Critica | Fallout a série

No dia 10 de Abril de 2024 a Prime Video achou que nós merecíamos o adiantamento do lançamento da serie sobre a franquia de jogos Fallout, uma serie da grande Bethesda que tem uma temática fim do mundo após uma destruição de bombas nucleares passa-se centenas de anos( no caso da serie 270 anos) e as pessoas vivem em Vaults, o vault da serie é o 32 onde a protagonista Lucy vive a sua vida inteira treinando e estudando, sempre aprendendo técnicas de combates e estudos sobre a biologia do local já que devido a destruição no mundo os recursos estão extremamente escassos.

FS_Fallout_Day_2023_HERO_1920x870-1024x464 Critica | Fallout a série

Os 3 grande Vaults são o 31, 32 e 33 Lucy inicia explicando como foi a sua vida dentro do Vault 32, no qual ela vive com o seu irmão e seu pai, e ela da a entender que ela brinca de casamento (e cometeu incesto) com o seu primo, ai vem uma galera do Vault 31 para que ela tenha um casamento, nesse casamento após ela consumar o ato o marido dela ataca ela e ela quase mata o marido e o Vault é atacado por uma galera que são chamados de invasores e matam boa parte e nisso a lider acaba pegando o Pai da Lucy e o leva embora, antes ele teve um ultimado entre salvar uma galera que inclui o irmão e o primo de Lucy ou salvar a propria Lucy, o pai escolhe Lucy e assim começamos com a serie em definitivo onde Lucy desmaia o primo e deixa o irmão no Vault e vai atras de salvar o seu pai.

fallout-tv-show-fresh-trailer-date-change-01-1024x576 Critica | Fallout a série

A séria nos enche com vários detalhes da franquia de jogos, a trilha sonora lembra muito uma época anos 50/60, a fotografia da série que vemos bem um mundo bem pós apocalítico, deserto vasto, casas e prédios destruídos, a radiação imperando fora dos Vaults, e o mais legal de tudo da série os Necrófitos e a Irmandade de aço e o protagonista é o Máximos, um jovem aspirante que não viveu nos Vaults e ele aparenta ter vindo numa época pré guerra e que ele criança foi salvo por um dos membros da Irmandade, e as armaduras da Irmandade muito bem feita, parece mesmo que tirou do jogo , os monstros todos bem fidedignos com relação ao o jogo, as vestes, armas e situações bem fieis ao o jogo, ele parece uma mescla de Fallout 3, New Vegas e Fallout 4, o único ponto que eu colocaria como negativo é somente o tempo pois cada episódio tem 1 hora e 5 minutos de duração, porém a Amazon Prime como sempre nós dando aulas de como fazer adaptações, primeiro vimos com The Boys como fazer uma adaptação de quadrinhos que ficou ate melhor trabalhada que nos quadrinhos, agora temos uma adaptação bem feita de um jogo de uma franquia bem renomada, sem contar a serie dos senhor dos anéis que parece adaptado de contos inacabados do Tolkien, e o que eu falo pra vocês são 8 episódios de uma das melhores séries desse ano.

Notícias | O Corvo 2024 – Trailer

No primeiro trailer do remake de O Corvo, Eric Draven demonstra sua invencibilidade. Divulgado hoje, o vídeo apresenta cenas impactantes do vingador confrontando os responsáveis pela sua própria morte e a de sua esposa.

O novo filme, baseado na obra de 1995, é protagonizado por Bill Skarsgård e FKA Twigs, com Dany Huston interpretando um dos antagonistas. Sob a direção de Rupert Sanders, o lançamento está agendado para 7 de junho.

Com pouco mais de dois minutos de duração, o trailer oferece um vislumbre do que está por vir: intensos confrontos entre Eric e o grupo de assassinos, repletos de tiros e sangue. Apesar da aparente invencibilidade do personagem de Skarsgård, sugerida no embate, não se pode subestimar possíveis trunfos dos vilões.

A trama acompanha Eric Draven, um músico brutalmente assassinado junto com sua noiva na véspera do casamento. No aniversário de sua morte, ele ressurge da sepultura determinado a punir os criminosos.

Mario Day: confira todos os anúncios

O Mario Day de 2024 foi um marco significativo, com a Nintendo revelando várias novidades emocionantes. Um novo filme de Super Mario Bros. foi confirmado em desenvolvimento, juntamente com as datas de lançamento do remake de Paper Mario: The Thousand-Year Door e Luigi’s Mansion 2 HD. Além disso, a chegada de Dr. Mario, Mario Golf e Mario Tennis ao Nintendo Switch Online foi anunciada.

Embora não tenhamos recebido muitos detalhes específicos sobre esses projetos, há muito motivo para entusiasmo entre os fãs de Mario. Estamos aqui para garantir que você esteja atualizado e não perca nada!

