A Disney tinha grandes expectativas para Branca de Neve, o live-action do primeiro longa-metragem animado da história do cinema. No entanto, a produção sempre esteve envolvida em polêmicas. A escolha de Rachel Zegler (West Side Story) para o papel principal gerou controvérsias e levantou dúvidas sobre a viabilidade comercial do filme, que teve um orçamento elevado, chegando a 270 milhões de dólares. E agora está confirmado: o público não compareceu.
Embora Branca de Neve tenha estreado no topo das bilheteiras nos Estados Unidos, arrecadando 43 milhões de dólares no primeiro fim de semana, o número ficou abaixo até mesmo das previsões mais pessimistas. Além disso, o histórico não joga a seu favor: A Pequena Sereia, estrelado por Halle Bailey, teve uma abertura de 95,5 milhões de dólares e ainda assim foi considerado uma decepção comercial em 2023.
Para efeito de comparação, outro live-action da Disney com desempenho semelhante na estreia foi Dumbo, dirigido por Tim Burton, que arrecadou 45,9 milhões de dólares. A grande diferença é que seu orçamento foi “apenas” 170 milhões, e mesmo assim o longa foi classificado como um fracasso.
Outro fator preocupante é a recepção do público. Branca de Neve recebeu uma nota B+ no CinemaScore, um resultado abaixo do esperado para esse tipo de filme, o que sugere dificuldades para se manter relevante nas bilheteiras.
Além disso, o desempenho global também não foi animador. Até o momento, a arrecadação mundial está em apenas 87,3 milhões de dólares, evidenciando que o público não se interessou por essa versão da história. Isso levanta a questão: será que uma adaptação mais fiel ao original poderia ter sido um sucesso bilionário?
A Disney tem enfrentado dificuldades com seus remakes live-action. Mufasa: O Rei Leão ficou longe do sucesso de seu antecessor, embora tenha conseguido se pagar após um início preocupante. O mesmo vale para A Pequena Sereia. Em meio a esse cenário desafiador, a esperança da empresa agora está em Lilo & Stitch, que promete ser um dos grandes lançamentos do verão.
O curta-metragem de ficção “O Lado Que Ninguém Vê”, pré-selecionado para o AFRR Amsterdam International Film Festival 2025 na categoria de curta internacional, festival que acontecerá em Amsterdã, na Holanda em outubro deste ano, é uma combinação de arte, skateboard e música que conta a história de Julian, um skatista bem sucedido que está prestes a chegar no fundo do poço com sua vida pessoal. Enquanto executa manobras de skate pelas ruas de uma São Paulo noturna, os monstros dentro de sua cabeça – que também são seus ídolos do skate – dão conselhos e palpites diversos. Com trilha sonora da Elo da Corrente, “O Lado Que Ninguém Vê” tem música de Lenine “É o que me interessa” e ainda “Luana” e “Rua das Flores” de Waltel Branco. O curta OLQNV também reúne participações especiais de artistas da música, artes visuais e do skate que colaboraram com o projeto imprimindo suas percepções. Em destaque, o professor, escritor e filósofo Mario Cortella que nos deixa uma de suas reflexões no contexto da obra. O filme terá sua estreia no MIS, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, no dia 21 de março, sexta-feira.
SERVIÇO:
“O Lado Que Ninguém Vê” (duração: 30 min / classificação sugerida: 18 anos)
Data | Horário: Sexta-feira, dia 21/03/2025
1ª sessão: 19h30 | 2ª sessão: 20h30 seguida de bate-papo
Ingressos gratuitos retirados na bilheteria com 1 hora de antecedência
Após a sessão haverá bate-papo com os diretores Danton Cesar e Jonah Emilião, os atores e skatistas Enrico Cardoso, Filipe Ortiz e Rodrigo TX com mediação de Don Cesão.
O curta-metragem “O Lado que Ninguém Vê” é uma coprodução de estreia dos diretores Danton Cesar, da produtora Doze Vinte e Jonah Emilião, do estúdio Rasputines, e também da Heaven and Hell Films. “OLQNV não é apenas um curta, é uma experiência imersiva que desafia os limites da percepção e revela os segredos profundos e arrepiantes escondidos no coração. Nosso objetivo é levá-lo a uma jornada emocionante que cativa e faz pensar, deixando você com uma sensação de admiração e reflexão. Uma homenagem à cultura e uma reflexão sobre a indústria do skateboard” defende Jonah. “Além de uma superação pessoal de todos os envolvidos no projeto, OLQNV será um marco na cultura skateboard nacional e até mundial! O trabalho de todos esses profissionais juntos será uma grande referência em nossa cultura”, explica Danton.
O LADO QUE NINGUÉM VÊ
Brasil | 2024 | 30 minutos, aprox | Ficção | Classificação sugerida: 18 anos
SINOPSE:
25 anos de idade e o auge de sua carreira já está acabando. De skatista bem sucedido a aposentado prestes a chegar ao fundo do poço com sua vida pessoal, assim, bem rápido! Controlar vícios, ser produtivo no trabalho, ser social em festas, sorrir, parecer normal. Enquanto isso, dentro de sua cabeça, seus monstros internos que surgem em forma de seus ídolos do skate dão conselhos e palpites diversos sobre sua vida…
Festa eletrizante para fãs e convidados vai misturar o mundo retrofuturista de The Electric State com a energia da maior festa popular brasileira, no dia 14 de março, em São Paulo
Abram alas que eles vão passar! A Netflix anuncia a vinda da atriz Millie Bobby Brown e dos diretores Anthony e Joe Russo a São Paulo para o lançamento do filme The Electric State, que estreia mundialmente em 14 de março. Em mês de Carnaval, a celebração não poderia ser outra: uma festa com direito a trio elétrico – o Trio Electric State, é claro! -, abadá, confete e muita música, fechando o Carnaval com chave de ouro.
