Crítica | Borderlands

Aviso: Contém Spoilers!

Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo” é a adaptação cinematográfica da famosa franquia de jogos desenvolvida pela Gearbox, dirigida por Eli Roth. Com um elenco estelar e visuais exuberantes, o filme tenta trazer a ação frenética, o humor ácido e o caos característico do universo dos jogos para a telona. No entanto, apesar de alguns momentos de brilho, a adaptação tropeça em sua tentativa de equilibrar ação, comédia e desenvolvimento de personagens, resultando em uma experiência que nem sempre entrega o potencial prometido.

A trama segue a caçadora de tesouros Lilith (interpretada por Cate Blanchett), que é convocada para retornar ao planeta Pandora em busca de uma chave lendária que abre o misterioso cofre. O vilão Atlas (Edgar Ramirez) busca essa chave para liberar um poder cósmico que pode destruir o universo. Ao longo do caminho, Lilith se alia a Roland (Kevin Hart), um ex-soldado, Tannis (Jamie Lee Curtis), uma cientista excêntrica, Tiny Tina (Ariana Greenblatt), uma especialista em explosivos, e Claptrap (Jack Black), o robô falastrão. Juntos, eles formam uma equipe desajustada para enfrentar Atlas e salvar o universo.

borderlands-filme-1024x576 Crítica | Borderlands

O enredo de “Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo” é direto e familiar. Desde o início, fica claro que a história segue a fórmula tradicional de missões de RPG: formar uma equipe, localizar um artefato poderoso e enfrentar o vilão. Embora essa simplicidade funcione para um jogo, no filme, a narrativa se torna previsível e carece de surpresas. O momento em que Atlas finalmente põe as mãos na chave e tenta abrir o cofre deveria ser um ponto alto, mas a cena carece de tensão, pois a resolução acontece rapidamente e sem grandes complicações.

Os personagens são um ponto central no universo de “Borderlands”, e o filme consegue capturar parte de suas excentricidades, mas de forma superficial. Lilith, interpretada com competência por Blanchett, tem presença, mas sua jornada emocional é rasa. Sua relação com Roland, que poderia ter sido mais explorada, é tratada de forma mecânica, como se o roteiro estivesse apenas passando por checklists. O Roland de Kevin Hart é uma figura muito mais contida do que se esperaria, o que contrasta com sua persona cômica habitual, mas ainda assim ele não é suficientemente desenvolvido para criar impacto.

Talvez o personagem que mais se destaque seja Claptrap, dublado por Jack Black. O robô oferece os momentos mais cômicos do filme, roubando a cena com suas piadas e comentários absurdos. A presença de Claptrap é um alívio em meio ao roteiro previsível, trazendo o humor anárquico que os fãs dos jogos esperam. No entanto, o excesso de comédia em momentos de ação séria quebra o tom do filme, fazendo com que ele oscile entre o humor e a gravidade de forma desajeitada.

Borderlands-Filme-Trailer-Inedito-1024x576 Crítica | Borderlands

O vilão Atlas, interpretado por Edgar Ramirez, é outro ponto fraco. Suas motivações são genéricas e sua presença não é tão ameaçadora quanto deveria ser. Sua busca pela chave e o desejo de conquistar o poder do cofre são elementos batidos no gênero de ficção científica, e o roteiro não dá a ele o desenvolvimento necessário para torná-lo memorável. Quando finalmente enfrenta Lilith no clímax do filme, a batalha carece de impacto emocional, e a vitória da protagonista parece inevitável e anticlimática.

Apesar dos problemas de roteiro, o filme brilha em seus aspectos visuais. A estética de Pandora é bem recriada, com paisagens desérticas, criaturas alienígenas e o estilo cel-shaded, que remete ao visual dos jogos. As sequências de ação são explosivas e bem coreografadas, embora, em alguns momentos, o excesso de efeitos especiais torne a ação difícil de acompanhar. A cena em que o cofre é aberto e a gigantesca criatura cósmica emerge é visualmente impressionante, mas o impacto emocional é diminuído pela falta de construção narrativa.

3641242-1024x430 Crítica | Borderlands

A trilha sonora também merece elogios. Com uma mistura de faixas eletrônicas e rock pesado, a música complementa bem o tom irreverente e frenético do filme. Momentos como as explosões de Tiny Tina e as cenas de perseguição com veículos são acompanhados por batidas pulsantes que ajudam a intensificar a ação. No entanto, a trilha sonora, por vezes, ofusca os diálogos, especialmente nas cenas de maior caos.

Para os fãs dos jogos, “Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo” oferece algumas referências e piadas internas que podem agradar, mas a adaptação perde a profundidade que muitos esperavam. Embora os personagens e o universo sejam fielmente recriados, a falta de um roteiro mais elaborado e o desenvolvimento emocional comprometido fazem com que o filme dependa demais do humor e da ação para se sustentar. Isso pode decepcionar aqueles que esperavam uma experiência mais rica e envolvente.

Atualmente, “Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo” está disponível para assistir no Amazon Prime Video, oferecendo aos fãs da franquia e aos entusiastas de filmes de ação uma oportunidade de mergulhar no caótico e extravagante mundo de Pandora. No entanto, o filme pode agradar mais os fãs casuais do gênero do que os devotos da franquia de jogos, que podem sentir que o filme não capturou totalmente a essência que torna “Borderlands” uma experiência tão única nos videogames.

Crítica | Hellboy e o Homem Torto

Hellboy e o Homem Torto” traz ao público mais uma vez o icônico demônio com um braço de pedra, Hellboy, agora enfrentando um dos vilões mais macabros e perturbadores de sua galeria: o Homem Torto. O filme adapta uma das histórias mais sombrias dos quadrinhos, onde o terror sobrenatural é tratado com uma abordagem ainda mais visceral. Embora a trama traga elementos familiares do universo de Hellboy, este filme se destaca pela sua atmosfera sombria, que mergulha profundamente no horror gótico, resultando em uma narrativa assustadora e inquietante.

hellboy-e-o-homem-torto-critica-destaque-1024x576 Crítica | Hellboy e o Homem Torto

O enredo gira em torno de Hellboy sendo atraído para uma pequena cidade no interior dos Estados Unidos, onde estranhos acontecimentos estão ligados à figura sinistra do Homem Torto, uma criatura maléfica ressuscitada de antigas lendas. O ritmo do filme é eficiente ao equilibrar o suspense com momentos de ação sobrenatural, permitindo que o espectador se envolva com o mistério que envolve o vilão. No entanto, o verdadeiro destaque está na atmosfera do filme, que constantemente joga com a tensão entre o mundo terreno e o sobrenatural.