LEGO Mario Kart anunciado para 2025

LEGO e Nintendo anunciaram que os conjuntos LEGO Mario Kart chegarão às prateleiras das lojas em 2025.

Game Boy’s Mario Golf, Mario Tennis, e Dr. Mario chegarão ao Nintendo Switch Online nesta semana

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A Nintendo anunciou que Dr. Mario, Mario Golf e Mario Tennis do Game Boy chegarão ao Nintendo Switch Online em 12 de março de 2024.

Luigi’s Mansion 2 HD Data de Anúncio

A Nintendo anunciou que Luigi’s Mansion 2 HD será lançado no Switch em 27 de junho de 2024.

Paper Mario: The Thousand-Year Door Data de Lançamento do Remake

A Nintendo anunciou que o remake de Paper Mario: The Thousand-Year Door será lançado no Switch em 23 de maio de 2024.

Um novo filme de Super Mario Bros. está oficialmente em desenvolvimento e chegará em abril de 2026

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A Nintendo e a Illumination anunciaram que um novo filme de Super Mario Bros. está oficialmente em desenvolvimento e será lançado em 3 de abril de 2026.

Crítica | Duna: Parte 2

Duna: Parte 2, dirigido por Denis Villeneuve, é a continuação épica da saga baseada nos livros de Frank Herbert. O filme aprofunda a jornada de Paul Atreides (Timothée Chalamet), explorando temas como destino, poder e revolução em meio às dunas de Arrakis.

Elenco de Peso e Atuações Memoráveis

O grande destaque do filme é Timothée Chalamet, que entrega uma performance intensa e convincente como Paul Atreides. Seu personagem evolui de um jovem herdeiro para um líder messiânico dos Fremen, enfrentando dilemas morais e políticos que moldam o futuro de Arrakis.

Ao lado dele, Zendaya assume um papel muito mais significativo como Chani, demonstrando profundidade emocional e química envolvente com Paul. Rebecca Ferguson, como Lady Jessica, continua impecável, exibindo uma complexidade que equilibra poder e manipulação.

Outro destaque é Austin Butler, que surpreende com sua interpretação de Feyd-Rautha Harkonnen. Seu personagem é uma ameaça real para Paul e adiciona camadas de tensão à trama. Stellan Skarsgård, como Barão Vladimir Harkonnen, segue impressionante, mantendo sua presença sombria e imponente.

duna-parte-2-1024x577 Crítica | Duna: Parte 2

Efeitos Visuais e Direção de Denis Villeneuve

A cinematografia de Greig Fraser eleva o nível do filme, capturando as paisagens áridas de Arrakis com uma beleza assombrosa. As cenas de batalha são grandiosas, e a trilha sonora de Hans Zimmer contribui para a imersão total na narrativa.

Villeneuve consegue equilibrar a grandiosidade do universo de Duna com momentos íntimos e reflexivos, tornando o filme não apenas um espetáculo visual, mas também uma jornada emocional profunda.

dune_image-13-1024x566 Crítica | Duna: Parte 2

No geral, “Duna: Parte 2” é uma experiência cinematográfica envolvente e emocionante. Villeneuve mais uma vez demonstra sua habilidade em criar mundos complexos e cativantes, tornando este filme imperdível para os fãs de ficção científica. Vale a pena assistir nos cinemas, especialmente em salas IMAX, para uma imersão completa na grandiosidade desta saga.

Pontos Positivos:

  • Atuações impecáveis de Timothée Chalamet, Zendaya e Austin Butler
  • Efeitos visuais deslumbrantes e cinematografia imersiva
  • Direção magistral de Denis Villeneuve
  • Expansão do universo de Duna com novas tramas e personagens

Pontos Negativos:

  • Ritmo irregular em alguns momentos
  • Alguns personagens secundários mereciam mais tempo de tela

Conclusão: Vale a Pena Assistir Duna: Parte 2?

Sim! Duna: Parte 2 é uma experiência cinematográfica imperdível para os fãs de ficção científica e épicos grandiosos. Com um elenco brilhante, direção impecável e visuais impressionantes, o filme solidifica o legado de Denis Villeneuve como um dos melhores cineastas da atualidade.

Assista o Trailer CLICANDO AQUI.

NOTA: 9/10

Crítica | “Ferrari”: Uma Abordagem Surpreendente à Vida do Magnata Enzo Ferrari

Ao adentrar uma sala de cinema com a expectativa gerada pelo título que evoca a lendária escuderia de Fórmula 1, “Ferrari”, dirigido por Michael Mann, surpreende ao desviar do óbvio. Este não é um típico filme de cinebiografia que exalta triunfos e vitórias, mas sim uma imersão inteligente em um período de crise na vida do empresário Enzo Ferrari.

