O aguardado filme baseado no universo de Minecraft está cada vez mais próximo do seu lançamento. Com uma enorme base de fãs ao redor do mundo, a adaptação cinematográfica desperta grande curiosidade tanto entre os jogadores quanto entre os entusiastas do cinema. Recentemente, algumas sessões especiais permitiram que a crítica especializada assistisse ao filme antes da estreia, oferecendo um vislumbre do que o público pode esperar.
Enredo e Abordagem Criativa
Diferente do jogo, que oferece uma experiência aberta e sem uma narrativa fixa, o filme de Minecraft aposta em um roteiro estruturado. A história segue um grupo de personagens que embarca em uma jornada para salvar seu mundo de uma ameaça iminente. Elementos clássicos do jogo, como construção, exploração e combate contra criaturas icônicas como Creepers e Endermen, estão presentes, garantindo que a essência do game seja mantida.
Expectativas dos Fãs
Os fãs da franquia estão divididos quanto ao filme. Enquanto muitos estão animados para ver como o universo pixelado será traduzido para as telonas, outros demonstram preocupação sobre como a narrativa será conduzida. A escolha do elenco e da direção também tem sido pontos de discussão entre os admiradores da franquia, com alguns questionando se a produção conseguirá capturar a criatividade e a liberdade que fazem parte da essência do jogo.
Opinião da Crítica
Os primeiros comentários da crítica especializada apontam que o filme tem pontos positivos e negativos. Entre os elogios, está a fidelidade ao visual e à atmosfera do jogo, além de um roteiro que busca equilibrar aventura e humor. O filme consegue entregar uma experiência divertida para o público jovem, mas pode não atender completamente às expectativas dos fãs mais antigos.
Por outro lado, algumas críticas indicam que a história pode parecer genérica em alguns momentos, sem inovações marcantes para o gênero de adaptações de jogos. A narrativa segue uma estrutura previsível, o que pode desapontar aqueles que esperavam algo mais surpreendente. No entanto, a produção visual e o carisma dos personagens são pontos fortes que ajudam a manter o interesse durante a projeção.
O filme de Minecraft promete ser uma aventura cativante para o público infantil e fãs do jogo, trazendo elementos familiares do universo digital para as telonas. Embora a recepção da crítica seja mista, a adaptação tem potencial para entreter e expandir ainda mais o alcance da franquia. Com sua estreia se aproximando, resta aguardar para ver como será a recepção do grande público e se a produção conseguirá superar as expectativas.
Um Filme Minecraft estreia nos cinemas em 3 de abril de 2025.
Alguns filmes de terror conseguem ser tão ruins que se tornam bons, e acabam virando clássicos trash. Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra (The Mouse’s Trap) 2024 tenta emplacar por esse caminho, mas falha miseravelmente e é apenas um filme ruim.
(Imagem Promocional: Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra – A2 Filmes)
Enredo
O enredo de Mouse Trap mais parece uma série de esquetes que uma história amarada e coesa, no fim tudo se torna uma desculpa para o assassino ter as vitimas a sua mercê e assim seguir de uma cena de morte para a próxima, tudo isso com um passo demasiadamente arrastado e um pouco estranho. A história fica pulando do presente para o passado. Onde no presente temos uma sobrevivente de um massacre, Rebecca (Mackenzie Mills) contando sua história em uma delegacia que mais parece ter sido feita de papelão. Já no Passado acompanhamos a personagem Alex (Sophie McIntosh) que trabalha em um fliperama no turno da noite, e é surpreendida pelos seus amigos que organizaram uma festa de aniversário surpresa para ela. Tudo ia bem até que um assassino com máscara de Mickey Mouse começa a matar um a um todos os convidados.
(Imagem Promocional: Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra – A2 Filmes)
Arte
O filme mais parece um projeto universitário, que um longa metragem comercial. Os cenários são todos precários e claramente filmados em um fliperama que a produção conseguiu alugar durante a noite. A iluminação é quase inexistente, como já esperado nesse tipo de filme. A caracterização do longa também é muito fraca, sendo o destaque a máscara do assassino, que em um primeiro momento parece se tratar de algo proposital para criar uma comédia de terror e enfatizar os clichês do gênero nos clássicos dos anos 80 e 90, mas ao longo do filme isso é colocado em dúvida pois tudo parece se levado a sério de mais, com exceção de uma meta piada ou outra, perdidas ao longo de uma hora e vinte minutos de um filme que passa a maior parte do tempo se levando a sério de mais.