A estética visual de “Hellboy e o Homem Torto” é notável. A direção de arte faz um trabalho primoroso ao capturar a sensação do folclore americano, com florestas nebulosas, casas abandonadas e sombras que parecem ganhar vida própria. Os efeitos especiais práticos e a maquiagem dos personagens criam um terror palpável e realista, em vez de recorrer ao CGI excessivo. O Homem Torto, com seu corpo distorcido e sorriso macabro, é um dos monstros mais aterrorizantes já trazidos à tela.

Embora o visual seja um ponto forte, a narrativa, em certos momentos, tropeça. O roteiro, em alguns pontos, depende excessivamente de clichês do gênero de terror, o que tira um pouco da originalidade da história. Os diálogos, por vezes, caem no território do óbvio, deixando pouco espaço para nuances nos personagens secundários. A relação de Hellboy com o vilão poderia ter sido mais desenvolvida, explorando mais profundamente as implicações de suas lutas internas.

20240809-ovicio-hellboy-homem-torto-1024x512 Crítica | Hellboy e o Homem Torto

O elenco, liderado pelo sempre carismático Hellboy, interpretado com robustez e humor sarcástico, faz um trabalho convincente. Sua interação com os personagens humanos, embora limitada, traz os momentos de leveza necessários para equilibrar o tom pesado do filme. O vilão Homem Torto, interpretado com intensidade, é uma presença constante e ameaçadora, mas poderia ter ganhado mais camadas em seu desenvolvimento, especialmente considerando o potencial psicológico de sua figura.

Outro ponto forte do filme é a trilha sonora, que acentua o tom sombrio e melancólico da história. Com influências de música folk e tons mais industriais, a trilha ajuda a criar uma sensação de desespero e tensão em várias cenas cruciais. O design de som também é crucial para o impacto do filme, usando ruídos sutis e ecos distantes para ampliar a sensação de terror iminente.

O filme também toca em temas que exploram o confronto entre o bem e o mal, e a linha tênue entre eles. Hellboy, sendo uma criatura nascida para a destruição, lida com seus próprios demônios internos enquanto enfrenta uma manifestação literal do mal em sua missão. Contudo, esses temas poderiam ter sido explorados de forma mais filosófica, ao invés de serem tratados de maneira superficial.

hellboy-novo-trailer-de-the-crooked-man-promete-uma-versao-mais-sombria-e-aterrorizante-1024x576 Crítica | Hellboy e o Homem Torto

Em termos de adaptação dos quadrinhos, o filme é fiel o suficiente para satisfazer os fãs, mas também toma algumas liberdades que podem desagradar os puristas. A essência do horror gótico de Mike Mignola está presente, mas alguns detalhes da trama parecem simplificados em comparação com a riqueza dos quadrinhos originais. Isso, no entanto, não impede que o filme entregue momentos intensos e cenas que ficarão na memória dos fãs do gênero.

Em conclusão, “Hellboy e o Homem Torto” é um filme visualmente impressionante e eficaz na criação de uma atmosfera de terror. Apesar de tropeços no roteiro e no desenvolvimento de personagens, ele oferece uma experiência intensa para os fãs de Hellboy e amantes de filmes de horror. O vilão memorável e a estética assustadora fazem deste um capítulo digno no universo do demônio de chifres serrados, mesmo que o filme não alcance todo o seu potencial narrativo.

“Descontão Cinemark”: ingressos a R$ 12

Cinemark acaba de anunciar mais uma novidade para os fãs de cinema: durante os dias 23, 24, 25 e 30 de setembro e 1º e 2 de outubro, o público poderá conferir qualquer sessão em 2D e 3D nas salas de cinema da Rede ao redor do país pelo valor promocional de R$ 12. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria, no site, app e ATMs. Em caso da compra dos ingressos ser realizada nos canais digitais da Cinemark, todos os clientes devem selecionar a opção de entrada promocional antes de prosseguir com o pagamento.

A ação é uma extensão da Semana do Cinema por mais duas semanas, de segunda a quarta, para os clientes da Rede prestigiarem na tela grande as diversas produções em cartaz, como “Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice”, “Silvio”, “Hellboy e o Homem Torto”, “Meu Amigo Pinguim”, e “Zuzubalândia – O Filme” (exclusivo na Cinemark). Salas Prime, Poltrona D-BOX e XD não estão inclusas. “Coringa: Delírio a Dois”, que terá sessões antecipadas a partir de 2 de outubro, não está elegível à promoção do Descontão Cinemark. Filmes de conteúdos especiais também não estão contemplados. Consulte todas as regras no nosso site.

“Mais uma vez pensando na melhor experiência para os nossos clientes, decidimos estender a Semana do Cinema por mais duas semanas. Com uma programação repleta de filmes para todos os públicos e idades, proporcionamos mais uma oportunidade para as pessoas aproveitarem o melhor da tecnologia das salas da Cinemark e incentivar a ida ao cinema com o custo-benefício do ingresso”, comenta Vinicius Porto, Diretor de Marketing & Clientes da Cinemark.

Serviço “Descontão Cinemark” – Setembro/2024
Em todos os complexos Cinemark com salas tradicionais 2D e 3D. Confira os horários das sessões no site ou app
Data: De segunda a quarta, durante os dias 23, 24, 25 e 30/9 e 1º e 2/10.
Valor único: R$ 12*.
*Para garantir este valor na compra via canais digitais, clientes devem selecionar a opção PROMOCIONAL

‘Fernanda Young – Foge-me ao Controle’

Premiado no festival “É Tudo Verdade” deste ano, filme dirigido por Susanna Lira mostra diferentes facetas da escritora e roteirista

O filme “Fernanda Young – Foge-me ao Controle” chega aos cinemas nesta quinta-feira, 29 de agosto – quatro dias depois da data que marca os 5 anos da morte da escritora e apresentadora. Com distribuição da Synapse Distribution, o documentário é assinado por Susanna Lira, diretora de mais de 15 longa-metragens, dezenas de filmes e séries e mais de 50 prêmios em festivais nacionais e internacionais.  “Fernanda Young – Foge-me ao Controle” conquistou os prêmios de Melhor Montagem no Festival  É Tudo Verdade e da crítica no Festival de Paraty.

“Fernanda Young – Foge-me ao Controle” propõe ao espectador uma viagem poética pelo pensamento de Fernanda, por meio de trechos de programas de TV que apresentou, depoimentos que deu e imagens de sua vida pessoal. O filme traz ainda cenas de filmes e séries roteirizados por ela – como “Os Normais” e “Shippados” –, muitas vezes em parceria com o marido, Alexandre Machado. 