8774c5f9-ferrari-official-trailer-in-theaters-christmas-1-10-screenshot-1-1024x576 Crítica | "Ferrari": Uma Abordagem Surpreendente à Vida do Magnata Enzo Ferrari

Mann, conhecido por obras como “O Informante” e “Inimigos Públicos”, opta por não traçar uma linha cronológica convencional da vida de Ferrari, mas sim foca em um momento crítico: o verão de 1957. Aqui, vemos um Enzo (interpretado brilhantemente por Adam Driver) à beira da falência, apostando tudo na Mille Miglia, uma corrida icônica na Itália. A narrativa mergulha nas lutas pessoais e profissionais de Enzo, destacando seu casamento desmoronado e os dilemas com sua amante e filho ilegítimo.

O roteiro, baseado no livro “Ferrari: O homem por trás das máquinas”, de Troy Kennedy Martin, mantém o ritmo sem perder profundidade, evitando o atropelo de eventos comuns em cinebiografias. Mann consegue equilibrar habilmente os elementos emocionais e a ação das corridas, proporcionando aos espectadores uma experiência cativante.

0903960-1024x498 Crítica | "Ferrari": Uma Abordagem Surpreendente à Vida do Magnata Enzo Ferrari

O retrato de Enzo como um homem marcado por perdas e culpado por suas próprias falhas humaniza o magnata sem cair em clichês vitimistas. Adam Driver entrega uma performance poderosa, transmitindo a complexidade e vulnerabilidade do personagem.

Assista no Prime Vídeo.

Notícias | Anya Taylor-Joy em “Duna: Parte Dois”?

Durante o tapete vermelho de “Duna: Parte Dois” em Londres, a atriz Anya Taylor-Joy (conhecida por seu papel em “O Gambito da Rainha”) fez uma aparição surpresa. Sua presença confirmou sua participação na segunda parte do filme dirigido por Denis Villeneuve, que é uma adaptação do primeiro livro de Frank Herbert.

Até então, Anya Taylor-Joy não estava listada no elenco, o que pode indicar que ela interpretará um papel aguardado pelos fãs, possivelmente Alia, a irmã de Paul Atreides que nasce depois que Lady Jessica ingere a Água da Vida.

1688142629_Duna-2-ja-esta-corrigindo-o-problema-Zendaya-do-primeiro-1024x512 Notícias | Anya Taylor-Joy em "Duna: Parte Dois"?

De acordo com a Variety, a atriz está definida para interpretar uma “personagem muito importante na história”, mas não foram revelados mais detalhes sobre o papel. No entanto, considerando o papel crucial de Alia na segunda parte do filme e na potencial adaptação de “Messias de Duna”, é altamente provável que seja esse o papel de Anya Taylor-Joy. É importante notar que a atriz provavelmente interpretará uma versão mais velha da personagem, dada a rápida evolução de Alia ao longo dos livros.

Porém, só teremos confirmação de seu papel quando “Duna: Parte Dois” for lançado, já que Anya Taylor-Joy não apareceu nos teasers e trailers até o momento.

“Duna: Parte Dois” chegará aos cinemas em 29 de fevereiro.

Cable voltará em Deadpool & Wolverine?

Josh Brolin, foi perguntado sobre a possível aparição de Cable em Deadpool & Wolverine, mas optou por não entrar em detalhes.

Durante uma entrevista recente ao Collider, o ator respondeu: “Não. Não sei.” Ele sugeriu brincando: “Porque Ryan [Reynolds] não gosta de mim? Não sei.” Ele fez uma pausa, olhou diretamente para a câmera e declarou: “Talvez”.

O primeiro trailer de Deadpool & Wolverine apresentou diversos rostos conhecidos, mas alguns personagens notavelmente ficaram de fora. Zazie Beet, intérprete de Dominó, já deixou claro que não retornará, enquanto alguns fãs ficaram surpresos com a ausência de Cable na lista de convidados para o aniversário de Wade Wilson.

“Seria um pouco estranho se ele não estivesse lá”, disse uma pessoa no Reddit, enquanto outra acrescentou: “Acho que ele é crucial para a trama, já que foi ele quem deixou Wade fazer toda aquela coisa de viagem no tempo”. Uma terceira pessoa previu que ele “apareceria na cena pós-crédito”, e outra pessoa pensou que poderia haver “uma cena de piada com Cable e Thanos”.

Deadpool & Wolverine marcará um dos primeiros projetos da Marvel a explorar a entrada dos X-Men no MCU. Os dois filmes anteriores do mercenário foram produzidos antes da conclusão da aquisição da 21st Century Fox pela Disney, o que significa que o terceiro filme tem a chance de explorar cruzamentos entre universos.