Com participação de Millie Bobby Brown e dos Irmãos Russo, o evento dedicado a fãs e convidados acontece em São Paulo, no próprio dia 14 de março, e promete uma mistura inusitada do universo retrofuturista de The Electric State com a maior festa popular brasileira. Fique ligado nas redes sociais da Netflix para todas as informações sobre o evento!
Sobre The Electric State:
Ambientado em uma versão alternativa dos anos 90 após uma revolta de robôs, The Electric State acompanha a história de uma jovem órfã que se aventura pelo oeste americano em busca de seu irmão mais novo. Em sua companhia, um robô inspirado em um desenho animado e um contrabandista com seu fiel escudeiro. The Electric State é o sexto filme da parceria bem-sucedida da Netflix com a AGBO.
Larissa: O Outro Lado de Anitta, já disponível na Netflix, revela ao público a versão mais íntima e desconhecida da girl from Rio
A maratona de Carnaval continua para os Anitters! A festa agora segue com a estreia de Larissa: O Outro Lado de Anitta, que chega hoje à Netflix. O documentário revela a vida da artista além dos holofotes, apresentando uma faceta mais íntima e vulnerável da estrela de Honório Gurgel. Para comemorar o lançamento, a Netflix preparou uma surpresa: um outdoor na Sunset Boulevard, um dos locais mais icônicos de Los Angeles.
Anitta compartilhou sua empolgação: “Estava ansiosíssima pela estreia do documentário e estou muito feliz em apresentar um pouco da Larissa ao mundo, sem filtros. O filme também mostra minha jornada na carreira internacional, o que dá um gostinho mais especial a essa homenagem em Los Angeles.”
Larissa: O Outro Lado de Anitta acompanha a jornada de autoconhecimento da artista, capturada pelo olhar íntimo de um antigo ‘crush’ da juventude, que agora tem a missão de ajudar a revelar ao mundo quem é a verdadeira Larissa. A produção também apresenta momentos icônicos da girl from Rio, incluindo cenas de bastidores do Carnaval no Rio de Janeiro, conquistas inéditas em premiações e festivais internacionais, além do topo das paradas globais com o hit Envolver.
O documentário tem direção de João Wainer e Pedro Cantelmo, roteiro de Maria Ribeiro e produção executiva de Felipe Britto e Melanie Chapaval Lebensztajn, da Ginga Pictures.
Um dos nomes mais emblemáticos da comédia nacional, Leandro Hassum está de volta às telonas com o filme “Uma Advogada Brilhante”. O longa estreia hoje, 6 de março, nos cinemas de todo o país e tem direção de Ale McHaddo, que também assina o roteiro ao lado de Luiz Felipe Mazzoni e Cris Wersom. O elenco reúne ainda grandes nomes do humor e da dramaturgia, como Claudia Campolina, Bruno Garcia, Marcelo Mansfield, Paulinho Serra e Olivia Lopes, além de participações especiais de Nany People e Danilo Gentili.
Na produção, o advogado Dr. Michelle (Leandro Hassum) – com a pronúncia em italiano “Mikele” – tem uma importante missão: garantir o sustento da ex-mulher e do filho e, caso não cumpra o acordo, ambos poderão se mudar para os Estados Unidos com o aval da justiça. No mesmo dia, ele descobre que será demitido do escritório de advocacia onde trabalha, pois somente as advogadas mulheres continuarão trabalhando por lá. Entretanto, como acontece com frequência, seu nome é confundido com Dra. Michelle. A partir daí, ele vê uma oportunidade para manter seu emprego e conseguir dinheiro para pagar a pensão ao se passar por uma mulher.
Abordando temas importantes para a sociedade, como equidade de gênero e machismo no ambiente de trabalho, a trama retrata ainda algumas situações que a diretora Ale McHaddo passou após sua transição de gênero. “Logo após minha transição, passei por absurdos profissionais que nunca imaginei que existiam. Foi como abrir mão de superpoderes que jamais imaginei que tinha e ‘Uma Advogada Brilhante’ fala exatamente disso.”, explica Ale. “Não fosse o humor, eu não conseguiria superar os preconceitos que sofri por ser uma mulher trans. Se o cinema tem o poder de discutir temas inconvenientes, a comédia pode ir além e desmontar preconceitos e conceitos equivocados com uma boa risada”, completa.
O filme renova a parceria entre a diretora Ale McHaddo e o ator Leandro Hassum, que teve início em 2019, com o filme “Amor Dá Trabalho”. Também trabalharam juntos em outros dois títulos: “Amor sem Medida” e “Meu Cunhado é um Vampiro”. “Uma Advogada Brilhante” é uma produção da 44 Toons e Warner Bros. Discovery, com distribuição da Downtown Filmes e apoio do Telecine.