Apesar de ter feito sucesso popular principalmente pelos roteiros e aparições na televisão, Fernanda Young sempre se identificou como escritora. Trechos de alguns de seus 15 livros publicados, tanto de poesia quanto de prosa, ganham vida no filme, lidos pela atriz Maria Ribeiro. Animações criadas a partir de desenhos feitos pela própria Fernanda completam o mosaico do documentário.

image-1024x576 'Fernanda Young - Foge-me ao Controle'

“O filme mergulha neste lado literário dela, que pouca gente conhece. Fernanda se ressentia por não ser reconhecida como escritora, e foi uma voz sobre o feminismo em uma época que o assunto era pouco abordado”, conta a diretora Susanna Lira. 

Com argumento de Marcella Tovar e Susanna Lira, o documentário tem  roteiro final de Clara Eyer e Ítalo Rocha, que também assinam a pesquisa de conteúdo; e roteiro de Beto e Bruno Passeri. “Fernanda Young – Foge-me ao Controle” é um filme da Modo Operante Produções, em coprodução com o canal GNT. 

Sinopse:

De insana a consciente, de feminista punk a mãe apaixonada. “Os Normais”, “Saia Justa” e todas as faces da artista Fernanda Young, que sacudiu a televisão brasileira e se tornou uma das vozes mais importantes da sua geração.

Sonic 3: O Filme ganha primeiro trailer

A produção chega aos cinemas brasileiros em 25 de dezembro

O ouriço mais rápido do mundo está de volta para uma nova aventura. “Sonic 3: O Filme” acaba de revelar seu primeiro trailer e pôster oficial, que além de trazer os personagens queridos da franquia, apresenta um novo vilão: o Shadow. Além do teaser, o filme recebeu também a data de estreia oficial no Brasil, que será em 25 de dezembro. 

No terceiro longa da franquia, Sonic retorna às telonas em sua aventura mais emocionante até hoje. Sonic, Knuckles e Tails se reúnem contra um novo e poderoso adversário, Shadow, um vilão misterioso com poderes diferentes de tudo o que já enfrentaram antes. Com suas habilidades excepcionais, a Equipe Sonic vai buscar uma aliança improvável na esperança de deter Shadow e proteger o planeta. Jim Carrey e James Marsden retornam aos seus papéis como Dr. Robotnik e Tom Wachowski. Ben Schwartz, Idris Elba e Colleen O’Shaughnessey também reprisam a dublagem de Sonic, Knuckles e Tails respectivamente. A grande novidade é a voz de Shadow que fica sob responsabilidade de Keanu Reeves. 

“Sonic 3: O Filme” é escrito por Pat Casey, Josh Miller e John Whittington. Jeff Fowler, que também assina o trabalho dos dois filmes anteriores, retorna para a direção do terceiro longa. A produção é uma parceria entre a Paramount Pictures, a Original Film e a Sega Sammy Group. O terceiro filme do ouriço chega somente nos cinemas em 25 de dezembro de 2024.

Sonic 3: O Filme – 25 de dezembro nos cinemas

#Sonic3OFilme 

Sessão antecipada de Hellboy e o Homem Torto

Projeto da Rede que oferece experiência única para os fãs retorna com um dos principais filmes do ano. Além da entrada, ingresso dá direito a combo e brindes exclusivos

A Cinemark, em parceria com a Imagem Filmes, prepara uma experiência única para os fãs do famoso demônio vermelho das HQs. No dia 28 de agosto, às 20h‘Hellboy e o Homem Torto’ terá uma sessão especial antecipada no Cinemark Eldorado, em São Paulo, em mais uma edição da Spoiler Night Cinemark. A pré-venda de ingressos já está disponível no site e app da Rede.

Criado por Mike Mignola, Hellboy é um personagem marcante do universo dos quadrinhos e do cinema pop. E para que o público prestigie em grande estilo essa nova produção, que chega às salas da Cinemark a partir de 5 de setembro, a Rede preparou uma experiência totalmente imersiva e customizada.

20240809-ovicio-hellboy-homem-torto-1024x512 Sessão antecipada de Hellboy e o Homem Torto

“Em mais uma edição muito especial da Spoiler Night, estamos felizes em trazer toda a fantasia do universo de Hellboy em nossa sala de cinema. Com um filme tão aguardado pelo público como este, nos preparamos para realizar um evento que faz jus à longa espera dos fãs, e esperamos que eles se divirtam muito conosco”, comenta Vinicius Porto, Diretor de Marketing da Cinemark.

Além do acesso ao filme com tematização da sala e conteúdo exclusivo, a entrada também inclui um combo de pipoca, com bebida, e um kit especial do herói vermelho com chaveiro e pôster colecionável. O valor do ingresso desta Spoiler Night é de R$ 69,90.

Spoiler Night Cinemark: ‘Hellboy e o Homem Torto’
Quando: Dia 28 de agosto, às 20h.
Onde: Cinemark Eldorado (Shopping Eldorado – Av. Rebouças, 3970 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05402-600)
Pré-venda de ingressos já disponível no app e site da Cinemark. 
Ingresso no valor de R$ 69,90.

Deep Web: Show Da Morte chega aos cinemas

Novo terror chega aos cinemas brasileiros com cópias dublada e legendada com distribuição da A2 Filmes

Nesta quinta-feira, dia 22 de agosto, acontece a estreia do filme de terror DEEP WEB: SHOW DA MORTE (The Deep Web: Murdershow), do diretor e roteirista Dan Zachary (“Darkest Hour” e “Mortal Remains“), que chegará exclusivamente nos cinemas brasileiros, com cópias dublada e legendada, com distribuição da A2 Filmes.

O filme chegará aos cinemas de São Paulo, Osasco, Praia Grande, Rio de Janeiro, Itaguaí, Brasília, Salvador, Belo Horizonte, Joao Pessoa, Nossa Senhora do Socorro, Serra, Várzea Grande, Paulista, Coqueiro, Governador Valadares, Cuiabá, Feira de Santana e Campina Grande.

Deep-Web-Murdershow_10503-Doxy-and-clown-1024x576 Deep Web: Show Da Morte chega aos cinemas

Estrelado por Aiden Howard (das séries “Goosebumps” e “Riverdale“), Lauren Jackson (“North to Home” e “Romantic Friction“), Darci McDonald (da franquia “Garotos de Lugar Nenhum“) e Brendan Fletcher (“Noite Infeliz” e “O Regresso“), o filme conta a história de um podcaster chamado Ethan Newton, que buscando pistas sobre a morte de sua irmã, acaba na deep web e descobre o THE MURDERSHOW, um site onde o maior lance em criptomoedas seleciona como a vítima será morta. Se você está observando eles, eles estão observando você.

