensão cresce quando Matt percebe que há algo muito maior por trás da acusação contra Ayala. Investigações apontam que a eleição de um novo prefeito com ligações suspeitas está conectada a um aumento na violência policial em Hell’s Kitchen. Isso o faz reconsiderar se abandonar o manto do Demolidor foi realmente a escolha certa.

Ação, Drama e Conflitos Morais

Os dois primeiros episódios de Demolidor: Renascido equilibram perfeitamente ação e narrativa emocional. As cenas de luta são brutais e coreografadas com maestria, enquanto o desenvolvimento dos personagens mantém a essência da série original. Além disso, a abordagem de temas como corrupção, abuso de poder e luto traz profundidade à história.

Com um começo tão impactante, fica a pergunta: o que mais nos aguarda nessa temporada? Se os próximos episódios mantiverem esse ritmo, Demolidor: Renascido tem tudo para ser um dos melhores projetos da Marvel nos últimos anos.

E você, o que achou desse retorno? Deixe seu comentário e compartilhe sua opinião!

Crítica | Capitão América: Admirável Mundo Novo

Crítica com Spoilers:

O mais novo capítulo do MCU, “Capitão América: Admirável Mundo Novo”, traz Sam Wilson (Anthony Mackie) assumindo de vez o escudo e enfrentando desafios tanto externos quanto internos. O filme, dirigido por Julius Onah, explora questões políticas, a militarização do mundo moderno e a luta de Sam para se consolidar como o novo Capitão América. Apesar de ideias promissoras, a execução do longa deixa a desejar, com um vilão mal aproveitado e uma trama que se arrisca pouco.

Enredo e Principais Spoilers

O filme começa com Sam Wilson enfrentando resistência tanto da população quanto do governo dos EUA, que vê nele um símbolo menos “aceitável” do que Steve Rogers (Chris Evans, mencionado algumas vezes no filme). Enquanto tenta provar seu valor, surge uma nova ameaça: Samuel Sterns / O Líder (Tim Blake Nelson), que retorna após sua introdução em O Incrível Hulk (2008).

A grande revelação do filme é que Thaddeus “Thunderbolt” Ross (Harrison Ford) se torna o novo Presidente dos EUA e secretamente trabalha com Sterns para criar supersoldados. Sterns, afetado pela radiação gama, desenvolveu uma inteligência sobre-humana e tem planos de usar uma nova versão do soro para controlar o exército americano.

253e00705e042ec09d577d897fc4f2c4-1024x538 Crítica | Capitão América: Admirável Mundo Novo

Enquanto isso, Joaquin Torres (Danny Ramirez) assume oficialmente o manto de Falcão, ajudando Sam em sua jornada. O filme também traz de volta Isaiah Bradley (Carl Lumbly), que finalmente recebe um pedido de desculpas do governo pelos experimentos que sofreu no passado.

O clímax do filme acontece quando Ross revela seu próprio experimento: ele se transforma no Hulk Vermelho, algo que os fãs já especulavam. A batalha final entre Sam, Torres e Ross é visualmente impressionante, mas um tanto previsível. O Líder, por sua vez, acaba sendo derrotado de forma anticlimática, o que desperdiça um vilão com grande potencial.

Atuações e Destaques

  • Anthony Mackie entrega uma performance sólida, mas o roteiro não explora totalmente os dilemas internos de Sam. Ele tem bons momentos, mas falta um grande discurso ou cena impactante como em O Soldado Invernal ou Guerra Civil.
  • Harrison Ford, apesar de todo o hype, tem menos tempo de tela do que esperado. Sua transformação no Hulk Vermelho é um momento de fan service que funciona, mas poderia ter sido mais trabalhado.
  • Tim Blake Nelson é desperdiçado como O Líder. Sua inteligência é pouco explorada e ele acaba derrotado de maneira decepcionante.
  • Danny Ramirez como Falcão tem uma boa química com Sam e mostra potencial para crescer no MCU.
  • Carl Lumbly como Isaiah Bradley continua sendo um dos personagens mais interessantes do filme, trazendo peso emocional para a história.

Pontos Positivos

✅ Exploração política e social do novo Capitão América.
✅ Sequências de ação bem coreografadas.
✅ Participações especiais e fan service bem dosados.
✅ Boa construção do arco de Joaquin Torres.