Sinopse
O confuso e cômico advogado Michelle detesta seu nome por ser confundido com um nome feminino. Seu nome lê-se Mikele, mas ninguém consegue acertar. Ele recebe a incumbência de sustentar a ex-mulher e o filho, ou ambos serão liberados pela juíza de família a se mudar para os Estados Unidos. Como notícia ruim não anda sozinha, no mesmo dia, ele descobre que o escritório de advocacia onde trabalha foi comprado, e somente as advogadas mulheres continuarão trabalhando lá. Aí é que a sorte, ou o azar, de Mike muda. Seu nome é confundido com Dra. Michelle, e ele ganha uma segunda chance. Só precisa se passar por mulher para continuar empregado e ter dinheiro para bancar a pensão. Uma comédia de erros em que Leandro Hassum brilha como uma advogada e engana a todos para garantir seu emprego. Entre as aulas de aeróbica e as cantadas que leva na rua, ele descobre que não basta calçar saltos altos para se tornar uma advogada brilhante.
A 97ª edição do Oscar, realizada em 2 de março de 2025, no Dolby Theatre em Los Angeles, consagrou “Anora” como o grande vencedor da noite, levando cinco estatuetas, incluindo Melhor Filme.
O filme e o jogo se passam em uma versão alternativa dos anos 90, onde humanos e robôs estão em conflito
A Netflix lança, hoje, o último trailer da megaprodução The Electric State com Millie Bobby Brown, Chris Pratt e grande elenco. O filme é uma aventura de ficção retrofuturista dos diretores e irmãos Russo, que estreia dia 14 de março, na Netflix.
No filme, Millie Bobby Brown (Stranger Things, Enola Holmes, Donzela) interpreta Michelle, uma adolescente órfã que vive em uma sociedade em que robôs, que lembram desenhos animados e mascotes, já serviram aos humanos de forma pacífica. Esses robôs, agora, estão exilados após uma rebelião fracassada, mas tudo muda quando ela encontra Cosmo, um robô que a leva a acreditar que seu irmão Chris, está vivo e Keats (Chris Pratt, Guardiões da Galáxia, Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros) um contrabandista que vai se mostrar muito mais que um ânimo nessa jornada.
The Electric State tem direção de Anthony e Joe Russo e conta com estrelas como Millie Bobby Brown, Chris Pratt, o vencedor do Oscar Ke Huy Quan, Jason Alexander, Giancarlo Esposito, o indicado ao Oscar Stanley Tucci e Woody Norman. Anthony Mackie, Woody Harrelson, Brian Cox, Jenny Slate e Alan Tudyk emprestam seus talentos vocais na versão em inglês na dublagem dos robôs. O filme é baseado na graphic novel de Simon Stålenhag e tem roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely.
E não para por aí! A partir do dia 18 de março, o público também poderá entrar no universo de The Electric State pelos olhos dos irmãos Chris e Michelle em The Electric State: Kid Cosmo, um novo jogo de aventura e quebra-cabeça em formato compacto. Este jogo se passa 5 anos antes dos eventos do filme, misturando jogabilidade e narrativa emocional para criar uma experiência imersiva. O jogo estará disponível para IOS e Android, exclusivamente para assinantes Netflix.
É um filme que mistura elementos de ficção científica, terror e comédia para explorar temas contemporâneos, como relacionamentos abusivos e a dependência tecnológica. Dirigido por Drew Hancock, o longa apresenta uma narrativa repleta de reviravoltas, sustentada por atuações marcantes de seu elenco principal.
Enredo
A narrativa inicia com Iris (interpretada por Sophie Thatcher) e Josh (Jack Quaid) vivendo um romance aparentemente perfeito. O casal decide passar um fim de semana na casa de campo de amigos, onde se juntam a Kat (Megan Suri), Sergey (Rupert Friend), Eli (Harvey Guillén) e Patrick (Lukas Gage). Durante a estadia, Sergey tenta abusar de Iris, que, em legítima defesa, o mata. Nesse momento, é revelado que Iris é, na verdade, uma androide ultratecnológica programada para reagir a ameaças.
Temáticas e Direção
Desde o início, o filme não esconde a verdadeira natureza de Iris. O cartaz promocional já sugere sua condição artificial, e cenas iniciais indicam comportamentos programados. O roteiro, também assinado por Drew Hancock, não se preocupa em manter segredos sobre a trama, permitindo que o foco seja a exploração da obsessão masculina pelo controle e a objetificação feminina. Há claras inspirações em obras como “Um Corpo que Cai”, de Alfred Hitchcock, e “Esposas em Conflito” (1975), que também abordam questões relacionadas ao papel da mulher na sociedade e no cinema.
Atuação de Sophie Thatcher
Sophie Thatcher entrega uma performance marcante como Iris, equilibrando a frieza mecânica de uma máquina com nuances de vulnerabilidade e força. Sua interpretação confere profundidade à personagem, tornando-a cativante e complexa.
Aspectos Técnicos
A direção de fotografia opta por uma paleta de cores dessaturada, criando uma atmosfera levemente futurista que reforça a dualidade entre o humano e o artificial. A maquiagem de Iris destaca sua pele pálida e traços quase perfeitos, situando-a no limiar entre o humano e o robótico. O figurino, com roupas de cortes retos e cores suaves, complementa a caracterização da personagem, refletindo sua natureza programada e funcional.
Pontos Positivos
Exploração de Temas Atuais: O filme aborda de maneira incisiva questões como a objetificação feminina, relacionamentos abusivos e os limites éticos da inteligência artificial, incentivando reflexões sobre o papel da tecnologia nas relações humanas.