(Imagem Promocional: Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra – A2 Filmes)
Som
O som de Mouse Trap se resume ao barulho de fundo de um fliperama em repetição por mais de uma hora. Na metade do filme você já vai estar incomodado com isso no mesmo nível da jukebox de bar que sempre toca a mesma música ou do jingle do caminhão do gás. Além dos efeitos de fundo irritantes, pouca coisa se destaca no quesito sonoro aqui. Sendo que uma das decisões estranhas do longa é dar voz ao Mickey Mouse assassino, porém a voz do personagem não tem nada a ver com o personagem animado que conhecemos e amamos e mais parece uma mistura de Perna Longa com o assassino do filme Pânico.
(Imagem Promocional: Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra – A2 Filmes)
Atuações
Você dificilmente verá algum desses atores ganhando um Oscar no futuro, e bem na verdade você dificilmente verá alguns deles fazendo outros filmes. O nível de atuação aqui beira o amador, e flerta com o cômico involuntário. São todas atuações canastronas, inclusive do vilão que teria o papel mais fácil por estar atrás de uma máscara, mas que consegue entregar uma atuação tão forçada e robótica que ao invés de risos só provoca vergonha alheia. O destaque aqui fica para Simon Phillips que consegue fracassar três vezes no mesmo filme, fracassa como escritor (crédito esse, que parece dividir com alguma IA), fracassa como Dono do fliperama Tim Collins e fracassa também como Mickey Mouse Assassino.
(Imagem Promocional: Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra – A2 Filmes)
Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra é apenas mais um filme da leva de projetos sem alma e preguiçosos, que pega personagens populares que entraram em domínio público e transfigura eles para tentar chamar a atenção. Esse tipo de filme já perdeu o efeito chocante e a novidade, e na verdade já está se tornando enfadonho. Muitas coisas poderiam ter sido feitas aqui para destacá-lo ou torná-lo uma experiência singular, a premissa de ser uma comédia de terror parece interessante à primeira vista, mas a verdade é que o longa se leva a sério de mais para ser uma comédia e é cômico de mais para ser terror. No fim vemos claramente que o verdadeiro monstro é a lei de direitos autorais norte americana, que permitiu que personagens infantis como Mickey Mouse e Ursinho Pooh se tornassem protagonistas de filmes slasher caça-niqueis.
Todos nós já conhecemos essa história, principalmente através do filme de contos de fadas apresentado pelo Mickey Mouse. Com o tempo crescemos e descobrimos que a maioria dessas histórias contadas na Disney tem uma origem bem mais macabra e seus finais não são tão agradáveis e felizes, pois são adaptações de contos de terror.
No dia 05 de Setembro chega aos cinemas brasileiros o filme A Vingança da Cinderela, distribuído pela A2 Filmes, com de Andy Edwards e roteiro de Tom Jolliffe.
A primeira dica nessa crítica é reforçar que o filme tem classificação indicativa de 18 anos, ou seja, não leve as crianças para o cinema achando que vai ver passarinho cantando.
O elenco do núcleo vilanesco fica com Beatrice Fletcher e Megan Purvis (irmãs Josephine e Rachel) e Stephanie Lodge (interpretando a madrasta Katherine)
O longa tem como objetivo recontar essa a história da Cinderela (interpretado por Lauren Staerck), flutuando entre em duas categorias bem interessantes: Fantasia e Terror.
O que desperta o instinto vingativo de Cinderela é uma máscara mágica. Onde já vimos isso antes? Se lembrar deixe nos comentários.
No primeiro e segundo atos, somos apresentados ao lado fantástico do conto. As construções modernas do cenário misturado ao figurino confuso deixam uma certa dúvida sobre em que época a história está sendo contada. Apesar disso e do visível baixo orçamento, inicialmente o filme se mantém interessante por conta de seus diálogos divertidos e inteligentes, incluindo “participações especiais” que brincam um pouco com a questão da utilização da mágica para Cinderela ter seus desejos atendidos pela fada madrinha (interpretada por Natasha Henstridge), isso acaba compensando temporariamente os fracos efeitos visuais.
E tome conversa pra compensar a falta de bibidi bobidi bu dessa fada madrinha sem orçamento
Contudo, no último ato, ao entrarmos em contato com seu lado de fato aterrorizante, o filme tenta apresentar a tão aguardada vingança através de um slasher que infelizmente não consegue sustentar, principalmente pelo fator previsibilidade. As cenas de perseguição e até as mortes explícitas não agradam, principalmente pelo posicionamento de câmera confusa.
“Você não sabe o quanto eu caminhei pra chegar até aqui”
A segunda temporada de “A Casa do Dragão” eleva ainda mais o nível da narrativa complexa e dos conflitos intrincados que fizeram da primeira temporada um sucesso. Como spin-off de “Game of Thrones”, a série continua a expandir o universo de Westeros, focando nas disputas internas da família Targaryen e suas consequências no reino. Com uma narrativa que se aprofunda na política e nas relações familiares, esta temporada mantém o público investido, embora com alguns altos e baixos.