Pontos Negativos

O Líder subaproveitado e com um final sem impacto.
❌ Ritmo irregular no segundo ato.
Thunderbolt Ross poderia ter sido mais explorado antes da transformação.
❌ Falta de um momento icônico para consolidar Sam Wilson como Capitão América.

Conclusão

“Capitão América: Admirável Mundo Novo” entrega uma história funcional, mas que poderia ter ousado mais. O filme acerta ao abordar temas políticos e sociais, mas falha ao não dar o devido peso a seus vilões. Apesar disso, Sam Wilson se estabelece como Capitão América e a porta fica aberta para futuras histórias mais impactantes.

Nota: 6.5/10

Trailer | Thunderbolts*

Neste fim de semana, dias 9 e 10 de novembro, acontece a primeira edição da D23 Brasil, um evento considerado a Comic-Con da Disney, onde a empresa revela grandes novidades de suas marcas. Entre os destaques, tivemos o painel da Marvel Studios, que apresentou a estreia de um novo trailer de Thunderbolts. Confira o trailer:

O longa-metragem conta com Sebastian Stan (Bucky/Soldado Invernal), Florence Pugh (Yelena Belova/Viúva Negra), David Harbour (Alexei Shostakov/Guardião Vermelho), Wyatt Russell (John Walker/Agente Americano), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine) no elenco principal.

Thunderbolts estreia nos cinemas brasileiros em 1º de maio.

Trailer | Capitão América: Admirável Mundo Novo

Neste fim de semana, dias 9 e 10 de novembro, está acontecendo a primeira edição da D23 Brasil, um evento considerado a Comic-Con da Disney, onde a empresa apresenta novidades de suas principais marcas. Entre os destaques, tivemos o painel da Marvel Studios, que trouxe um novo trailer de Capitão América: Admirável Mundo Novo, revelando o visual do Hulk Vermelho. Confira o trailer:

Dirigido por Julius Onah, o filme é estrelado por Anthony Mackie no papel de Capitão América. Harrison Ford participa como o General Thaddeus “Thunderbolt” Ross, agora presidente dos Estados Unidos, substituindo o falecido William Hurt, e irá se transformar no Hulk Vermelho. O elenco ainda conta com os veteranos de O Incrível Hulk, Tim Blake Nelson e Liv Tyler, além de Danny Ramirez, Carl Lumbly, Xosha Roquemore e Shira Haas. Durante as refilmagens, Giancarlo Esposito (The Boys, Breaking Bad) foi adicionado como um dos vilões do filme.

Capitão América: Admirável Mundo Novo chega aos cinemas brasileiros em 13 de fevereiro.

Crítica | Agatha: Desde Sempre

A nova série da Marvel, Agatha: Desde Sempre, leva os espectadores a um mergulho profundo na história da misteriosa Agatha Harkness, a bruxa revelada em WandaVision. Estrelada por Kathryn Hahn, a série explora as origens, os segredos e a complexa jornada dessa personagem, oferecendo uma narrativa focada no uso da magia e no universo místico do MCU. Para os fãs de multiverso Marvel, bruxas e feitiçaria, essa série promete trazer um novo ar ao que conhecemos do universo Marvel, expandindo e aprofundando a temática da magia negra e das consequências do poder.

Enredo e Desenvolvimento dos Personagens

No primeiro episódio, somos levados ao início da vida de Agatha, revelando como ela descobriu seus poderes em uma época de perseguição às bruxas. A trama mostra sua jornada por séculos, explorando como ela se tornou uma das bruxas mais temidas e respeitadas no multiverso. Cada episódio é construído para revelar camadas da personagem, desde sua sede de poder até seus dilemas éticos. Esses elementos ajudam a criar uma narrativa densa e cativante que difere do típico super-herói da Marvel e se aproxima mais de uma anti-heroína.