Roteiro e Direção: Drew Hancock demonstra habilidade ao conduzir uma narrativa que mescla gêneros distintos, mantendo o espectador engajado através de reviravoltas inesperadas e uma construção de suspense eficaz.
Atuações: O elenco entrega performances sólidas, com destaque para Sophie Thatcher, cuja interpretação de Iris confere autenticidade e profundidade à personagem.
Pontos Negativos
Ritmo Irregular: Algumas transições entre cenas de tensão e momentos cômicos podem parecer abruptas, potencialmente quebrando a imersão do espectador.
Desenvolvimento de Personagens Secundários: Embora o foco esteja em Iris e Josh, personagens como Kat e Patrick poderiam ter sido mais explorados para enriquecer a trama e aprofundar as interações do grupo.
Conclusão
“Acompanhante Perfeita” é uma obra que se destaca por sua capacidade de entreter enquanto provoca reflexões sobre temas pertinentes à sociedade contemporânea. Com uma combinação de suspense, humor e crítica social, o filme oferece uma experiência cinematográfica envolvente, sustentada por atuações competentes e uma direção segura. Apesar de algumas falhas no ritmo e no desenvolvimento de personagens secundários, a produção cumpre seu propósito de instigar debates sobre a interseção entre tecnologia e relações humanas.
O mais novo capítulo do MCU, “Capitão América: Admirável Mundo Novo”, traz Sam Wilson (Anthony Mackie) assumindo de vez o escudo e enfrentando desafios tanto externos quanto internos. O filme, dirigido por Julius Onah, explora questões políticas, a militarização do mundo moderno e a luta de Sam para se consolidar como o novo Capitão América. Apesar de ideias promissoras, a execução do longa deixa a desejar, com um vilão mal aproveitado e uma trama que se arrisca pouco.
Enredo e Principais Spoilers
O filme começa com Sam Wilson enfrentando resistência tanto da população quanto do governo dos EUA, que vê nele um símbolo menos “aceitável” do que Steve Rogers (Chris Evans, mencionado algumas vezes no filme). Enquanto tenta provar seu valor, surge uma nova ameaça: Samuel Sterns / O Líder (Tim Blake Nelson), que retorna após sua introdução em O Incrível Hulk (2008).
A grande revelação do filme é que Thaddeus “Thunderbolt” Ross (Harrison Ford) se torna o novo Presidente dos EUA e secretamente trabalha com Sterns para criar supersoldados. Sterns, afetado pela radiação gama, desenvolveu uma inteligência sobre-humana e tem planos de usar uma nova versão do soro para controlar o exército americano.
Enquanto isso, Joaquin Torres (Danny Ramirez) assume oficialmente o manto de Falcão, ajudando Sam em sua jornada. O filme também traz de volta Isaiah Bradley (Carl Lumbly), que finalmente recebe um pedido de desculpas do governo pelos experimentos que sofreu no passado.
O clímax do filme acontece quando Ross revela seu próprio experimento: ele se transforma no Hulk Vermelho, algo que os fãs já especulavam. A batalha final entre Sam, Torres e Ross é visualmente impressionante, mas um tanto previsível. O Líder, por sua vez, acaba sendo derrotado de forma anticlimática, o que desperdiça um vilão com grande potencial.
Atuações e Destaques
Anthony Mackie entrega uma performance sólida, mas o roteiro não explora totalmente os dilemas internos de Sam. Ele tem bons momentos, mas falta um grande discurso ou cena impactante como em O Soldado Invernal ou Guerra Civil.
Harrison Ford, apesar de todo o hype, tem menos tempo de tela do que esperado. Sua transformação no Hulk Vermelho é um momento de fan service que funciona, mas poderia ter sido mais trabalhado.
Tim Blake Nelson é desperdiçado como O Líder. Sua inteligência é pouco explorada e ele acaba derrotado de maneira decepcionante.
Danny Ramirez como Falcão tem uma boa química com Sam e mostra potencial para crescer no MCU.
Carl Lumbly como Isaiah Bradley continua sendo um dos personagens mais interessantes do filme, trazendo peso emocional para a história.
Pontos Positivos
✅ Exploração política e social do novo Capitão América. ✅ Sequências de ação bem coreografadas. ✅ Participações especiais e fan service bem dosados. ✅ Boa construção do arco de Joaquin Torres.
Pontos Negativos
❌ O Líder subaproveitado e com um final sem impacto. ❌ Ritmo irregular no segundo ato. ❌ Thunderbolt Ross poderia ter sido mais explorado antes da transformação. ❌ Falta de um momento icônico para consolidar Sam Wilson como Capitão América.
Conclusão
“Capitão América: Admirável Mundo Novo” entrega uma história funcional, mas que poderia ter ousado mais. O filme acerta ao abordar temas políticos e sociais, mas falha ao não dar o devido peso a seus vilões. Apesar disso, Sam Wilson se estabelece como Capitão América e a porta fica aberta para futuras histórias mais impactantes.
James Gunn, cineasta renomado conhecido por sua abordagem distintiva e inovadora, assume um papel-chave na direção criativa do DCU (universo cinematográfico da DC). Com sua vasta experiência em histórias de super-heróis, especialmente com a franquia “Guardiões da Galáxia”, Gunn tem introduzido uma nova perspectiva que promete revitalizar e enriquecer a representação dos personagens e narrativas do DCU. Sua visão busca não apenas expandir o leque de heróis e vilões, mas também oferecer uma nova camada de profundidade emocional e contexto para suas histórias.