O ponto mais forte da temporada é o desenvolvimento dos personagens principais, especialmente Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower. As duas continuam a ser protagonistas multidimensionais, lutando por poder e sobrevivência em um cenário dominado por intrigas e traições. O roteiro se aprofunda em suas motivações, fragilidades e decisões, mostrando o quão longe cada uma está disposta a ir para proteger seus interesses. A série é habilidosa em equilibrar momentos de vulnerabilidade e força, o que torna ambas as personagens mais humanas e, ao mesmo tempo, mais ambíguas moralmente.
Além disso, a segunda temporada faz um trabalho excelente ao explorar as dinâmicas de poder e as alianças políticas dentro de Westeros. Com um cenário de guerra iminente, as manobras políticas se tornam ainda mais complexas, e a tensão é palpável em cada episódio. No entanto, a introdução de muitas subtramas e novos personagens acaba por diluir o foco da narrativa principal. Enquanto alguns desses arcos são fascinantes e acrescentam profundidade ao universo da série, outros se tornam desnecessários e não conseguem prender a atenção do espectador.
O visual da série permanece impressionante, especialmente nas cenas que envolvem dragões e batalhas épicas. A segunda temporada aumenta a aposta nos confrontos entre dragões, entregando algumas das sequências mais memoráveis de toda a franquia. A direção de arte e os efeitos especiais são, sem dúvida, um dos pontos altos, proporcionando momentos de tirar o fôlego que mantêm o espírito épico de “Game of Thrones” vivo. No entanto, o uso excessivo de CGI em certos momentos pode parecer exagerado, desviando a atenção dos aspectos mais emocionais e narrativos da série.
Os episódios que focam em batalhas e ações são equilibrados por episódios mais lentos e focados em diálogos, o que cria um contraste de ritmo. Se, por um lado, esse equilíbrio pode ser visto como uma tentativa de aprofundar a construção de mundo e personagens, por outro, pode também frustrar os espectadores que buscam um desenvolvimento mais direto e coeso da trama principal. Essa variação de ritmo nem sempre funciona, resultando em alguns episódios que parecem arrastados ou desconectados.
A série continua a aprofundar o lore de Westeros, trazendo à tona elementos da história dos Targaryen e outros clãs importantes que moldam o destino do reino. Essas adições ao universo são um deleite para fãs dedicados que desejam explorar ainda mais as complexidades de George R.R. Martin. No entanto, para o público casual, a quantidade de informações novas pode ser um pouco avassaladora e, em certos momentos, desconexa da narrativa principal.
O elenco de apoio também merece destaque, especialmente personagens como Daemon Targaryen e Ser Harwin Strong, que recebem mais tempo de tela nesta temporada. Suas histórias e evoluções adicionam novas camadas à narrativa e proporcionam ao público novas perspectivas sobre os eventos que se desenrolam. No entanto, outros personagens que tiveram destaque na primeira temporada acabam recebendo menos atenção, o que pode decepcionar aqueles que se apegaram a essas figuras.
Outro ponto positivo é a qualidade das atuações. Os atores entregam performances fortes, principalmente nas cenas que envolvem confrontos emocionais e dilemas morais. A química entre os membros do elenco é palpável, o que ajuda a criar um ambiente autêntico e envolvente. No entanto, alguns diálogos e cenas de exposição soam um pouco forçados, algo que poderia ser melhorado com um roteiro mais refinado.
A trilha sonora e a cinematografia continuam a impressionar, oferecendo uma atmosfera que é ao mesmo tempo grandiosa e intimista. As composições musicais ajudam a elevar a tensão e a emoção em momentos chave, enquanto a cinematografia utiliza uma paleta de cores sombria que reflete o tom cada vez mais sinistro da narrativa. Essas escolhas estilísticas contribuem para uma experiência visual e auditiva poderosa.
Um dos problemas recorrentes é a gestão das expectativas dos espectadores. Com a primeira temporada estabelecendo uma base sólida e prometendo grandes confrontos, a segunda temporada nem sempre entrega o que promete em termos de resolução de conflitos. Algumas tramas são prolongadas sem necessidade, enquanto outras são apressadas, resultando em uma sensação de desequilíbrio.
O final da temporada oferece ganchos emocionantes e momentos de cair o queixo, mas também deixa muitas questões em aberto. Isso pode ser frustrante para os espectadores que esperavam um encerramento mais fechado ou respostas mais concretas. Ao mesmo tempo, esses cliffhangers prometem uma terceira temporada ainda mais cheia de tensão e conflitos, mantendo o interesse do público pela continuidade da saga.