Pontos Altos: Kathryn Hahn e a Expansão do Multiverso Marvel

Um dos maiores destaques da série é a atuação de Kathryn Hahn. Sua interpretação de Agatha Harkness combina humor sombrio e uma complexidade emocional que torna a personagem memorável. Hahn não apenas brilha nos momentos mais tensos, mas também consegue trazer carisma e humanidade a uma figura que poderia facilmente ser unidimensional. Sua presença em cena é um ponto de atração, oferecendo aos espectadores uma protagonista que se diferencia do perfil de super-heróis mais tradicionais do MCU.

A série também é eficaz em expandir o multiverso Marvel e a tradição das bruxas, conectando Agatha a outras figuras místicas e revelando a extensão do poder que existe além dos Vingadores e dos super-heróis. Esses elementos sugerem um futuro promissor para o MCU, onde personagens místicos poderão ganhar mais espaço e importância.

O Uso da Magia Negra e as Consequências

Outro ponto alto de Agatha: Desde Sempre é a forma como a série aborda a magia negra e seus efeitos no mundo ao redor. Ao contrário de outros heróis do MCU que possuem habilidades físicas, a magia de Agatha tem um preço emocional e psicológico. A série aborda o custo pessoal do uso da magia negra, refletindo como esse poder molda a personalidade e as decisões de Agatha. Esses aspectos aprofundam a personagem e tornam a série mais envolvente, especialmente para os fãs de histórias místicas e sobrenaturais.

Design de Produção e Ambientação

A estética sombria da série é outro destaque. Com cenários detalhados e uma direção de arte que cria uma atmosfera envolvente e quase gótica, Agatha: Desde Sempre utiliza um design de produção que reflete o lado místico e sombrio da trama. Essa ambientação é fundamental para construir o universo da série, destacando a aura sombria e misteriosa que permeia a jornada da protagonista.

Conexões com WandaVision e o Futuro do MCU

Para os fãs de WandaVision, a série oferece uma continuidade interessante, conectando pontos sobre o relacionamento de Agatha com Wanda Maximoff e seus eventos. Essas conexões são feitas com sutileza, o que permite que novos espectadores consigam entender a história, mas sem deixar de agradar os fãs mais antigos. Além disso, Agatha: Desde Sempre sugere desdobramentos importantes para o MCU, pavimentando o caminho para novas explorações do multiverso e da magia.

Pontos Baixos: Ritmo e Excesso de Flashbacks

Apesar dos muitos pontos altos, Agatha: Desde Sempre apresenta algumas questões que podem incomodar os espectadores. O ritmo da série, em alguns momentos, se torna lento devido ao uso excessivo de flashbacks e explicações detalhadas sobre o passado da personagem. Embora isso aprofunde a história, pode fazer com que o enredo perca o ritmo, principalmente para quem busca uma narrativa mais ágil.

Falta de Progresso na Trama Principal

Outro ponto que pode ser considerado negativo é a falta de um objetivo claro na trama principal. Embora a série explore o passado de Agatha e introduza novos personagens e ameaças, a falta de um conflito central imediato pode diminuir o senso de urgência. Isso faz com que, em certos momentos, a história pareça sem direção, dificultando o engajamento dos espectadores mais acostumados com tramas focadas.

Personagens Secundários e Novas Introduções

Além de Agatha, a série introduz personagens secundários que desempenham papéis importantes na trama. Alguns se destacam e complementam a história, enquanto outros parecem subaproveitados. Isso deixa a impressão de que, embora o universo místico seja vasto, nem todos os personagens têm a mesma profundidade ou relevância, o que enfraquece algumas interações.

Trilha Sonora e Atmosfera

A trilha sonora, cuidadosamente escolhida, combina bem com a atmosfera da série, complementando os momentos de suspense e as cenas mais intensas. Canções com tons místicos e góticos ajudam a criar o clima perfeito para a história de Agatha, mas sem sobrecarregar a narrativa com músicas exageradamente dramáticas. Esse equilíbrio na sonoridade é um ponto positivo, contribuindo para uma experiência imersiva.

Referências e Easter Eggs

A série oferece aos fãs várias referências ao multiverso Marvel e aos quadrinhos originais, proporcionando uma experiência rica para quem acompanha o universo Marvel há anos. Esses easter eggs agradam aos espectadores atentos e conectam a série a outras produções da Marvel, ampliando o universo e criando um elo com futuros lançamentos.