Estômago 2 no 52ª Festival de Gramado

Dirigido por Marcos Jorge e com distribuição da Paris Filmes, longa conquistou 5 Kikitos, incluindo o de Melhor Filme pelo júri popular

“Estômago 2 – O Poderoso Chef” se consagrou como o filme mais premiado da 52ª edição do Festival de Cinema de Gramado. Na tradicional premiação de encerramento do evento, o longa de Marcos Jorge levou cinco Kikitos: Melhor Ator (dividido entre Nicola Siri, que vive Dom Caroglio, e João Miguel, na pele de Raimundo Nonato), Melhor Roteiro (Bernardo Rennó, Lusa Silvestre e Marcos Jorge), Melhor Direção de Arte (Fabíola Bonofiglio e Massimo Santomarco), Melhor Trilha Sonora (Giovanni Venosta) e Melhor Filme eleito pelo júri popular. “Estômago 2” tem distribuição da Paris Filmes e estreia nos cinemas de todo o Brasil no dia 29 de agosto

“Eu busco entreter com inteligência. Eu busco entreter e fazer as pessoas refletirem. É lindo saber que o filme venceu prêmios de categorias, de roteiro e venceu o prêmio de júri popular. A gente tem que agradecer a muitas pessoas que fizeram este filme acontecer. Foi um filme muito difícil, uma produção internacional. Nós enfrentamos desafios que todos nós da indústria enfrentamos, neste caso um pouco duplicados. A equipe do filme é muito grande. Muito obrigada a todos vocês por terem prestigiado a gente e, em 29 de agosto, prestigiem o cinema brasileiro com a estreia de Estômago 2”, destacou Marcos Jorge em seu discurso durante a premiação. 

2e0ff07d4621998284b2ed6aad9fef62-1024x683 Estômago 2 no 52ª Festival de Gramado

Diretor Marcos Jorge e o ator Nicola Siri, que dá vida ao mafioso italiano Dom Caroglio em “Estômago 2”. Créditos: Lucas Ramos

O longa se passa 16 anos após os acontecimentos do primeiro título, “Estômago”, e acompanha a trajetória de Nonato (João Miguel), que possui inigualável talento para a culinária e conquistou os poderosos na hierarquia da cadeia. Nonato cozinha para o diretor, para o líder dos presidiários – Etecétera (Paulo Miklos) -, e para os carcereiros, com requintes de alta gastronomia. Mas, a chegada de um famoso mafioso italiano (Nicola Siri) vai abalar as estruturas e colocará o chef no epicentro de uma feroz disputa de poder. 

Filmado no Brasil e na Itália e falado nos dois idiomas, “Estômago 2” traz no elenco nomes de peso do cinema italiano e europeu, como Violante Placido, Giulio Beranek, Marisa Laurito e Vincent Riotta.

O longa é produzido pela Zencrane Filmes, em coprodução com a Warner Bros. Discovery, Telecine, a italiana Alexandra Cinematográfica e contou com o patrocínio da Petrobras, além de distribuição da Paris Filmes.

Sinopse:
A fantástica e divertida jornada de nosso “anti-herói” preferido, Raimundo Nonato (João Miguel), e suas aventuras filosófico-culinárias continuam. Dezesseis anos depois dos acontecimentos do primeiro filme, Nonato virou o chef dos chefs na prisão, encantando com seu talento culinário e saborosa lábia tanto o diretor do presídio quanto o veterano líder dos detentos (Paulo Miklos). Até que um terceiro chefão, o mafioso italiano Dom Caraglio (Nicola Siri), chega para disputar o controle da penitenciária e o privilégio de ser servido pelo carismático cozinheiro. Ao mesmo tempo, conheceremos os tortuosos caminhos que transformaram o pacato filho da dona de um restaurante brasileiro no sul da Itália no poderoso chefe que, anos depois, vem ao Brasil desafiar o crime organizado por causa de Nonato.

‘Estômago 2 – O Poderoso Chef’ chega aos cinemas em 29 de agosto

Crítica | Alien Romulus

Alien: Romulus – Uma Nova Era de Terror Cósmico

Alien: Romulus” marca uma nova entrada na icônica franquia de terror de ficção científica que começou em 1979 com o clássico de Ridley Scott. Esta nova iteração, dirigida por um cineasta promissor (nome fictício), tenta capturar a essência do horror atmosférico e psicológico dos primeiros filmes, ao mesmo tempo em que introduz novos elementos e uma narrativa intrigante que expande a mitologia dos Xenomorfos. O resultado é um filme que mistura nostalgia com inovação, oferecendo aos fãs de longa data algo para se deliciarem, enquanto também atrai uma nova geração de espectadores.

A trama de “Alien: Romulus” se passa várias décadas após os eventos de “Alien: Covenant“. O filme nos apresenta a um grupo de colonos em um planeta desconhecido, que recebe o nome de “Romulus” devido ao seu ambiente hostil e isolado. A missão é clara: explorar e terraformar o planeta para futuras gerações humanas. No entanto, a descoberta de uma antiga nave alienígena enterrada nas profundezas do planeta desencadeia uma série de eventos aterrorizantes. A narrativa se constrói lentamente, com um suspense crescente que evoca o tom claustrofóbico do filme original de 1979.

Um dos pontos fortes de “Alien: Romulus” é a sua construção de personagens. Ao contrário de algumas das sequências anteriores que se concentraram demais na ação e esqueceram o desenvolvimento dos personagens, este filme dá tempo para que conheçamos e nos importemos com a equipe de colonos. A protagonista, Dra. Elena Ramirez (nome fictício), uma exobiologista lutando contra seu passado traumático, é um destaque. Sua interpretação é convincente e emocionalmente complexa, criando uma conexão genuína com o público.

MV5BOGQ3MjEyMTItNDM2MS00MGJkLWEwMDctZGVlMzU4NGNkMTQwXkEyXkFqcGdeQXVyMTkxNjUyNQ@@._V1_-1024x535 Crítica | Alien Romulus

Visualmente, “Alien: Romulus” impressiona. O design de produção é uma mistura bem-sucedida de elementos futuristas e ambientes naturais que dão ao filme uma estética única. A nave alienígena, em particular, é um espetáculo visual, com corredores que parecem vivos e cheios de segredos. A cinematografia usa sombras e luz de maneira magistral para criar um sentimento constante de ameaça iminente. A trilha sonora, composta por um veterano da franquia (nome fictício), é uma combinação de temas clássicos e novos, aumentando a tensão e a atmosfera opressiva.

O terror em “Alien: Romulus” retorna às suas raízes. Em vez de confiar em sustos fáceis, o filme emprega um suspense psicológico e o uso eficaz de gore para criar um senso de horror palpável. Os Xenomorfos aqui são tão aterrorizantes quanto nunca, mas o diretor também introduz uma nova variante da criatura que adiciona uma camada extra de perigo. Essa nova adição à mitologia dos Xenomorfos é bem recebida e oferece novos desafios para os protagonistas que lutam por suas vidas.