O terceiro filme de Deadpool está programado para lançamento nos cinemas em 26 de julho, como parte da Fase 5 do MCU. Ryan Reynolds reprisa seu papel como Deadpool, com Hugh Jackman retornando como Wolverine, embora desta vez ele esteja vestindo seu icônico traje amarelo e azul dos quadrinhos dos X-Men.

Oscar 2024: confira os indicados ao prêmio!

Após meses de antecipação, a 96ª edição do Oscar finalmente começou, com a divulgação dos indicados à premiação que acontecerá em 10 de março. Os nomeados foram revelados nesta terça-feira, dia 23 de janeiro, em Los Angeles (EUA).

A cerimônia de anúncio dos finalistas foi conduzida pelos atores Zazie Beetz (Deadpool 2) e Jack Quaid (The Boys). Produções como “Oppenheimer”, “Pobres Criaturas”, “Barbie”, “Anatomia de uma Queda”, “Sociedade da Neve”, “Zona de Interesse”, “Assassino da Lua das Flores” e “Os Rejeitados” despontam como favoritas para o prêmio, segundo os principais críticos de cinema.

Quem são os favoritos ao Oscar de 2024?

O filme de Christopher Nolan, “Oppenheimer”, lidera as indicações ao Oscar deste ano, com um total de 13, dominando quase todas as categorias da premiação, incluindo melhor filme, direção, roteiro adaptado, melhor ator (Cillian Murphy) e melhor atriz coadjuvante (Emily Blunt).

oscar-2024.jpg-1024x640 Oscar 2024: confira os indicados ao prêmio!

Em seguida, aparece “Pobres Criaturas”, do diretor Yorgos Lanthimos, com 11 indicações. Emma Stone desponta como favorita à categoria de melhor atriz. “Assassino da Lua das Flores”, de Martin Scorsese, recebeu 10 indicações.

Os filmes de comédia também estão na disputa pelo principal prêmio do cinema e prometem agitar a cerimônia em 10 de março. O ambicioso projeto “Barbie”, dirigido por Greta Gerwig, concorre em sete categorias, incluindo melhor filme, canção original, atriz coadjuvante, ator coadjuvante, figurino e maquiagem. Logo em seguida, “Os Rejeitados”, de Alexander Payne, acumula seis indicações. Paul Giamatti disputa o prêmio de melhor ator com Cillian Murphy e Bradley Cooper.

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“Anatomia de uma Queda”, dirigido pela francesa Justine Triet, também tem conquistado os críticos nas premiações. O filme recebeu cinco indicações, incluindo melhor filme, e empatou com “Zona de Interesse”, dirigido por Jonathan Glazer. “Vidas Passadas”, de Celine Song, recebeu duas indicações no total.

Veja a lista de filmes indicados ao Oscar de 2024:

Melhor Filme

  • American Fiction
  • Anatomia de uma Queda
  • Barbie
  • Os Rejeitados
  • Assassinos da Lua das Flores
  • Maestro
  • Oppenheimer
  • Vidas Passadas
  • Pobres Criaturas
  • Zona de Interesse

Melhor Atriz

  • Annette Bening – NYAD
  • Lily Gladstone – Assassinos da Lua das Flores
  • Sandra Hüller – Anatomia de uma Queda
  • Carey Mulligan – Maestro
  • Emma Stone – Pobres Criaturas

Melhor Ator

  • Bradley Cooper – Maestro
  • Colman Domingo – Rustin
  • Paul Giamatti – Os Rejeitados
  • Cillian Murphy – Oppenheimer
  • Jeffrey Wright – American Fiction

Melhor Atriz Coadjuvante

  • Emily Blunt – Oppenheimer
  • Danielle Brooks – A Cor Púpura
  • America Ferrera – Barbie
  • Jodie Foester – NYAD
  • Da’Vine Jy Randolph – Os Rejeitados

Melhor Ator Coadjuvante

  • Sterling K. Brown – American Fiction
  • Robert De Niro – Assassinos da Lua das Flores
  • Robert Downey Jr. – Oppenheimer
  • Ryan Gosling – Barbie
  • Mark Ruffalo – Pobres Criaturas

Melhor Direção

  • Justine Triet – Anatomia de uma Queda
  • Martin Scorsese – Assassinos da Lua das Flores
  • Christopher Nolan – Oppenheimer
  • Yorgos Lanthimos – Pobres Criaturas
  • Jonathan Glazer – Zona de Interesse


Melhor Filme Internacional

  • Io Capitano – Itália
  • Perfect Days – Japan
  • Sociedade da Neve – Espanha
  • The Teacher’s Lounge – Alemanha
  • Zona de Interesse – Reino Unido


Melhor Figurino

  • Barbie
  • Assassinos da Lua das Flores
  • Napoleão
  • Oppenheimer
  • Pobres Criaturas


Melhor Trilha Sonora

  • American Fiction
  • Indiana Jones e a Relíquia do Destino
  • Assassinos da Lua das Flores
  • Oppenheimer
  • Pobres Criaturas