O Impacto de Agatha: Desde Sempre no MCU

Com essa série, a Marvel não só explora novos territórios, mas também mostra a importância de personagens místicos no futuro do MCU. Agatha Harkness, anteriormente um personagem coadjuvante, agora se destaca como uma figura com potencial para influenciar o universo Marvel de maneiras inesperadas, seja como aliada ou vilã.

Conclusão: Vale a Pena Assistir?

Agatha: Desde Sempre é uma série que brilha por sua originalidade e pelo aprofundamento em temas mais sombrios e complexos do MCU. Kathryn Hahn entrega uma atuação cativante, e a narrativa rica em referências e mistérios místicos é um prato cheio para os fãs. Embora apresente algumas falhas de ritmo e personagens secundários menos explorados, é uma produção essencial para os fãs que desejam ver o lado mais sombrio do universo Marvel.

Crítica | Venom: A Última Rodada

Venom: A Última Rodada, a nova produção estrelada por Tom Hardy, prometia uma conclusão épica para a história do simbionte. No entanto, apesar do talento do elenco, o filme se revela uma experiência decepcionante e mal executada, que falha em manter o interesse do público ao longo de sua narrativa.

Tom Hardy Não Brilha como Eddie Brock

Tom Hardy, que retorna ao papel de Eddie Brock/Venom, parece preso a um roteiro que não permite ao personagem se desenvolver. Conhecido por sua intensidade, Hardy parece menos envolvido, como se não pudesse explorar o lado sombrio de Venom de maneira eficaz, limitando o impacto de sua performance.

IMG_8793 Crítica | Venom: A Última Rodada

A Atuação de Michelle Williams É Desperdiçada

Michelle Williams, que interpreta Anne Weying, também está de volta, mas seu talento é subutilizado em um papel que serve apenas para dar suporte à narrativa. Sua personagem parece sem propósito real, desperdiçando o potencial dramático que a atriz poderia oferecer ao filme.

Woody Harrelson Carece de Complexidade como o Vilão

Woody Harrelson, que interpreta o vilão, traz seu carisma habitual para o papel. Porém, a falta de profundidade no desenvolvimento do personagem torna seu papel genérico e desinteressante. Harrelson, um ator consagrado, merecia um vilão com mais complexidade e nuances.

O Ritmo do Filme Não Favorece o Elenco

Com um ritmo apressado e desorganizado, Venom: A Última Rodada não oferece espaço para o elenco brilhar. As cenas parecem montadas às pressas, sem tempo para que os atores possam explorar suas interpretações, o que compromete ainda mais a experiência do público.

Química Inexistente Entre Personagens

A interação entre os personagens principais parece enfraquecida. A dinâmica entre Eddie e Anne, por exemplo, não apresenta a mesma intensidade dos filmes anteriores. A falta de química entre eles afeta o envolvimento emocional do espectador, prejudicando o impacto dramático.

Efeitos Visuais Não Compensam a Falta de Enredo

Apesar do uso de efeitos visuais, eles acabam sendo repetitivos e pouco impactantes, não compensando a falta de uma história cativante. A aposta em cenas de ação frenéticas não consegue manter o interesse por conta da falta de propósito na narrativa.

IMG_8794 Crítica | Venom: A Última Rodada

Direção e Roteiro Pouco Inspirados

A direção é inconsistente e o roteiro é um dos pontos mais fracos de Venom: A Última Rodada. A história é previsível e cheia de clichês, sem a complexidade que o elenco e os personagens exigem. Faltou visão para aproveitar o potencial dos atores.

Atuações Desperdiçadas em um Filme Sem Profundidade

Embora o elenco seja de qualidade, com nomes como Tom Hardy, Michelle Williams e Woody Harrelson, o filme não consegue dar o devido espaço para suas atuações brilharem. As interpretações ficam presas em uma trama que não faz jus ao talento dos atores.

Conclusão Final: “Venom: A Última Rodada” é uma Decepção

Em resumo, Venom: A Última Rodada não oferece a conclusão esperada para a franquia. Mesmo com um elenco talentoso, o filme é uma decepção por não explorar a complexidade de seus personagens e se contentar com um enredo raso e sem emoção.