No entanto, o filme não é sem falhas. Enquanto “Alien: Romulus” constrói sua narrativa com cuidado, alguns elementos da trama parecem subdesenvolvidos ou apressados, especialmente em relação ao pano de fundo do planeta Romulus e o mistério por trás da nave alienígena. Certas subtramas, como uma possível traição dentro da equipe de colonos, poderiam ter sido mais exploradas para adicionar profundidade à narrativa. Além disso, o final pode dividir opiniões – ele opta por um desfecho ambíguo que pode frustrar aqueles que preferem um encerramento mais conclusivo.

romulus_dtrl6_4k_r709f_stills_240716.090346-1024x576 Crítica | Alien Romulus

Em última análise, “Alien: Romulus” é uma adição digna à franquia “Alien“. Ele combina elementos de terror clássico com novos conceitos que revigoram a série. O filme é uma experiência intensa e assustadora que homenageia o legado de Ridley Scott enquanto se aventura por novos territórios. Para os fãs de longa data, há muito o que apreciar; para novos espectadores, é uma introdução assustadora e emocionante ao universo de “Alien“. Se este filme indica o futuro da franquia, podemos estar otimistas de que ainda há muito terror espacial para explorar.

Vencedores do Framboesa de Ouro 2024

No sábado, 9 de março, ocorreu a 44ª edição do Framboesa de Ouro, uma premiação que antecede o Oscar e destaca as performances mais fracas de Hollywood. Os vencedores foram anunciados em uma cerimônia virtual, apresentada por Aaron Goldenberg e Jake Jonez.

O destaque da noite foi o filme de terror “Ursinho Pooh: Sangue e Mel”, que conquistou todas as cinco categorias em que foi indicado, incluindo a de Pior Filme.

Megan Fox foi agraciada com duas framboesas: uma como Pior Atriz por seu papel em “Johnny & Clyde” e outra como Pior Atriz Coadjuvante pelo filme de ação “Mercenários 4”.

meganfoxexpendables4_mbfz-1024x576 Vencedores do Framboesa de Ouro 2024

Este último filme, aliás, liderou em número de indicações ao prêmio, rendendo também a Sylvester Stallone a framboesa de Pior Ator Coadjuvante.

A premiação conta com mais de 1.100 membros dos Estados Unidos e cerca de duas dezenas de outros países, que votam nos indicados, conforme o site oficial da premiação.

Confira a lista completa dos vencedores do Framboesa de Ouro 2024:

Pior Filme

  • O Exorcista: O Devoto
  • Os Mercenários 4
  • Megatubarão 2
  • Shazam! Fúria dos Deuses
  • Ursinho Pooh: Sangue e Mel (vencedor)

Pior Ator

  • Russell Crowe, em “O Exorcista do Papa”
  • Vin Diesel, em “Velozes e Furiosos 10”
  • Chris Evans, em “Ghosted: Sem Resposta”
  • Jason Statham, em “Megatubarão 2”
  • Jon Voight, em “Mercy: Golpe de misericórdia” (vencedor)

Pior Atriz

  • Ana de Armas, em “Ghosted: Sem Resposta”
  • Megan Fox, em “Johnny & Clyde” (vencedora)
  • Salma Hayek, em “Magic Mike — A Última Dança”
  • Jennifer Lopez, em “A Mãe”
  • Dame Helen Mirren, em “Shazam! Fúria dos Deuses”

Pior Atriz Coadjuvante

  • Kim Cattrall, em “Meu Pai É Um Perigo”
  • Megan Fox, em “Os Mercenários 4” (vencedora)
  • Bai Ling, em “Johnny & Clyde”
  • Lucy Liu, em “Shazam! Fúria dos Deuses”
  • Mary Stuart Masterson, em “Five Nights at Freddy’s — O Pesadelo Sem Fim”

Pior Ator Coadjuvante

  • Michael Douglas, em “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”
  • Mel Gibson, em “Confidential Informant”
  • Bill Murray, em “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”
  • Franco Nero, em “O Exorcista do Papa”
  • Sylvester Stallone, em “Os Mercenários 4” (vencedor)

Pior Casal

  • Quaisquer dois “mercenários impiedosos” em “Os Mercenários 4”
  • Quaisquer dois investidores gananciosos que doaram parte dos US$ 400 milhões para adquirir os direitos de fazer um remake de “O Exorcista”
  • Ana de Armas e Chris Evans (que reprovaram em química na tela) em “Ghosted: Sem Resposta”
  • Salma Hayek e Channing Tatum em “Magic Mike — A Última Dança”
  • Pooh e Leitão como matadores/assassinos sedentos por sangue (!) em “Ursinho Pooh: Sangue e Mel” (vencedor)

Pior Prequel, Remake, Rip-off, ou Sequência

  • Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania
  • O Exorcista: O Devoto
  • Os Mercenários 4
  • Indiana Jones e o Chamado… para chutar cachorro morto
  • Ursinho Pooh: Sangue e Mel (vencedor)

Pior Direção

  • Rhys Frake-Waterfield, por “Ursinho Pooh: Sangue e Mel” (vencedor)
  • David Gordon Green, por “O Exorcista: O Devoto”
  • Peyton Reed, por “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”
  • Scott Waugh, por “Os Mercenários 4”
  • Ben Wheatley, por “Megatubarão 2”

Pior Roteiro

  • O Exorcista: O Devoto
  • Os Mercenários 4
  • Indiana Jones e o Chamado de… posso ir para casa agora?
  • Shazam! Fúria dos Deuses
  • Ursinho Pooh: Sangue e Mel (vencedor)
Crítica | “Ferrari”: Uma Abordagem Surpreendente à Vida do Magnata Enzo Ferrari

Ao adentrar uma sala de cinema com a expectativa gerada pelo título que evoca a lendária escuderia de Fórmula 1, “Ferrari”, dirigido por Michael Mann, surpreende ao desviar do óbvio. Este não é um típico filme de cinebiografia que exalta triunfos e vitórias, mas sim uma imersão inteligente em um período de crise na vida do empresário Enzo Ferrari.

8774c5f9-ferrari-official-trailer-in-theaters-christmas-1-10-screenshot-1-1024x576 Crítica | "Ferrari": Uma Abordagem Surpreendente à Vida do Magnata Enzo Ferrari

Mann, conhecido por obras como “O Informante” e “Inimigos Públicos”, opta por não traçar uma linha cronológica convencional da vida de Ferrari, mas sim foca em um momento crítico: o verão de 1957. Aqui, vemos um Enzo (interpretado brilhantemente por Adam Driver) à beira da falência, apostando tudo na Mille Miglia, uma corrida icônica na Itália. A narrativa mergulha nas lutas pessoais e profissionais de Enzo, destacando seu casamento desmoronado e os dilemas com sua amante e filho ilegítimo.