Em resumo, a segunda temporada de “A Casa do Dragão” é um sucesso em expandir o universo de Westeros, proporcionando momentos de alta tensão, desenvolvimento de personagens intrigante e um espetáculo visual digno de sua predecessora. Embora tenha suas falhas em termos de ritmo e coesão narrativa, a série continua a ser um marco na televisão, mantendo-se relevante tanto para os fãs de longa data de “Game of Thrones” quanto para os novos espectadores. Com promessas de conflitos ainda maiores no horizonte, “A Casa do Dragão” segue firme como um dos pilares do entretenimento contemporâneo.
Osama Sentai King Ohger ou traduzindo Realeza Magestosa King Ohger é a 47º série de super sentai que estreitou no Japão em 05 de março de 2023 e terminou em 25 de fevereiro de 2024 totalizando 50 episódios foi uma série com o tema focado em insetos, e também foi a primeira série que tivemos um Time Skip (a história avançando) no meio do caminho, coisa que nunca aconteceu em nenhum super sentai.
King Ohger nada mais é que o nome do robo que no fim acaba sendo o nome do esquadrão que cada um é rei ou soberano de algum dos reinos 5 reinos,
Personagens:
Gira Husty, um jovem do reino de Shugodom que tem o poder de falar com os Shugods que acaba entrando no castelo e rouba de Racules Husty o OhgerCalibur e se torna o Kuwagata Ohger, e nesse termo se torna um traidor, depois no desenrolar da trama acabamos descobrindo que ele era o irmão caçula perdido de Racules Husty e ele se torna o Rei de Shugodom, o reino principal e lider dos KingOhgers
Yanma Gast
Yanma Gast é um morador de rua que com o seu intelecto em programação se tornou o prefeito de N´kosopa e o Tombo Ohger junto com a sua trupe ele fez uma cidade que parecia um lixo e a transfomou no polo de tecnologia do planeta, ele conseguiu fazer as ohger Calibur e os prototipos deixados pelos inscritos antigos e criou todos os os shugods e no decorrer da história ele sozinho cria uma tecnologia que aumenta o poder os king ohgers atravez do símbolo da sua família
Hymeno Ran
Hymeno ran é a Rainha e Ishabana seus pais os antigos reis eram os maiores médicos que acabaram morrendo no dia da ira dos deuses e ela criança acabou sendo obrigada a assumir o reino e se tornou uma medica muito melhor que seus pais, e assim também acabou de tornando uma lutadora a Kamikari Ohger muito forte sendo ate considerada uma das mais fortes do grupo.
Rita Kaniska
Rita Kaniska é a Juíza do reino de Gokkan e a Papilon Ohger, na qual ela já teve que julgar varias pessoas ou eventos como a luta entre Racules e Gira, ela não demonstra seus sentimentos e ela é super apaixonada pelo desenho do Moffum.
Kaguragi Dybowski
Katsuragi Dybowski é a maior incógnita da equipe, ele é o soberando do reino de Toffu e o Tombo Ohger, o reino de Toffu conhecido por ser o berço da alimentação de todo o mundo, de onde sai as plantações e melhores comidas do mundo, sua irmã já foi prometida pra ser esposa de Racules Husty e ele era o maior aliado, depois ele trai Racules e se junta aos KingOhgers, em um outro momento ele trai seus amigos e se mostra aliado de Racules, mas ele é o mais velho de todos e o mais engraçado.
Jeramie Brasieri
Jeramie Brasieri tem 2000 anos de vida ele é um contador de histórias e o Kumonos ohger, ele usa uma chave pra abrir os poderes dele, um homem que é meio humano e meio Bug Narak e ele acaba se tornando o Rei dos Bug narak e maior aliado dos King Ohgers.
Enredo:
Dois milênios atrás, no planeta Chikyu, um grupo de heróis uniu forças para derrotar e exilar o Império Subterrâneo Bug Naraku para os níveis subterrâneos do planeta através de sua divindade guardiã, Legend King-Ohger. Posteriormente, os heróis se separaram, cinco deles estabelecendo os reinos de Shugodom, Nkosopa, Ishabana, Gokkan e Tofu, respectivamente. Mas mais tarde se espalha uma profecia de que Bug Naraku retornará.