Uma das principais inovações que Gunn traz é a reinterpretação de personagens clássicos, como O Pinguim e outros ícones do universo Batman. Em vez de se manter fiel a representações anteriores, ele opta por explorar facetas distintas e novas dimensões desses personagens, enfatizando suas motivações e conflitos internos. Essa abordagem promete criar histórias mais complexas e relacionáveis, que vão além das lutas entre o bem e o mal.
Além disso, Gunn demonstra um forte compromisso em respeitar o legado dos personagens ao mesmo tempo que propõe mudanças necessárias para adaptá-los às novas exigências do público contemporâneo. A ideia de um multiverso flexível também é um dos pilares de sua visão, permitindo que diferentes estilos e narrativas coexistam dentro do mesmo universo, facilitando a introdução de novas histórias sem deslegitimar as anteriores.
Por fim, as expectativas de James Gunn para o futuro do gênero de super-heróis são otimistas. Ele acredita que com a renovação criativa e o foco em personagens bem desenvolvidos, o universo da DC poderá não apenas competir com outras franquias, mas também estabelecer novos padrões para filmes de super-heróis. A proposta de Gunn envolve, portanto, uma combinação de inovação e respeito pelas histórias que já conquistaram o público, criando um caminho promissor para o futuro do universo DC nos cinemas.
O Pinguim: O Que Esperar na Segunda Temporada
A segunda temporada de ‘O Pinguim’ promete aprofundar-se na já complexa narrativa do vilão icônico do universo Batman. Com a direção e visão criativa de James Gunn, os fãs podem esperar uma abordagem inovadora que reinventa a forma como o personagem é apresentado. Um dos pontos centrais a serem explorados nesta nova temporada são os arco de desenvolvimento do personagem-título, o Pinguim, e sua ascensão na hierarquia do crime de Gotham. A tensão entre os diferentes grupos de vilões será aprofundada, revelando as estratégias do Pinguim para conquistar o poder.
Os fãs também podem aguardar um elenco diversificado de personagens, que incluirá tanto novos rostos quanto a volta de figuras já conhecidas. A interação entre o Pinguim e outros vilões do universo de Batman, como o Charada e a Mulher-Gato, criará oportunidades emocionantes para rivalidades e alianças. Os atores têm frequentemente comentado sobre o potencial criativo desta nova fase, com muitas expectativas em relação às surpresas que estão por vir. Por exemplo, o ator que interpreta o Pinguim mencionou que os desafios emocionais de seu personagem serão muito mais explorados, proporcionando uma nova profundidade à sua personalidade.
A recepção do público em relação à nova temporada também é uma consideração importante. Os aficionados pelo universo da DC estão se mostrando otimistas e ansiosos, especialmente pela maneira como James Gunn conecta diferentes narrativas dentro do multiverso da DC. Com o alto nível de investimento na produção e a promessa de histórias intrigantes, ‘O Pinguim’ na segunda temporada pode não apenas satisfazer os fãs, mas também atrair novos espectadores para o universo narrativo em expansão da DC. Esta continuidade promete um equilíbrio entre ação, drama e a complexidade moral que tornam essas histórias tão cativantes.
Conexões Entre O Pinguim e o Futuro do Batman
A série ‘O Pinguim’ promete estabelecer ligações significativas com os próximos filmes do Batman, contribuindo para a construção de um arco narrativo coeso dentro do universo cinematográfico. James Gunn, ao desenvolver estas narrativas, busca criar um panorama interconectado que não apenas introduz personagens novos, mas também enriquece os já conhecidos. O Pinguim, interpretado por Colin Farrell, serve como um pivô crucial, com sua ascensão ao poder e suas interações com outros vilões e heróis do universo Batman.
Uma das formas pelas quais a série pode se relacionar com os filmes é através de referências sutis a eventos e personagens que podem surgir nas telonas. Por exemplo, a forma como o Pinguim manipula o submundo de Gotham pode ser explorada em futuros filmes, proporcionando uma base solidificada para narrativas continuadas. As interações do Pinguim com outros personagens, como o Carmine Falcone e, potencialmente, a Mulher-Gato, podem estabelecer tensões que reverberem em novos enredos, fundamentando assim a conexão entre a série e os longas-metragens.
Além disso, a série pode introduzir novos personagens que serão essenciais nos próximos filmes do Batman. Isso não só enriquece a construção da história, mas também amplia o leque de interações possíveis. A ideia de um quase-universo, em que os personagens e suas relações se entrelaçam, oferece a promessa de uma narrativa mais imersiva e autêntica para os fãs. Os principais vilões e aliados do Batman podem ser apresentados gradualmente, permitindo ao público uma compreensão profunda de suas motivações e histórias, aumentando assim as expectativas para as sequências de filmes no horizonte.
Em resumo, ‘O Pinguim’ não apenas fornece um olhar mais profundo para um dos vilões icônicos de Gotham, mas também oferece um alicerce estratégico para o futuro do Batman. Este esforço conjunto entre os filmes e a série é fundamental para solidificar uma estrutura narrativa rica e interconectada.