O roteiro, baseado no livro “Ferrari: O homem por trás das máquinas”, de Troy Kennedy Martin, mantém o ritmo sem perder profundidade, evitando o atropelo de eventos comuns em cinebiografias. Mann consegue equilibrar habilmente os elementos emocionais e a ação das corridas, proporcionando aos espectadores uma experiência cativante.

0903960-1024x498 Crítica | "Ferrari": Uma Abordagem Surpreendente à Vida do Magnata Enzo Ferrari

O retrato de Enzo como um homem marcado por perdas e culpado por suas próprias falhas humaniza o magnata sem cair em clichês vitimistas. Adam Driver entrega uma performance poderosa, transmitindo a complexidade e vulnerabilidade do personagem.

Assista no Prime Vídeo.

Netflix: Lançamentos do último final de semana de fevereiro


Após a primeira semana pós-carnaval, estamos todos em busca de boas opções de filmes e séries para desfrutar. Entre os diversos serviços de streaming disponíveis, a Netflix se destaca como uma das plataformas que promete trazer várias novidades nos próximos dias, enriquecendo ainda mais seu vasto catálogo. Mas, afinal, quais são os lançamentos desta semana que realmente merecem nossa atenção?

Pensando em facilitar sua escolha e economizar seu tempo, compilamos os principais lançamentos da Netflix para os próximos dias, destacando as 7 produções mais aguardadas que em breve estarão disponíveis. Dessa forma, você estará atualizado e só precisará decidir quais filmes e séries combinam mais com seu gosto, adicionando-os à sua lista para assistir quando desejar. Parece uma boa ideia, não é mesmo?

Então, sem mais demoras, confira abaixo os 7 lançamentos mais esperados da Netflix nesta semana!

Posso te Contar um Segredo? (21/02)

Posso te Contar um Segredo?

Como você deve ter notado, esta semana trará vários documentários intrigantes e quentes ao catálogo da gigante do streaming. Tanto, aliás, que temos mais um para indicar: Posso te Contar um Segredo? Dirigida por Liz Williams e em formato de filme, a obra britânica conta o caso curioso de um crime real envolvendo três mulheres.

“A vida de três mulheres muda para sempre após um stalker invadir suas contas nas redes sociais. E elas não são as únicas vítimas”, conta a sinopse.

The Flash (22/02)

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Se você é fã do super-herói mais rápido da DC, atenção, pois trazemos ótimas notícias na velocidade da luz! A 9ª e derradeira temporada de The Flash, série original do canal norte-americano The CW, chega à Netflix nesta quinta-feira (22).

Agora, todos os fãs brasileiros da obra estrelada por Grant Gustin, Candice Patton, Carlos Valdes e Danielle Panabaker poderão ver os 13 capítulos finais do seriado e saber o que acontece com o personagem Barry Allen.

Lembrando que as outras oito temporadas de The Flash seguem disponíveis na vermelhinha para quem ainda não conferiu a série e quiser dar uma chance a ela.

Avatar: O Último Mestre do Ar (22/02)

Começando esta lista de lançamentos da Netflix com tudo, temos Avatar: O Último Mestre do Ar, série live-action aguardadíssima que tem como base o famoso desenho animado de mesmo nome.

“Um garoto conhecido como o Avatar precisa dominar os quatro poderes elementares para salvar um mundo em guerra e enfrentar um inimigo implacável”, diz a sinopse do seriado épico, que traz elementos de ação, aventura e fantasia.

A nova série da Netflix é estrelada por Gordon Cormier, Kiawentiio, Ian Ousley, Dallas Liu, Paul Sun-Hyung Lee, Yvonne Chapman, entre outros nomes.

F1: Dirigir para Viver (23/02)

A fim de conferir uma boa série documental? Então, anote esta dica: F1: Dirigir para Viver. O seriado britânico, que já conta com cinco temporadas completas na Netflix, está prestes a lançar sua sexta parte nesta sexta-feira (23).

“Em cada temporada implacável de Fórmula 1, pilotos, gestores e donos de equipes vivem grandes emoções nas pistas e fora delas”, revela a sinopse do documentário esportivo, que mostra os bastidores da Fórmula 1.

Se você é fã do esporte e de alta velocidade, não pode perder!

Entrevías (23/02)

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Para finalizar, a série espanhola Entrevías, que fez bastante sucesso na Netflix recentemente, está pronta para receber sua aguardada 3ª temporada nesta sexta-feira (23). Idealizado por David Bermejo, o seriado dramático e de suspense deve ganhar 8 novos episódios, assim como as temporadas anteriores.

“A neta de um veterano de guerra é vítima de traficantes de drogas no bairro onde ele mora. Indignado, o avô não mede esforços para que a justiça feita”, diz a trama do título.

Aftersun (24/02)

Produzido pela renomada A24 e dirigido por Charlotte Wells, que também roteirizou o filme, Aftersun é outro título de peso que desembarca na gigante do streaming nesta semana.

Com estreia marcada para sábado (24), Aftersun tem a seguinte história: “Sophie reflete sobre a alegria e a melancolia das férias que ela tirou com seu pai 20 anos antes. Memórias reais e imaginárias preenchem as lacunas enquanto ela tenta reconciliar o pai que conheceu com o homem que desconhecia”.

Paul Mescal, Frankie Corio, Celia Rowlson-Hall e Sally Messham integram o elenco central do filme.

Holocausto Brasileiro (25/02)

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Procurando por mais documentários interessantes para assistir na Netflix? Então, temos mais uma dica de ouro para compartilhar com você. Em Holocausto Brasileiro, “a premiada jornalista Daniela Arbex revela as atrocidades do hospital psiquiátrico Colônia, onde mais de 60 mil pessoas foram mortas ao longo de décadas”.

Ao lado de Arbex, Armando Mendz também dirige a obra chocante, que mostra investigações e revelações minuciosas sobre o caso do hospital.

Notícias | Semana do Cinema: Ingressos por apenas R$ 12

Pela terceira vez consecutiva, a Semana do Cinema retorna nesta última semana de fevereiro, oferecendo uma oportunidade única para os amantes da sétima arte. Esta iniciativa busca tornar mais acessível a experiência cinematográfica, proporcionando aos espectadores a chance de desfrutar dos mais recentes lançamentos nas telonas por um preço especial.