No presente, quinze anos após uma catástrofe conhecida como a Ira de Deus, a tentativa de aliança dos governantes atuais falha quando os Bug Naraku atacam Shugodom de acordo com o decreto de genocídio de seu Rei Desnaraku VIII. Um jovem Shugodom chamado Gira aprendeu que seu rei, o rei Racules Husty, planeja fazer com que o conflito justifique sua agenda de unificar os reinos sob seu governo, enojado com a intenção insensível de Racules de sacrificar seu povo e rouba seu Ohger Calibur, o símbolo de autoridade dos reis. Gira se declara um “rei do mal” empenhado em destruir o reinado de Racules, despertando os Shugods que formam King-Ohger enquanto é considerado um traidor, apesar de mais tarde ser revelado ser o irmão mais novo desaparecido de Racules. Gira forma uma aliança com os outros governantes: Presidente Yanma Gast de Nkosopa, Rainha Hymeno Ran de Ishabana, Chefe de Justiça Rita Kaniska de Gokkan e Overlord Kaguragi Dybowski de Tofu para salvar seu mundo do Bug Naraku e depor Racules enquanto reúne os outros Shugods. necessário para formar Legend King-Ohger.
Eles eventualmente são acompanhados em sua busca pelo historiador Jeramie Brasieri, revelado como o meio Bug Naraku, filho de um sexto herói esquecido cuja existência foi apagada da história por se apaixonar por um Bug Naraku da realeza, que fabricou a profecia em um esquema para unir as duas raças. Os seis logo formam uma nova aliança conhecida como “Ohsama Sentai King-Ohger”. Depois que Gira expõe os Rcules depostos e tem sucesso como rei de Shugodom, ele convence Desnaraku a se reconciliar com a humanidade assim que Jeramie souber que sua profecia causou o atual ataque de Bug Naraku. Mas Desnaraku é mortalmente ferido por sua mão direita, Kamejim, que revelou ter orquestrado o conflito Humano/Bug Naraku, com Jeramie estabelecendo um sexto reino oficial de Chikyu para o Bug Naraku viver em paz. Mais tarde, os Ohsama Sentai embarcam brevemente em uma aventura no reino espiritual, Hākabāka, onde são avisados por seus antecessores sobre uma nova ameaça que enfrentarão.
Dois anos depois, os King-Ohgers enfrentam uma nova ameaça ao seu mundo quando o mestre de Kamejim, o Rei Galactinsect Dagded Dujardin, chega para forçar Chikyu a retomar a guerra ou será destruído. Mas Gira descobre que Dagded é o verdadeiro mentor do conflito Humano / Inseto Naraku, forçando a Casa Husty a seu serviço com seus Jesters Galactinsect causando o incidente da Ira de Deus, recusando-se a permitir a renovação da guerra enquanto ele e os outros expõem os feitos de Dagded..
A série é cheia de reviravoltas, a trama sempre vem cativante, os personagens no geral são bem carismáticos, e essa foi uma das poucas que soube trabalhar bem com os personagens e vilões com por exemplo o irmao do Jereami Naraka Desnarak VIII que era um vilão bem trabalhado e teve uma profundidade muito boa, nesse ponto a serie tem poucos momentos ruins, no meio da série temos dois episódios especiais com o Kyoryuger que a série fez 10 anos e houve um crossover e fora que após o final da serie ainda teremos o crossover com o Don Brothers e novamente com o Kyoryuger, a minha nota pe nota 9, vale muito a pena, infelizmente não temos a serie de forma oficial no Brasil o jeito é ver de maneiras não oficiais.
Ao adentrar uma sala de cinema com a expectativa gerada pelo título que evoca a lendária escuderia de Fórmula 1, “Ferrari”, dirigido por Michael Mann, surpreende ao desviar do óbvio. Este não é um típico filme de cinebiografia que exalta triunfos e vitórias, mas sim uma imersão inteligente em um período de crise na vida do empresário Enzo Ferrari.
Mann, conhecido por obras como “O Informante” e “Inimigos Públicos”, opta por não traçar uma linha cronológica convencional da vida de Ferrari, mas sim foca em um momento crítico: o verão de 1957. Aqui, vemos um Enzo (interpretado brilhantemente por Adam Driver) à beira da falência, apostando tudo na Mille Miglia, uma corrida icônica na Itália. A narrativa mergulha nas lutas pessoais e profissionais de Enzo, destacando seu casamento desmoronado e os dilemas com sua amante e filho ilegítimo.
O roteiro, baseado no livro “Ferrari: O homem por trás das máquinas”, de Troy Kennedy Martin, mantém o ritmo sem perder profundidade, evitando o atropelo de eventos comuns em cinebiografias. Mann consegue equilibrar habilmente os elementos emocionais e a ação das corridas, proporcionando aos espectadores uma experiência cativante.
O retrato de Enzo como um homem marcado por perdas e culpado por suas próprias falhas humaniza o magnata sem cair em clichês vitimistas. Adam Driver entrega uma performance poderosa, transmitindo a complexidade e vulnerabilidade do personagem.