Reações dos Fãs e Críticas ao Novo Rumo da DCU
As recentes atualizações sobre os projetos do DCU sob a liderança de James Gunn têm gerado um intenso debate entre fãs e críticos. Com o anúncio de “O Pinguim” e novas abordagens para os filmes do Batman, o público tem se mostrado dividido em suas reações. Nas redes sociais, muitos fãs expressaram entusiasmo pelas inovações, enquanto outros permanecem céticos sobre a direção que a franquia está tomando.
Os vídeos de análise e debate produzidos por influenciadores têm proliferado, refletindo essa variedade de opiniões. Vários criadores de conteúdo têm discutido as implicaçōes das mudanças que Gunn pretende implementar, destacando tanto a possibilidade de revitalização do DCU quanto preocupações sobre a coerência narrativa em relação aos filmes anteriores. A natureza dos personagens e a forma como eles serão retratados no novo universo cinematográfico são pontos frequentemente abordados nessas discussões.
A recepção de projetos anteriores também tem influenciado as expectativas dos fãs. Filmes como “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça” geraram polarização, e muitos temem que a nova fase mantenha aspectos indesejáveis do passado. No entanto, há um sentimento crescente de alívio entre os admiradores que anseiam por uma representação mais profunda e fiel dos heróis do DCU. A promessa de uma abordagem mais artística e menos baseada exclusivamente em bilheteira é vista como um fator positivo.
Enquanto a crítica especializada apresenta uma gama de reflexões, a combinação das reações nas redes sociais e vídeos de fãs sugere que a transição proposta por James Gunn promete choques, surpresas e, potencialmente, uma nova era para o DCU. Ao mesmo tempo, as expectativas continuam a ser moldadas por sucessos e falhas do passado, o que torna o futuro do DCU Cinematic Universe um tema fascinante para muitos.
O mais recente trabalho do diretor Sean Baker, “Anora”, apresenta uma narrativa que mistura comédia dramática e crítica social, explorando os desafios de uma jovem trabalhadora do sexo em Nova York. O filme destaca-se por sua abordagem realista e performances marcantes, especialmente da protagonista.
Enredo
Anora Mikheeva (interpretada por Mikey Madison) é uma dançarina exótica e acompanhante que trabalha em Manhattan e reside em Brighton Beach, Brooklyn. Sua vida toma um rumo inesperado quando conhece Ivan “Vanya” Zakharov (Mark Eydelshteyn), filho de um poderoso oligarca russo. O relacionamento entre os dois evolui rapidamente, culminando em um casamento impulsivo em Las Vegas. No entanto, a família de Ivan, ao descobrir a união, envia capangas para anular o matrimônio, levando Anora a uma série de eventos caóticos e reveladores.
Atuações
Mikey Madison: Sua interpretação de Anora é intensa e multifacetada, capturando a vulnerabilidade e a determinação da personagem. Madison entrega uma performance que transita habilmente entre momentos de humor e drama, tornando Anora uma figura cativante e autêntica.
Mark Eydelshteyn: Como Ivan, Eydelshteyn retrata eficazmente um jovem privilegiado e irresponsável, cuja imaturidade desencadeia grande parte dos conflitos da trama.
Yura Borisov: No papel de Igor, um dos capangas enviados para lidar com Anora, Borisov oferece uma atuação que adiciona profundidade e complexidade ao personagem, destacando-se nos momentos de tensão e introspecção.
Karren Karagulian: Interpretando Toros, o intermediário encarregado de resolver a situação, Karagulian traz uma presença autoritária e, ao mesmo tempo, cômica, contribuindo para o tom único do filme.
Pontos Positivos
Direção e Roteiro: Sean Baker continua sua tradição de explorar as vidas dos marginalizados com empatia e autenticidade. Sua habilidade em mesclar humor e crítica social resulta em uma narrativa envolvente e reflexiva.
Ambientação: A escolha de locações reais em Nova York, especialmente em Brighton Beach, confere ao filme uma atmosfera genuína, enriquecendo a experiência do espectador.
Equilíbrio de Gêneros: A combinação de elementos de comédia romântica com situações dramáticas e tensas cria uma dinâmica que mantém o público engajado do início ao fim.
Pontos Negativos
Ritmo Irregular: Em determinados momentos, o filme apresenta uma cadência que pode parecer arrastada, especialmente no segundo ato, o que pode afetar a imersão do espectador.
Desenvolvimento de Personagens Secundários: Alguns personagens coadjuvantes poderiam ter sido mais explorados, oferecendo uma compreensão mais profunda de suas motivações e histórias.
Conclusão
“Anora” é uma obra que desafia convenções, oferecendo uma perspectiva crua e, ao mesmo tempo, humanizada sobre as complexidades das relações e das estruturas de poder na sociedade contemporânea. Com atuações fortes e uma direção sensível, o filme solidifica Sean Baker como uma voz distinta no cinema atual.
Alguns filmes de terror conseguem ser tão ruins que se tornam bons, e acabam virando clássicos trash. Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra (The Mouse’s Trap) 2024 tenta emplacar por esse caminho, mas falha miseravelmente e é apenas um filme ruim.