De 22 a 28 de fevereiro, você terá a chance de assistir aos melhores filmes em exibição por apenas R$ 12 o ingresso. E não é só isso! Para tornar sua ida ao cinema ainda mais completa, você pode aproveitar também os combos de pipoca e bebida disponíveis.

sala-de-cinema-1024x512 Notícias | Semana do Cinema: Ingressos por apenas R$ 12

As sessões com ingressos a R$ 12 estarão disponíveis em renomadas salas de cinema, incluindo Cinemark, UCI, Cinépolis, Arteplex, Itaú Cinemas, Cine Marquise, Moviecom, GNC, Cinesystem, Cineart, Playarte e Petra Belas Artes.

É importante ressaltar que essa oferta promocional é válida apenas para as salas tradicionais e em formato 2D, excluindo as salas VIP, IMAX ou XD desta promoção.

Quais filmes posso assistir durante a Semana do Cinema?

A programação da Semana do Cinema abrange uma ampla seleção de títulos, incluindo filmes nacionais e internacionais, bem como obras indicadas ao Oscar 2024. Entre as opções disponíveis, destaca-se o aguardado “Nosso Lar 2: Os Mensageiros”, produção brasileira, e a encantadora comédia romântica “Todos Menos Você”.

Além desses, os cinéfilos poderão conferir os indicados ao Oscar, como o cativante “Pobres Criaturas”, estrelado por Emma Stone e Mark Ruffalo, e o intrigante “Anatomia de uma Queda”, repleto de mistérios a serem desvendados.

Outros destaques incluem “Madame Teia”, com Dakota Johnson em mais uma emocionante história da Marvel, e “Bob Marley – One Love”, que narra a vida do icônico nome do reggae, o estilo musical jamaicano.

Semana do Cinema 2024: Uma iniciativa para todos

A terceira edição da Semana do Cinema é uma realização da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (Fennec) em conjunto com a Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex (Abraplex).

O objetivo principal desta iniciativa é democratizar o acesso à cultura cinematográfica, permitindo que um número maior de pessoas tenha a oportunidade de desfrutar das mais recentes estreias. O evento abraça uma variedade de gêneros cinematográficos, desde dramas e filmes de super-heróis até produções de investigação e comédias românticas.

geoffrey-moffett-TFRezw7pQwI-unsplash-1024x676 Notícias | Semana do Cinema: Ingressos por apenas R$ 12

Após o sucesso das edições anteriores, que reuniram milhões de espectadores em todo o Brasil, a Semana do Cinema continua a celebrar o amor pelo cinema. De 22 a 28 de fevereiro, confira a programação nos sites das redes participantes e não perca essa oportunidade única de vivenciar o melhor do cinema por um preço especial.

Oscar 2024: confira os indicados ao prêmio!

Após meses de antecipação, a 96ª edição do Oscar finalmente começou, com a divulgação dos indicados à premiação que acontecerá em 10 de março. Os nomeados foram revelados nesta terça-feira, dia 23 de janeiro, em Los Angeles (EUA).

A cerimônia de anúncio dos finalistas foi conduzida pelos atores Zazie Beetz (Deadpool 2) e Jack Quaid (The Boys). Produções como “Oppenheimer”, “Pobres Criaturas”, “Barbie”, “Anatomia de uma Queda”, “Sociedade da Neve”, “Zona de Interesse”, “Assassino da Lua das Flores” e “Os Rejeitados” despontam como favoritas para o prêmio, segundo os principais críticos de cinema.

Quem são os favoritos ao Oscar de 2024?

O filme de Christopher Nolan, “Oppenheimer”, lidera as indicações ao Oscar deste ano, com um total de 13, dominando quase todas as categorias da premiação, incluindo melhor filme, direção, roteiro adaptado, melhor ator (Cillian Murphy) e melhor atriz coadjuvante (Emily Blunt).

oscar-2024.jpg-1024x640 Oscar 2024: confira os indicados ao prêmio!

Em seguida, aparece “Pobres Criaturas”, do diretor Yorgos Lanthimos, com 11 indicações. Emma Stone desponta como favorita à categoria de melhor atriz. “Assassino da Lua das Flores”, de Martin Scorsese, recebeu 10 indicações.

Os filmes de comédia também estão na disputa pelo principal prêmio do cinema e prometem agitar a cerimônia em 10 de março. O ambicioso projeto “Barbie”, dirigido por Greta Gerwig, concorre em sete categorias, incluindo melhor filme, canção original, atriz coadjuvante, ator coadjuvante, figurino e maquiagem. Logo em seguida, “Os Rejeitados”, de Alexander Payne, acumula seis indicações. Paul Giamatti disputa o prêmio de melhor ator com Cillian Murphy e Bradley Cooper.

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“Anatomia de uma Queda”, dirigido pela francesa Justine Triet, também tem conquistado os críticos nas premiações. O filme recebeu cinco indicações, incluindo melhor filme, e empatou com “Zona de Interesse”, dirigido por Jonathan Glazer. “Vidas Passadas”, de Celine Song, recebeu duas indicações no total.

Veja a lista de filmes indicados ao Oscar de 2024:

Melhor Filme

  • American Fiction
  • Anatomia de uma Queda
  • Barbie
  • Os Rejeitados
  • Assassinos da Lua das Flores
  • Maestro
  • Oppenheimer
  • Vidas Passadas
  • Pobres Criaturas
  • Zona de Interesse

Melhor Atriz

  • Annette Bening – NYAD
  • Lily Gladstone – Assassinos da Lua das Flores
  • Sandra Hüller – Anatomia de uma Queda
  • Carey Mulligan – Maestro
  • Emma Stone – Pobres Criaturas

Melhor Ator

  • Bradley Cooper – Maestro
  • Colman Domingo – Rustin
  • Paul Giamatti – Os Rejeitados
  • Cillian Murphy – Oppenheimer
  • Jeffrey Wright – American Fiction

Melhor Atriz Coadjuvante

  • Emily Blunt – Oppenheimer
  • Danielle Brooks – A Cor Púpura
  • America Ferrera – Barbie
  • Jodie Foester – NYAD
  • Da’Vine Jy Randolph – Os Rejeitados

Melhor Ator Coadjuvante

  • Sterling K. Brown – American Fiction
  • Robert De Niro – Assassinos da Lua das Flores
  • Robert Downey Jr. – Oppenheimer
  • Ryan Gosling – Barbie
  • Mark Ruffalo – Pobres Criaturas

Melhor Direção

  • Justine Triet – Anatomia de uma Queda
  • Martin Scorsese – Assassinos da Lua das Flores
  • Christopher Nolan – Oppenheimer
  • Yorgos Lanthimos – Pobres Criaturas
  • Jonathan Glazer – Zona de Interesse