Crítica | Deadpool & Wolverine

Deadpool & Wolverine chega aos cinemas em meio a um debate sobre a fadiga dos filmes de super-heróis, especialmente no contexto do Universo Marvel. A franquia, antes marcada por grandes sucessos, agora enfrenta uma certa inconstância entre os fãs. Um dos sinais desse desgaste é a necessidade de ter assistido a produções anteriores para compreender plenamente os novos lançamentos. Curiosamente, o novo filme de Deadpool utiliza essa “lição de casa” como uma vantagem, integrando essas referências de forma metalinguística em sua narrativa.

O filme traz Deadpool, interpretado por Ryan Reynolds, em sua terceira aventura solo, desta vez acompanhado por Wolverine, vivido por Hugh Jackman. A trama gira em torno da missão de Deadpool para salvar seu universo, com Wolverine voltando à ação após sua despedida em Logan (2017). Situado na Fase 5 do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), o longa enfrenta o desafio de unir múltiplos elementos do universo Marvel, mas utiliza o humor metalinguístico do protagonista para construir sua narrativa de forma coesa.

O filme abraça sua identidade de “filme-evento” e rapidamente estabelece que Deadpool continua sendo o centro das atenções, com suas características marcantes: piadas obscenas, violência exagerada e uma quebra constante da quarta parede. Ryan Reynolds está completamente à vontade no papel, trazendo de volta a irreverência e o carisma que fizeram do personagem um sucesso. No entanto, o roteiro, coescrito por Reynolds, nem sempre acerta, com algumas piadas tornando-se repetitivas.

deadpool_e_wolverine_nova_foto__a705o9b2-1024x460 Crítica | Deadpool & Wolverine

A adição de Wolverine, interpretado por Hugh Jackman, é um dos grandes trunfos do filme. Jackman retorna ao papel que o consagrou, ao mesmo tempo celebrando o legado do personagem e explorando novos aspectos de sua personalidade. A química entre Reynolds e Jackman é um dos destaques, com o contraste entre seus personagens impulsionando a narrativa. Mesmo quando o roteiro recorre a clichês, o carisma da dupla mantém o interesse do público.

A ação em Deadpool & Wolverine segue o padrão estabelecido pela franquia, especialmente em termos de violência gráfica, graças à classificação indicativa para maiores. As lutas corpo a corpo continuam a ser o ponto alto, com coreografias dinâmicas e cenas que parecem tiradas diretamente dos quadrinhos. No entanto, o filme tropeça em algumas cenas de grande escala, onde a direção de Shawn Levy se mostra competente, mas não excepcional, prejudicando o impacto de certos momentos planejados para agradar os fãs.

deadpool-wolverine-e-parte-do-universo-cinematografico-da-marvel-diretor-responde-foto-divulgacaomarvel-studios-1024x576 Crítica | Deadpool & Wolverine

No final, Deadpool & Wolverine busca ser um filme que celebra e parodia o legado dos personagens, agradando principalmente aos fãs que acompanharam suas trajetórias anteriores. Embora possa afastar aqueles que não estejam dispostos a mergulhar na proposta do filme, ele oferece uma narrativa que, ao costurar o passado e o presente, proporciona um entretenimento que é, ao mesmo tempo, caótico, obsceno e ocasionalmente reflexivo.

Cable voltará em Deadpool & Wolverine?

Josh Brolin, foi perguntado sobre a possível aparição de Cable em Deadpool & Wolverine, mas optou por não entrar em detalhes.

Durante uma entrevista recente ao Collider, o ator respondeu: “Não. Não sei.” Ele sugeriu brincando: “Porque Ryan [Reynolds] não gosta de mim? Não sei.” Ele fez uma pausa, olhou diretamente para a câmera e declarou: “Talvez”.

O primeiro trailer de Deadpool & Wolverine apresentou diversos rostos conhecidos, mas alguns personagens notavelmente ficaram de fora. Zazie Beet, intérprete de Dominó, já deixou claro que não retornará, enquanto alguns fãs ficaram surpresos com a ausência de Cable na lista de convidados para o aniversário de Wade Wilson.