(Imagem Promocional: Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra – A2 Filmes)
Enredo
O enredo de Mouse Trap mais parece uma série de esquetes que uma história amarada e coesa, no fim tudo se torna uma desculpa para o assassino ter as vitimas a sua mercê e assim seguir de uma cena de morte para a próxima, tudo isso com um passo demasiadamente arrastado e um pouco estranho. A história fica pulando do presente para o passado. Onde no presente temos uma sobrevivente de um massacre, Rebecca (Mackenzie Mills) contando sua história em uma delegacia que mais parece ter sido feita de papelão. Já no Passado acompanhamos a personagem Alex (Sophie McIntosh) que trabalha em um fliperama no turno da noite, e é surpreendida pelos seus amigos que organizaram uma festa de aniversário surpresa para ela. Tudo ia bem até que um assassino com máscara de Mickey Mouse começa a matar um a um todos os convidados.
(Imagem Promocional: Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra – A2 Filmes)
Arte
O filme mais parece um projeto universitário, que um longa metragem comercial. Os cenários são todos precários e claramente filmados em um fliperama que a produção conseguiu alugar durante a noite. A iluminação é quase inexistente, como já esperado nesse tipo de filme. A caracterização do longa também é muito fraca, sendo o destaque a máscara do assassino, que em um primeiro momento parece se tratar de algo proposital para criar uma comédia de terror e enfatizar os clichês do gênero nos clássicos dos anos 80 e 90, mas ao longo do filme isso é colocado em dúvida pois tudo parece se levado a sério de mais, com exceção de uma meta piada ou outra, perdidas ao longo de uma hora e vinte minutos de um filme que passa a maior parte do tempo se levando a sério de mais.
(Imagem Promocional: Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra – A2 Filmes)
Som
O som de Mouse Trap se resume ao barulho de fundo de um fliperama em repetição por mais de uma hora. Na metade do filme você já vai estar incomodado com isso no mesmo nível da jukebox de bar que sempre toca a mesma música ou do jingle do caminhão do gás. Além dos efeitos de fundo irritantes, pouca coisa se destaca no quesito sonoro aqui. Sendo que uma das decisões estranhas do longa é dar voz ao Mickey Mouse assassino, porém a voz do personagem não tem nada a ver com o personagem animado que conhecemos e amamos e mais parece uma mistura de Perna Longa com o assassino do filme Pânico.
(Imagem Promocional: Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra – A2 Filmes)
Atuações
Você dificilmente verá algum desses atores ganhando um Oscar no futuro, e bem na verdade você dificilmente verá alguns deles fazendo outros filmes. O nível de atuação aqui beira o amador, e flerta com o cômico involuntário. São todas atuações canastronas, inclusive do vilão que teria o papel mais fácil por estar atrás de uma máscara, mas que consegue entregar uma atuação tão forçada e robótica que ao invés de risos só provoca vergonha alheia. O destaque aqui fica para Simon Phillips que consegue fracassar três vezes no mesmo filme, fracassa como escritor (crédito esse, que parece dividir com alguma IA), fracassa como Dono do fliperama Tim Collins e fracassa também como Mickey Mouse Assassino.
(Imagem Promocional: Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra – A2 Filmes)
Mouse Trap: A Diversão Agora é Outra é apenas mais um filme da leva de projetos sem alma e preguiçosos, que pega personagens populares que entraram em domínio público e transfigura eles para tentar chamar a atenção. Esse tipo de filme já perdeu o efeito chocante e a novidade, e na verdade já está se tornando enfadonho. Muitas coisas poderiam ter sido feitas aqui para destacá-lo ou torná-lo uma experiência singular, a premissa de ser uma comédia de terror parece interessante à primeira vista, mas a verdade é que o longa se leva a sério de mais para ser uma comédia e é cômico de mais para ser terror. No fim vemos claramente que o verdadeiro monstro é a lei de direitos autorais norte americana, que permitiu que personagens infantis como Mickey Mouse e Ursinho Pooh se tornassem protagonistas de filmes slasher caça-niqueis.
Venom: A Última Rodada, a nova produção estrelada por Tom Hardy, prometia uma conclusão épica para a história do simbionte. No entanto, apesar do talento do elenco, o filme se revela uma experiência decepcionante e mal executada, que falha em manter o interesse do público ao longo de sua narrativa.
Tom Hardy Não Brilha como Eddie Brock
Tom Hardy, que retorna ao papel de Eddie Brock/Venom, parece preso a um roteiro que não permite ao personagem se desenvolver. Conhecido por sua intensidade, Hardy parece menos envolvido, como se não pudesse explorar o lado sombrio de Venom de maneira eficaz, limitando o impacto de sua performance.
A Atuação de Michelle Williams É Desperdiçada
Michelle Williams, que interpreta Anne Weying, também está de volta, mas seu talento é subutilizado em um papel que serve apenas para dar suporte à narrativa. Sua personagem parece sem propósito real, desperdiçando o potencial dramático que a atriz poderia oferecer ao filme.
Woody Harrelson Carece de Complexidade como o Vilão
Woody Harrelson, que interpreta o vilão, traz seu carisma habitual para o papel. Porém, a falta de profundidade no desenvolvimento do personagem torna seu papel genérico e desinteressante. Harrelson, um ator consagrado, merecia um vilão com mais complexidade e nuances.
O Ritmo do Filme Não Favorece o Elenco
Com um ritmo apressado e desorganizado, Venom: A Última Rodada não oferece espaço para o elenco brilhar. As cenas parecem montadas às pressas, sem tempo para que os atores possam explorar suas interpretações, o que compromete ainda mais a experiência do público.