Melhor Som

  • Resistência
  • Maestro
  • Missão: Impossível – Acerto de Contas
  • Oppenheimer
  • A Zona de Interesse


Melhor Canção Original

  • “The Fire Inside” (Flamin’ Hot)
  • “I’m Just Ken” (Barbie)
  • “It Never Went Away” (American Symphony)
  • “Wahzhazhe (A Song for My People)” (Assassinos da Lua das Flores)
  • “What Was I Made For?” (Barbie)


Melhor Roteiro Adaptado

  • Cord Jefferson – American Fiction
  • Greta Gerwig & Noah Baumbach,- Barbie
  • Christopher Nolan – Oppenheimer
  • Tony McNamara – Pobres Criaturas
  • Jonathan Glazer – A Zona de Interesse


Melhor Roteiro Original

  • Justine Triet & Arthur Harari – Anatomia de uma Queda
  • David Hemingson – Os Rejeitados
  • Bradley Cooper & Josh Singer – Maestro
  • Sammy Burch – Segredos de um Escândalo
  • Celine Song – Vidas Passadas


Melhor Animação

  • Elementos
  • Nimona
  • O Homem e a Garça
  • Robot Dreams
  • Homem-Aranha através do Aranhaverso


Melhor Curta de Animação

  • Letter to a Pig
  • 95 Senses
  • Our Uniform
  • Pachyderme
  • War is Over (inspired by the music of John & Yoko)


Melhor Curta-Metragem em Live-Action

  • The After
  • Invincible
  • Knight of Fortune
  • Red, White & Blue
  • The Wonderful Story of Henry Sugar


Maquiagem e Penteado

  • Golda
  • Maestro
  • Oppenheimer
  • Pobres Criaturas
  • Sociedade da Neve


Melhor Montagem

  • Anatomia de uma Queda
  • Os Rejeitados
  • Assassino da Lua das Flores
  • Oppenheimer
  • Pobres Criaturas


Melhor Documentário

  • Bobi Wine: The People’s President
  • The Eternal Memory
  • Four Daughters
  • To Kill a Tiger
  • 20 Days in Mariupol


Melhor Documentário de Curta-Metragem

  • The ABCs of Book Banning
  • The Barber of Little Rock
  • Island in Between
  • The Last Repair Shop
  • Nai Nai & Wai Po


Efeitos Visuais

  • Resistência
  • Godzilla Minus One
  • Guardiões da Galáxia Vol. 3
  • Missão: Impossível – Acerto de Contas
  • Napoleão


Melhor Fotografia

  • El Conde
  • Assassinos da Lua das Flores
  • Maestro
  • Oppenheimer
  • Pobres Criaturas


Melhor Design de Produção

  • Barbie
  • Assassinos da Lua das Flores
  • Napoleão
  • Oppenheimer
  • Pobres Criaturas
Crítica | Chama a Bebel


Janeiro marca o período de férias para as crianças. Enquanto o verão domina as cidades e os pequenos desfrutam do tempo longe das escolas, os pais buscam maneiras de entreter seus filhos, e uma das opções mais atraentes é o cinema, especialmente devido ao ar-condicionado. Por que não unir diversão e aprendizado? Essa é uma das propostas ao assistir “Chama a Bebel”, o mais recente filme infantojuvenil brasileiro que chega às telas de todo o país nesta semana.

Bebel (Giulia Benite) é uma jovem cadeirante que passou toda a sua vida estudando na mesma escola no interior. Agora, aos quinze anos, ela precisa mudar para uma escola na cidade, deixando sua mãe, Mariana (Larissa Maciel), e seu avô, João (José Rubens Chachá), para viver com a família de sua tia, Marieta (Flávia Garrafa). Ao chegar na nova escola, o professor Denis (Rafa Muller) propõe uma tarefa aos alunos: pensar e apresentar uma solução sustentável para algum aspecto da escola. A partir daí, Bebel enfrenta problemas, pois Rox (Sofia Cordeiro) e suas amigas implicam com ela, já que Bebel idolatra a jovem ativista Greta Thunberg e, assim como ela, tem opiniões sobre como melhorar o mundo – algo que vai contra o estilo de vida de Rox.

chama-a-bebel-critica-1024x502 Crítica | Chama a Bebel

Com uma duração de uma hora e trinta minutos, “Chama a Bebel” é, acima de tudo, um filme extremamente didático. Nesse contexto, o diretor Paulo Nascimento (também responsável pelo filme “Teu Mundo Não Cabe Nos Meus Olhos”, cujo protagonista era um homem cego) presta um excelente serviço à população com seu projeto, especialmente aos professores, que podem usar o filme para iniciar diversos debates em sala de aula. Este é claramente um dos objetivos do filme, pois aborda vários temas em sua trama, como reciclagem, capacitismo, maus-tratos aos animais, preconceito, entre outros.