“Seria um pouco estranho se ele não estivesse lá”, disse uma pessoa no Reddit, enquanto outra acrescentou: “Acho que ele é crucial para a trama, já que foi ele quem deixou Wade fazer toda aquela coisa de viagem no tempo”. Uma terceira pessoa previu que ele “apareceria na cena pós-crédito”, e outra pessoa pensou que poderia haver “uma cena de piada com Cable e Thanos”.

Deadpool & Wolverine marcará um dos primeiros projetos da Marvel a explorar a entrada dos X-Men no MCU. Os dois filmes anteriores do mercenário foram produzidos antes da conclusão da aquisição da 21st Century Fox pela Disney, o que significa que o terceiro filme tem a chance de explorar cruzamentos entre universos.

O terceiro filme de Deadpool está programado para lançamento nos cinemas em 26 de julho, como parte da Fase 5 do MCU. Ryan Reynolds reprisa seu papel como Deadpool, com Hugh Jackman retornando como Wolverine, embora desta vez ele esteja vestindo seu icônico traje amarelo e azul dos quadrinhos dos X-Men.

Crítica | Madame Teia

Madame Teia não esconde a necessidade de explicar sua existência, desde a primeira cena em que a mãe da protagonista se envolve em um diálogo minucioso e inexplicável com o futuro vilão do filme sobre a busca por aranhas na Amazônia, mesmo que ele aparentemente a tenha levado até lá. Essa explicação detalhada permeia todo o filme, quase sem pausas para o desenvolvimento dos personagens, chegando ao ponto de uma moça ter a frase “Eu como Matemática no café da manhã” estampada em sua camiseta, para garantir que o público não esqueça a suposta inteligência excepcional da protagonista.

fotojet-2024-02-07t181512891_vrvt.960 Crítica | Madame Teia

Embora essa abordagem didática seja comum em Hollywood, especialmente em filmes de super-heróis, Madame Teia falha em todos os outros aspectos necessários para construir uma história satisfatória. Até mesmo a própria protagonista, interpretada por Dakota Johnson, parece consciente do ridículo da situação em que está inserida, mas o filme não aproveita isso para oferecer um toque de humor, limitando-se a piadas clichês entre adolescentes ou a uma repentina mudança de coração da personagem em relação à família, encontrando motivação em três garotas.

O roteiro, escrito por quatro pessoas, incluindo a diretora SJ Clarkson, explora a origem da heroína. Nos quadrinhos, Cassandra Webb é uma vidente do universo Marvel, enquanto no filme ela é uma paramédica que adquire o dom de ver o futuro após um acidente e se vê envolvida em uma trama para salvar três adolescentes de um vilão ligado ao seu passado. No entanto, tanto o desenvolvimento quanto o desfecho de Madame Teia seguem padrões previsíveis de filmes de quadrinhos, com uma execução que remete a projetos fracassados como Mulher-Gato ou Elektra.

Sony-antecipa-Madame-Teia-no-Brasil-e-filme-estreara-na-Quarta-feira-de-Cinzas-legadodamarvel-1024x538 Crítica | Madame Teia

A falta de sutileza no texto não deixa espaço para que o excelente elenco, composto por Isabela Merced, Sydney Sweeney, Celeste O’Connor e Johnson, brilhe. As personagens são tratadas como veículos de explicações em vez de serem desenvolvidas com uma narrativa ou trajetória própria. Mesmo Johnson, como Cassie, não consegue escapar do roteiro e da direção confusos.

Clarkson tenta compensar a falta de ação com uma fotografia repleta de closes e enquadramentos inusitados, mas isso não impede que as duas horas de filme se arrastem. A trama parece confiar excessivamente na explicação repetitiva de conceitos, deixando o clímax como uma sucessão apressada de eventos, como se fosse uma obrigação após tantas explicações ao longo do filme.

fotojet-96_w8a7.960 Crítica | Madame Teia

Madame Teia pode ser considerado mais um exemplo de filme de super-herói fraco, que evidencia o desgaste do gênero, mas sua falha vai além disso. O filme se perde em suas próprias tentativas de introduzir novos personagens, sem precisar da pressão do desgaste do formato para tropeçar. Talvez seja melhor seguir o conselho de uma das personagens e tirar uma semana de folga para assistir a filmes antigos, um conselho que poderia ser aplicado a muitos produtores de filmes de super-heróis hoje em dia.