Melhor Filme Internacional

  • Io Capitano – Itália
  • Perfect Days – Japan
  • Sociedade da Neve – Espanha
  • The Teacher’s Lounge – Alemanha
  • Zona de Interesse – Reino Unido


Melhor Figurino

  • Barbie
  • Assassinos da Lua das Flores
  • Napoleão
  • Oppenheimer
  • Pobres Criaturas


Melhor Trilha Sonora

  • American Fiction
  • Indiana Jones e a Relíquia do Destino
  • Assassinos da Lua das Flores
  • Oppenheimer
  • Pobres Criaturas


Melhor Som

  • Resistência
  • Maestro
  • Missão: Impossível – Acerto de Contas
  • Oppenheimer
  • A Zona de Interesse


Melhor Canção Original

  • “The Fire Inside” (Flamin’ Hot)
  • “I’m Just Ken” (Barbie)
  • “It Never Went Away” (American Symphony)
  • “Wahzhazhe (A Song for My People)” (Assassinos da Lua das Flores)
  • “What Was I Made For?” (Barbie)


Melhor Roteiro Adaptado

  • Cord Jefferson – American Fiction
  • Greta Gerwig & Noah Baumbach,- Barbie
  • Christopher Nolan – Oppenheimer
  • Tony McNamara – Pobres Criaturas
  • Jonathan Glazer – A Zona de Interesse


Melhor Roteiro Original

  • Justine Triet & Arthur Harari – Anatomia de uma Queda
  • David Hemingson – Os Rejeitados
  • Bradley Cooper & Josh Singer – Maestro
  • Sammy Burch – Segredos de um Escândalo
  • Celine Song – Vidas Passadas


Melhor Animação

  • Elementos
  • Nimona
  • O Homem e a Garça
  • Robot Dreams
  • Homem-Aranha através do Aranhaverso


Melhor Curta de Animação

  • Letter to a Pig
  • 95 Senses
  • Our Uniform
  • Pachyderme
  • War is Over (inspired by the music of John & Yoko)


Melhor Curta-Metragem em Live-Action

  • The After
  • Invincible
  • Knight of Fortune
  • Red, White & Blue
  • The Wonderful Story of Henry Sugar


Maquiagem e Penteado

  • Golda
  • Maestro
  • Oppenheimer
  • Pobres Criaturas
  • Sociedade da Neve


Melhor Montagem

  • Anatomia de uma Queda
  • Os Rejeitados
  • Assassino da Lua das Flores
  • Oppenheimer
  • Pobres Criaturas


Melhor Documentário

  • Bobi Wine: The People’s President
  • The Eternal Memory
  • Four Daughters
  • To Kill a Tiger
  • 20 Days in Mariupol


Melhor Documentário de Curta-Metragem

  • The ABCs of Book Banning
  • The Barber of Little Rock
  • Island in Between
  • The Last Repair Shop
  • Nai Nai & Wai Po


Efeitos Visuais

  • Resistência
  • Godzilla Minus One
  • Guardiões da Galáxia Vol. 3
  • Missão: Impossível – Acerto de Contas
  • Napoleão


Melhor Fotografia

  • El Conde
  • Assassinos da Lua das Flores
  • Maestro
  • Oppenheimer
  • Pobres Criaturas


Melhor Design de Produção

  • Barbie
  • Assassinos da Lua das Flores
  • Napoleão
  • Oppenheimer
  • Pobres Criaturas
Crítica | Chama a Bebel


Janeiro marca o período de férias para as crianças. Enquanto o verão domina as cidades e os pequenos desfrutam do tempo longe das escolas, os pais buscam maneiras de entreter seus filhos, e uma das opções mais atraentes é o cinema, especialmente devido ao ar-condicionado. Por que não unir diversão e aprendizado? Essa é uma das propostas ao assistir “Chama a Bebel”, o mais recente filme infantojuvenil brasileiro que chega às telas de todo o país nesta semana.

Bebel (Giulia Benite) é uma jovem cadeirante que passou toda a sua vida estudando na mesma escola no interior. Agora, aos quinze anos, ela precisa mudar para uma escola na cidade, deixando sua mãe, Mariana (Larissa Maciel), e seu avô, João (José Rubens Chachá), para viver com a família de sua tia, Marieta (Flávia Garrafa). Ao chegar na nova escola, o professor Denis (Rafa Muller) propõe uma tarefa aos alunos: pensar e apresentar uma solução sustentável para algum aspecto da escola. A partir daí, Bebel enfrenta problemas, pois Rox (Sofia Cordeiro) e suas amigas implicam com ela, já que Bebel idolatra a jovem ativista Greta Thunberg e, assim como ela, tem opiniões sobre como melhorar o mundo – algo que vai contra o estilo de vida de Rox.

chama-a-bebel-critica-1024x502 Crítica | Chama a Bebel

Com uma duração de uma hora e trinta minutos, “Chama a Bebel” é, acima de tudo, um filme extremamente didático. Nesse contexto, o diretor Paulo Nascimento (também responsável pelo filme “Teu Mundo Não Cabe Nos Meus Olhos”, cujo protagonista era um homem cego) presta um excelente serviço à população com seu projeto, especialmente aos professores, que podem usar o filme para iniciar diversos debates em sala de aula. Este é claramente um dos objetivos do filme, pois aborda vários temas em sua trama, como reciclagem, capacitismo, maus-tratos aos animais, preconceito, entre outros.

A abundância de temas pode tornar a trama um pouco densa, com informações demais para serem contidas em uma hora e meia. O roteiro, assinado pelo próprio Paulo Nascimento e por Ricky Hiraoka, apresenta personagens adolescentes visando entreter o público infantil; no entanto, muitas ações são apenas sugeridas no enredo, sem ocorrerem de fato (por exemplo, a resolução da história é narrada em off pela protagonista, com eventos selecionados que resumem o desfecho), ou são enfatizadas demais (como a tia vilã, cujos trejeitos são marcados para tornar suas intenções evidentes para o público infantil).

chama_a_bebel-4780.jpeg-1024x683 Crítica | Chama a Bebel

Giulia Benite, também produtora associada de “Chama a Bebel”, incorpora à sua protagonista uma presença forte e líder, tornando-se conhecida como a “dona da rua” em seu trabalho anterior como Mônica em “Turma da Mônica: Laços”. Suas melhores cenas são os debates com a antagonista Rox, interpretada com carisma e malícia por Sofia Cordeiro.

“Chama a Bebel” combina entretenimento e didática, ensinando enquanto diverte. É uma ferramenta valiosa para pais e professores dialogarem com seus filhos e alunos, transformando o tempo de férias em uma oportunidade de aprendizado através do cinema. Uma excelente opção para um programa em família.