Avatar: A Lenda de Aang é uma animação aclamada pela Nickelodeon, conhecida por seus personagens cativantes, um universo ricamente elaborado e cenas de luta impressionantes. A tão aguardada adaptação em live-action pela Netflix despertou grandes expectativas, dada a qualidade do material original e experiências anteriores do serviço de streaming. Finalmente lançada nesta quinta-feira (22), as primeiras análises já estão surgindo.
As críticas até agora são divergentes, refletindo uma média de aprovação de 68% no Rotten Tomatoes no momento desta redação. Enquanto isso, o público parece estar um pouco mais favorável à produção, com uma aprovação de 73%. Enquanto alguns elogiam o ritmo e as sequências de ação, outros apontam mudanças em relação à obra original como pontos de discordância. Abaixo, destacamos alguns trechos das análises:
“Ao invés de trazer nova vida para um mundo familiar, esse Avatar serve somente para lembrar que algumas propriedades queridas deviam ser deixadas no gelo.” – Angie Han para o Hollywood Reporter
“O novo o Último Mestre do Ar tem entretenimento o bastante para novas pessoas e respeitosa o bastante para lembrar os fãs do desenho porque eles amam esse mundo.” – Alan Sepinwall para a Rolling Stone
“Algumas escolhas astutas de elenco não podem salvar a série de sua construção sem inspiração e confusão de tom.” – Kambole Campbell para o Empire Magazine
“Apesar de não ser uma adaptação fiel, esse revival captura o espírito original enquanto atualiza aspectos que precisavam ser melhor trabalhados.” – Karama Horne para o TheWrap
“A trama de Avatar: O Último Mestre do Ar acompanha a jornada de Aang, um dominador de Ar que precisa dominar os demais elementos – água, terra e fogo – para confrontar a nação do fogo, que mergulhou o mundo em um estado de temor. O elenco inclui Gordon Cormier, Dallas Liu, Kiawentiio Tarbell, Daniel Kim e Ian Ousley.”
Avatar: O Último Mestre do Ar está agora disponível na Netflix.
Janeiro marca o período de férias para as crianças. Enquanto o verão domina as cidades e os pequenos desfrutam do tempo longe das escolas, os pais buscam maneiras de entreter seus filhos, e uma das opções mais atraentes é o cinema, especialmente devido ao ar-condicionado. Por que não unir diversão e aprendizado? Essa é uma das propostas ao assistir “Chama a Bebel”, o mais recente filme infantojuvenil brasileiro que chega às telas de todo o país nesta semana.
Bebel (Giulia Benite) é uma jovem cadeirante que passou toda a sua vida estudando na mesma escola no interior. Agora, aos quinze anos, ela precisa mudar para uma escola na cidade, deixando sua mãe, Mariana (Larissa Maciel), e seu avô, João (José Rubens Chachá), para viver com a família de sua tia, Marieta (Flávia Garrafa). Ao chegar na nova escola, o professor Denis (Rafa Muller) propõe uma tarefa aos alunos: pensar e apresentar uma solução sustentável para algum aspecto da escola. A partir daí, Bebel enfrenta problemas, pois Rox (Sofia Cordeiro) e suas amigas implicam com ela, já que Bebel idolatra a jovem ativista Greta Thunberg e, assim como ela, tem opiniões sobre como melhorar o mundo – algo que vai contra o estilo de vida de Rox.
Com uma duração de uma hora e trinta minutos, “Chama a Bebel” é, acima de tudo, um filme extremamente didático. Nesse contexto, o diretor Paulo Nascimento (também responsável pelo filme “Teu Mundo Não Cabe Nos Meus Olhos”, cujo protagonista era um homem cego) presta um excelente serviço à população com seu projeto, especialmente aos professores, que podem usar o filme para iniciar diversos debates em sala de aula. Este é claramente um dos objetivos do filme, pois aborda vários temas em sua trama, como reciclagem, capacitismo, maus-tratos aos animais, preconceito, entre outros.
A abundância de temas pode tornar a trama um pouco densa, com informações demais para serem contidas em uma hora e meia. O roteiro, assinado pelo próprio Paulo Nascimento e por Ricky Hiraoka, apresenta personagens adolescentes visando entreter o público infantil; no entanto, muitas ações são apenas sugeridas no enredo, sem ocorrerem de fato (por exemplo, a resolução da história é narrada em off pela protagonista, com eventos selecionados que resumem o desfecho), ou são enfatizadas demais (como a tia vilã, cujos trejeitos são marcados para tornar suas intenções evidentes para o público infantil).