A abundância de temas pode tornar a trama um pouco densa, com informações demais para serem contidas em uma hora e meia. O roteiro, assinado pelo próprio Paulo Nascimento e por Ricky Hiraoka, apresenta personagens adolescentes visando entreter o público infantil; no entanto, muitas ações são apenas sugeridas no enredo, sem ocorrerem de fato (por exemplo, a resolução da história é narrada em off pela protagonista, com eventos selecionados que resumem o desfecho), ou são enfatizadas demais (como a tia vilã, cujos trejeitos são marcados para tornar suas intenções evidentes para o público infantil).

chama_a_bebel-4780.jpeg-1024x683 Crítica | Chama a Bebel

Giulia Benite, também produtora associada de “Chama a Bebel”, incorpora à sua protagonista uma presença forte e líder, tornando-se conhecida como a “dona da rua” em seu trabalho anterior como Mônica em “Turma da Mônica: Laços”. Suas melhores cenas são os debates com a antagonista Rox, interpretada com carisma e malícia por Sofia Cordeiro.

“Chama a Bebel” combina entretenimento e didática, ensinando enquanto diverte. É uma ferramenta valiosa para pais e professores dialogarem com seus filhos e alunos, transformando o tempo de férias em uma oportunidade de aprendizado através do cinema. Uma excelente opção para um programa em família.

Crítica | Aquaman 2: O Reino Perdido

Nos primeiros momentos de “Aquaman 2: O Reino Perdido”, Arthur Curry menciona que todos possuem um dom, e o dele é a habilidade de comunicar-se com peixes. Esta nova produção da DC Comics, que também marca a despedida do antigo Universo Cinematográfico Estendido da DC (DCEU) antes de sua reformulação nas mãos de James Gunn, revela que o filme não se preocupa muito em levar a sério o super-herói interpretado por Jason Momoa.

aquaman2-1024x547 Crítica | Aquaman 2: O Reino Perdido

Se o primeiro “Aquaman” conquistou o público com uma aventura divertida e despretensiosa, sua sequência segue a mesma linha, embora tropeçando e capotando a cada passo que tenta dar.

Sua maior vantagem em relação a outros filmes da DC é justamente a falta de pretensão, o que leva o espectador a relevar muitos dos problemas e embarcar nesta, por vezes, confusa nova jornada do Rei de Atlântida. “Aquaman 2: O Reino Perdido” mostra Arthur Curry em sua nova vida como Rei de Atlântida, marido e pai ao lado de Mera, interpretada novamente por Amber Heard.

O herói vê sua posição como rei como algo tedioso, especialmente porque suas decisões são frequentemente anuladas por um conselho político de Atlântida. As coisas mudam quando David Kane, o Arraia Negra, interpretado por Yahya Abdul-Mateen II (Watchmen), descobre um poder antigo que ameaça não apenas a vida de Aquaman, mas de toda a Terra.

maxresdefault-1024x576 Crítica | Aquaman 2: O Reino Perdido

Para enfrentá-lo, Arthur busca a ajuda de seu meio-irmão, Orm, novamente interpretado por Patrick Wilson (Invocação do Mal), o vilão do primeiro filme. A narrativa se desenvolve de maneira previsível, com os irmãos começando sua jornada como quase inimigos e gradualmente compreendendo um ao outro, lutando lado a lado. Mera aparece em algumas cenas para auxiliar o marido, mas sem um grande impacto no filme.

“Aquaman 2: O Reino Perdido” é, definitivamente, uma sequência do primeiro filme, e o grau de diversão que se terá depende muito da reação ao original. Jason Momoa conduz o filme com um Arthur Curry que é essencialmente Jason Momoa respirando debaixo d’água e falando com peixes. Este estilo peculiar do ator faz com que, em várias cenas, pareça que o diretor James Wan queria que Patrick Wilson interpretasse Aquaman.

Apesar de uma trama com ritmo perceptivelmente ajustado em pós-produção, o filme possui cenas divertidas e, como mencionado, não leva a sério o suficiente para impedir que o espectador aproveite o que acontece. Alguns efeitos visuais impressionam, enquanto outros deixam a desejar, mas a narrativa prossegue, e as falhas são facilmente esquecidas. Talvez o maior defeito de “Aquaman 2: O Reino Proibido” não seja ser chato ou ruim, mas sim ser completamente esquecível.

Curiosamente, a culpa por essa sensação não recai no filme, mas em forças externas que o tornaram algo dispensável. Com o anúncio do reboot do universo DC nos cinemas, vários filmes do DCEU ficaram em um limbo, afetando as estreias de “Shazam! Fúria dos Deuses”, “The Flash” e “Besouro Azul”.

Os momentos finais do filme destacam exatamente o que foi o DCEU. Houve uma tentativa de criar algo inspirador, mas que, no final, revela-se equivocado em suas intenções. Não é um desastre, mas também não pode ser considerado um ótimo filme. É, sem dúvida, um dos filmes já feitos. Pelo menos, a última cena do DCEU provocou risos, não necessariamente por ser engraçada.

“Aquaman 2: O Reino Perdido” chega aos cinemas de todo o Brasil em 21 de dezembro.

Crítica | Ursinho Pooh: Sangue e Mel

Ursinho Pooh: Sangue e Mel é uma interpretação sombria e inusitada de personagens icônicos da infância, transformando-os em figuras aterrorizantes. Dirigido por Rhys Frake-Waterfield, o filme é uma produção independente que chama atenção ao explorar o clássico infantil por meio do gênero de terror. Esta abordagem é possível devido à obra de A.A. Milne, que entrou em domínio público, permitindo essa liberdade criativa para subverter o enredo original sem infringir direitos autorais.

Enredo e Desenvolvimento

O filme começa com uma introdução trágica ao destino de Pooh e Leitão após serem abandonados por Christopher Robin, que cresceu e partiu para a vida adulta. Sem os cuidados e alimentos que Christopher fornecia, os personagens se tornam selvagens e monstruosos, passando a aterrorizar as pessoas que se aproximam da floresta. O enredo se desenrola quando Christopher, agora adulto, retorna à Floresta dos Cem Acres com sua esposa, sem imaginar que seus antigos amigos de infância se transformaram em seres vingativos e violentos.

Além disso, o filme foca em um grupo de jovens que decidem acampar na floresta, o que rapidamente se torna um pesadelo quando Pooh e Leitão começam a persegui-los. A trama, portanto, transita entre os momentos de tensão de Christopher e os eventos de terror que os jovens enfrentam, criando um ritmo que mantém a atenção, mesmo que a narrativa seja previsível em alguns pontos.

Atmosfera e Direção de Arte

A direção de arte em Ursinho Pooh: Sangue e Mel merece destaque pela forma como transforma um cenário familiar em algo macabro. A Floresta dos Cem Acres, antes acolhedora e tranquila, é agora sombria, repleta de sombras e um clima claustrofóbico que reforça o sentimento de perigo constante. O design das versões sombrias de Pooh e Leitão também é interessante, com trajes que evocam a estética dos filmes de terror dos anos 70 e 80, trazendo uma sensação de estranheza e desconforto.

pooh01-207x300 Crítica | Ursinho Pooh: Sangue e Mel

Trilha Sonora e Som

A trilha sonora e os efeitos de som são fundamentais para criar a atmosfera de terror do filme. Sons agudos e o uso de silêncio estratégico em momentos-chave aumentam a tensão. Apesar de ser uma produção de baixo orçamento, o filme utiliza bem o som para amplificar o impacto das cenas de perseguição e violência, embora alguns efeitos sejam um tanto exagerados, o que pode tirar um pouco da imersão em certos momentos.

Atuações e Personagens

As atuações em Sangue e Mel são competentes, considerando o tom intencionalmente exagerado e caricaturesco. Christopher Robin, interpretado por Nikolai Leon, traz uma camada emocional ao personagem que lida com a culpa e o terror de revisitar suas memórias de infância corrompidas. O elenco de apoio, composto pelos jovens que acampam na floresta, cumpre bem o papel de vítimas clássicas de filmes de terror, embora alguns diálogos possam parecer clichês do gênero slasher.

Pontos Altos: Criatividade e Releitura Ousada

Um dos principais pontos fortes de Ursinho Pooh: Sangue e Mel é a ousadia em subverter um personagem tão amado e criar uma versão perturbadora e violenta de uma história infantil. O filme explora o conceito de como os personagens lidariam com o abandono e a selvageria, adicionando uma camada sombria à nostalgia. Esta releitura criativa é uma proposta única, que desperta curiosidade e atrai o público fã de terror e de produções que desafiam o convencional.

Outro ponto positivo é o uso da estética slasher. O filme aproveita as convenções do gênero, como as cenas de perseguição, os sustos repentinos e a violência gráfica, para construir uma experiência de terror satisfatória, que evoca clássicos do gênero. Para os fãs de filmes de terror com um toque de sátira e bizarrice, Sangue e Mel é uma adição interessante.

pooh02-300x231 Crítica | Ursinho Pooh: Sangue e Mel

Pontos Baixos: Roteiro e Desenvolvimento de Personagens

Por outro lado, Sangue e Mel peca em alguns aspectos de desenvolvimento. O roteiro, em certos pontos, é previsível e falta profundidade, especialmente no desenvolvimento dos personagens secundários. A história poderia explorar mais a transformação psicológica de Pooh e Leitão, dando-lhes motivações mais complexas. Em vez disso, o filme se concentra em cenas de terror e violência, sacrificando o potencial dramático que uma releitura sombria poderia trazer.