Giulia Benite, também produtora associada de “Chama a Bebel”, incorpora à sua protagonista uma presença forte e líder, tornando-se conhecida como a “dona da rua” em seu trabalho anterior como Mônica em “Turma da Mônica: Laços”. Suas melhores cenas são os debates com a antagonista Rox, interpretada com carisma e malícia por Sofia Cordeiro.
“Chama a Bebel” combina entretenimento e didática, ensinando enquanto diverte. É uma ferramenta valiosa para pais e professores dialogarem com seus filhos e alunos, transformando o tempo de férias em uma oportunidade de aprendizado através do cinema. Uma excelente opção para um programa em família.
Nos primeiros momentos de “Aquaman 2: O Reino Perdido”, Arthur Curry menciona que todos possuem um dom, e o dele é a habilidade de comunicar-se com peixes. Esta nova produção da DC Comics, que também marca a despedida do antigo Universo Cinematográfico Estendido da DC (DCEU) antes de sua reformulação nas mãos de James Gunn, revela que o filme não se preocupa muito em levar a sério o super-herói interpretado por Jason Momoa.
Se o primeiro “Aquaman” conquistou o público com uma aventura divertida e despretensiosa, sua sequência segue a mesma linha, embora tropeçando e capotando a cada passo que tenta dar.
Sua maior vantagem em relação a outros filmes da DC é justamente a falta de pretensão, o que leva o espectador a relevar muitos dos problemas e embarcar nesta, por vezes, confusa nova jornada do Rei de Atlântida. “Aquaman 2: O Reino Perdido” mostra Arthur Curry em sua nova vida como Rei de Atlântida, marido e pai ao lado de Mera, interpretada novamente por Amber Heard.
O herói vê sua posição como rei como algo tedioso, especialmente porque suas decisões são frequentemente anuladas por um conselho político de Atlântida. As coisas mudam quando David Kane, o Arraia Negra, interpretado por Yahya Abdul-Mateen II (Watchmen), descobre um poder antigo que ameaça não apenas a vida de Aquaman, mas de toda a Terra.
Para enfrentá-lo, Arthur busca a ajuda de seu meio-irmão, Orm, novamente interpretado por Patrick Wilson (Invocação do Mal), o vilão do primeiro filme. A narrativa se desenvolve de maneira previsível, com os irmãos começando sua jornada como quase inimigos e gradualmente compreendendo um ao outro, lutando lado a lado. Mera aparece em algumas cenas para auxiliar o marido, mas sem um grande impacto no filme.
“Aquaman 2: O Reino Perdido” é, definitivamente, uma sequência do primeiro filme, e o grau de diversão que se terá depende muito da reação ao original. Jason Momoa conduz o filme com um Arthur Curry que é essencialmente Jason Momoa respirando debaixo d’água e falando com peixes. Este estilo peculiar do ator faz com que, em várias cenas, pareça que o diretor James Wan queria que Patrick Wilson interpretasse Aquaman.
Apesar de uma trama com ritmo perceptivelmente ajustado em pós-produção, o filme possui cenas divertidas e, como mencionado, não leva a sério o suficiente para impedir que o espectador aproveite o que acontece. Alguns efeitos visuais impressionam, enquanto outros deixam a desejar, mas a narrativa prossegue, e as falhas são facilmente esquecidas. Talvez o maior defeito de “Aquaman 2: O Reino Proibido” não seja ser chato ou ruim, mas sim ser completamente esquecível.
Curiosamente, a culpa por essa sensação não recai no filme, mas em forças externas que o tornaram algo dispensável. Com o anúncio do reboot do universo DC nos cinemas, vários filmes do DCEU ficaram em um limbo, afetando as estreias de “Shazam! Fúria dos Deuses”, “The Flash” e “Besouro Azul”.
Os momentos finais do filme destacam exatamente o que foi o DCEU. Houve uma tentativa de criar algo inspirador, mas que, no final, revela-se equivocado em suas intenções. Não é um desastre, mas também não pode ser considerado um ótimo filme. É, sem dúvida, um dos filmes já feitos. Pelo menos, a última cena do DCEU provocou risos, não necessariamente por ser engraçada.
“Aquaman 2: O Reino Perdido” chega aos cinemas de todo o Brasil em 21 de dezembro.
Ursinho Pooh: Sangue e Mel é uma interpretação sombria e inusitada de personagens icônicos da infância, transformando-os em figuras aterrorizantes. Dirigido por Rhys Frake-Waterfield, o filme é uma produção independente que chama atenção ao explorar o clássico infantil por meio do gênero de terror. Esta abordagem é possível devido à obra de A.A. Milne, que entrou em domínio público, permitindo essa liberdade criativa para subverter o enredo original sem infringir direitos autorais.