A previsibilidade do enredo também é um ponto fraco. Muitos momentos seguem fórmulas já vistas em outros filmes de terror, e alguns sustos se tornam repetitivos, perdendo o impacto conforme a trama avança. Além disso, o baixo orçamento é evidente em algumas cenas, com efeitos visuais e práticos que deixam a desejar em qualidade.

Conclusão

Ursinho Pooh: Sangue e Mel é uma tentativa corajosa de inovar no gênero de terror, usando personagens familiares de uma maneira perturbadora e inédita. Apesar de suas limitações, o filme é um entretenimento curioso para fãs do gênero e para aqueles que procuram uma experiência de horror incomum. Embora possa não agradar a todos, especialmente os fãs mais puristas do Ursinho Pooh, ele consegue chamar a atenção ao transformar um ícone infantil em algo monstruoso.

007 – Sem Tempo para Morrer

Se antes havia dúvidas, agora é inegável: estamos vivendo uma grande era para os filmes de James Bond, que se encerra de maneira espetacular com 007 – Sem Tempo para Morrer (No Time to Die). O novo longa se firma como um dos melhores da franquia estrelada por Daniel Craig, que finaliza sua jornada como o agente secreto mais icônico do cinema com maestria.

O que torna essa despedida especialmente satisfatória é que o filme foi claramente moldado para Craig e tudo o que ele trouxe ao papel. Se o mesmo roteiro fosse entregue a outro ator, o resultado ainda seria um bom filme. Mas com Craig, temos uma conclusão que amarra uma narrativa de 15 anos, explorando emoções profundas, dilemas de confiança e a complexidade do amor.

Esses temas poderiam soar sensíveis demais para um filme de James Bond, mas com a abordagem estoica de Craig e sua capacidade de transmitir camadas de sentimentos apenas com o olhar, 007 – Sem Tempo para Morrer nunca se afasta do que o público espera. O longa traz sequências de ação grandiosas, localizações exóticas e, claro, momentos icônicos como Bond se apresentando com seu tradicional “Bond, James Bond” e pedindo seu característico Dry Martini ou Vesper Martini.

A trama começa de forma inusitada para um filme da franquia: Bond está aposentado, vivendo um romance com Madeleine Swann (Léa Seydoux) na Itália, levando uma vida tranquila. No entanto, a calmaria não dura muito, e logo o filme mergulha na ação de maneira intensa e envolvente.

Dessa vez, a ameaça global gira em torno de uma arma biológica altamente letal: um patógeno desenvolvido pelos britânicos para eliminar alvos específicos por meio do DNA. Entretanto, o perigoso lunático Safin (Rami Malek) consegue roubar essa tecnologia e aprimorá-la para exterminar nações inteiras em questão de horas.

Com 163 minutos de duração, o filme é uma experiência cinematográfica gigantesca, mas suficientemente cativante para manter o espectador imerso na última aventura de Craig. O diretor Cary Joji Fukunaga equilibra cenas de ação eletrizantes com um drama bem construído, aproveitando tanto os personagens já estabelecidos quanto os novos rostos. Christoph Waltz traz a imponência de Blofeld em suas cenas, enquanto Ana de Armas, interpretando a carismática agente Paloma, rouba a cena e deixa um gostinho de quero mais. Jeffrey Wright, como o veterano da CIA Felix Leiter, adiciona peso emocional à trama, e Lashana Lynch, no papel da nova agente Nomi, traz uma presença marcante ao MI6. Até mesmo Ralph Fiennes, como M, tem momentos fortes e bem desenvolvidos.

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Rami Malek entrega um vilão calculista e de fala mansa, o que pode decepcionar alguns espectadores. Ele tem um impacto poderoso no flashback inicial, mas conforme a história avança, acaba se tornando apenas mais um antagonista que acredita que a humanidade só pode ser salva por meio da destruição em massa.

Apesar disso, a dinâmica entre os personagens funciona bem, especialmente na relação entre Bond e Madeleine. O filme explora a vulnerabilidade do agente secreto, e os eventos deixam claro que Vesper Lynd (Eva Green) – o grande amor de Bond em Cassino Royale – continua sendo uma ferida aberta na sua história. Para mim, Vesper deveria ter sido o amor definitivo de Bond, e não Madeleine, mas isso só reforça a profundidade emocional do arco de Craig.

No geral, 007 – Sem Tempo para Morrer encerra a jornada do James Bond de Daniel Craig de maneira triunfal, redimindo os erros de Spectre. Agora, a franquia abre caminho para um novo ator assumir o papel do espião mais famoso do mundo. Que venha o próximo Bond!

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NOTA: 7/10