Enredo e Desenvolvimento
O filme começa com uma introdução trágica ao destino de Pooh e Leitão após serem abandonados por Christopher Robin, que cresceu e partiu para a vida adulta. Sem os cuidados e alimentos que Christopher fornecia, os personagens se tornam selvagens e monstruosos, passando a aterrorizar as pessoas que se aproximam da floresta. O enredo se desenrola quando Christopher, agora adulto, retorna à Floresta dos Cem Acres com sua esposa, sem imaginar que seus antigos amigos de infância se transformaram em seres vingativos e violentos.
Além disso, o filme foca em um grupo de jovens que decidem acampar na floresta, o que rapidamente se torna um pesadelo quando Pooh e Leitão começam a persegui-los. A trama, portanto, transita entre os momentos de tensão de Christopher e os eventos de terror que os jovens enfrentam, criando um ritmo que mantém a atenção, mesmo que a narrativa seja previsível em alguns pontos.
Atmosfera e Direção de Arte
A direção de arte em Ursinho Pooh: Sangue e Mel merece destaque pela forma como transforma um cenário familiar em algo macabro. A Floresta dos Cem Acres, antes acolhedora e tranquila, é agora sombria, repleta de sombras e um clima claustrofóbico que reforça o sentimento de perigo constante. O design das versões sombrias de Pooh e Leitão também é interessante, com trajes que evocam a estética dos filmes de terror dos anos 70 e 80, trazendo uma sensação de estranheza e desconforto.
Trilha Sonora e Som
A trilha sonora e os efeitos de som são fundamentais para criar a atmosfera de terror do filme. Sons agudos e o uso de silêncio estratégico em momentos-chave aumentam a tensão. Apesar de ser uma produção de baixo orçamento, o filme utiliza bem o som para amplificar o impacto das cenas de perseguição e violência, embora alguns efeitos sejam um tanto exagerados, o que pode tirar um pouco da imersão em certos momentos.
Atuações e Personagens
As atuações em Sangue e Mel são competentes, considerando o tom intencionalmente exagerado e caricaturesco. Christopher Robin, interpretado por Nikolai Leon, traz uma camada emocional ao personagem que lida com a culpa e o terror de revisitar suas memórias de infância corrompidas. O elenco de apoio, composto pelos jovens que acampam na floresta, cumpre bem o papel de vítimas clássicas de filmes de terror, embora alguns diálogos possam parecer clichês do gênero slasher.
Pontos Altos: Criatividade e Releitura Ousada
Um dos principais pontos fortes de Ursinho Pooh: Sangue e Mel é a ousadia em subverter um personagem tão amado e criar uma versão perturbadora e violenta de uma história infantil. O filme explora o conceito de como os personagens lidariam com o abandono e a selvageria, adicionando uma camada sombria à nostalgia. Esta releitura criativa é uma proposta única, que desperta curiosidade e atrai o público fã de terror e de produções que desafiam o convencional.
Outro ponto positivo é o uso da estética slasher. O filme aproveita as convenções do gênero, como as cenas de perseguição, os sustos repentinos e a violência gráfica, para construir uma experiência de terror satisfatória, que evoca clássicos do gênero. Para os fãs de filmes de terror com um toque de sátira e bizarrice, Sangue e Mel é uma adição interessante.
Pontos Baixos: Roteiro e Desenvolvimento de Personagens
Por outro lado, Sangue e Mel peca em alguns aspectos de desenvolvimento. O roteiro, em certos pontos, é previsível e falta profundidade, especialmente no desenvolvimento dos personagens secundários. A história poderia explorar mais a transformação psicológica de Pooh e Leitão, dando-lhes motivações mais complexas. Em vez disso, o filme se concentra em cenas de terror e violência, sacrificando o potencial dramático que uma releitura sombria poderia trazer.
A previsibilidade do enredo também é um ponto fraco. Muitos momentos seguem fórmulas já vistas em outros filmes de terror, e alguns sustos se tornam repetitivos, perdendo o impacto conforme a trama avança. Além disso, o baixo orçamento é evidente em algumas cenas, com efeitos visuais e práticos que deixam a desejar em qualidade.
Conclusão
Ursinho Pooh: Sangue e Mel é uma tentativa corajosa de inovar no gênero de terror, usando personagens familiares de uma maneira perturbadora e inédita. Apesar de suas limitações, o filme é um entretenimento curioso para fãs do gênero e para aqueles que procuram uma experiência de horror incomum. Embora possa não agradar a todos, especialmente os fãs mais puristas do Ursinho Pooh, ele consegue chamar a atenção ao transformar um ícone infantil em algo monstruoso.