Química Inexistente Entre Personagens
A interação entre os personagens principais parece enfraquecida. A dinâmica entre Eddie e Anne, por exemplo, não apresenta a mesma intensidade dos filmes anteriores. A falta de química entre eles afeta o envolvimento emocional do espectador, prejudicando o impacto dramático.
Efeitos Visuais Não Compensam a Falta de Enredo
Apesar do uso de efeitos visuais, eles acabam sendo repetitivos e pouco impactantes, não compensando a falta de uma história cativante. A aposta em cenas de ação frenéticas não consegue manter o interesse por conta da falta de propósito na narrativa.
Direção e Roteiro Pouco Inspirados
A direção é inconsistente e o roteiro é um dos pontos mais fracos de Venom: A Última Rodada. A história é previsível e cheia de clichês, sem a complexidade que o elenco e os personagens exigem. Faltou visão para aproveitar o potencial dos atores.
Atuações Desperdiçadas em um Filme Sem Profundidade
Embora o elenco seja de qualidade, com nomes como Tom Hardy, Michelle Williams e Woody Harrelson, o filme não consegue dar o devido espaço para suas atuações brilharem. As interpretações ficam presas em uma trama que não faz jus ao talento dos atores.
Conclusão Final: “Venom: A Última Rodada” é uma Decepção
Em resumo, Venom: A Última Rodada não oferece a conclusão esperada para a franquia. Mesmo com um elenco talentoso, o filme é uma decepção por não explorar a complexidade de seus personagens e se contentar com um enredo raso e sem emoção.
“Pisque Duas Vezes” é um suspense psicológico que tenta misturar mistério e terror, mas acaba falhando em sua execução. Com uma trama promissora, o filme se perde em reviravoltas previsíveis e diálogos fracos. Dirigido por Robert Stone, o longa tenta criar uma atmosfera tensa, mas a narrativa dispersa e o ritmo lento prejudicam o impacto final.
O filme começa com uma proposta intrigante: uma jovem chamada Emily, interpretada por Lily Collins, recebe uma mensagem misteriosa. “Pisque duas vezes se precisar de ajuda” é o ponto de partida de um jogo perigoso de ilusões e segredos. A ideia de que alguém a está observando constantemente cria um certo suspense, mas o filme falha em manter essa tensão.
À medida que a trama avança, a narrativa se arrasta sem grandes revelações. Emily começa a desconfiar de todos ao seu redor, mas o roteiro insiste em prolongar a dúvida sem fornecer pistas ou evoluções significativas. Isso cansa o espectador, que fica à espera de uma virada significativa que demora a chegar.
Além de Emily, outros personagens centrais, como seu namorado Jack (Sam Claflin) e sua melhor amiga Chloe (Elle Fanning), não têm desenvolvimento suficiente. Jack se mostra um parceiro superficial e previsível, enquanto Chloe, que deveria ser a confidente de Emily, acaba sendo subutilizada. Suas motivações são fracas e suas ações, previsíveis.
Ao longo do filme, “Pisque Duas Vezes” tenta introduzir reviravoltas para prender o espectador, mas a maioria delas é previsível. O grande mistério em torno da mensagem se desmancha quando descobrimos que o responsável é o próprio Jack, que planeja controlar Emily para roubar sua herança. Essa revelação não surpreende e só evidencia a fragilidade do roteiro.
O clímax do filme ocorre quando Emily finalmente descobre o plano de Jack. No entanto, a cena de confronto entre os dois é decepcionante e sem intensidade emocional. Em vez de um embate psicológico ou físico mais elaborado, o desfecho é previsível e pouco empolgante.
Mesmo sendo um suspense psicológico, o filme não consegue criar tensão suficiente. O uso excessivo de clichês e cenas forçadas de sustos tiram a profundidade do enredo. Além disso, o diretor Robert Stone parece hesitar entre construir uma narrativa mais sutil ou partir para um suspense explícito, resultando em uma mistura pouco coesa.
Lily Collins faz o que pode com o material que tem em mãos, mas sua personagem, Emily, não tem profundidade suficiente. Sua atuação é convincente em alguns momentos, especialmente quando ela está no limite do colapso emocional, mas o roteiro limitado impede que Collins brilhe como poderia.
A direção de Robert Stone é funcional, mas não inovadora. Ele utiliza os elementos básicos do gênero de suspense, como sombras, silhuetas e jogos de câmera, mas sem grande originalidade. O estilo visual do filme é bem produzido, mas carece de identidade própria.
“Pisque Duas Vezes” tinha uma premissa interessante, mas a falta de profundidade no roteiro e a previsibilidade das reviravoltas resultam em um filme mediano. O potencial para um suspense psicológico envolvente se perde no caminho, e o espectador é deixado com uma sensação de desapontamento.
Onde Assistir Pisque Duas Vezes
“Pisque Duas Vezes” está disponível para assistir no Amazon Prime Video. Embora o filme tenha algumas qualidades visuais e uma boa premissa, ele deixa a desejar em termos de desenvolvimento e tensão.
“O Corvo de 2024” revisita a história clássica de Eric Draven, que retorna à vida após ser brutalmente assassinado, buscando vingança. Esta versão dirigida por Rupert Sanders tenta modernizar a lenda. No entanto, o filme falha em capturar a profundidade emocional do original de 1994.
Bill Skarsgård interpreta Eric Draven, um músico assassinado junto com sua noiva, Shelly (Emma Corrin). Ressuscitado por um corvo sobrenatural, ele persegue seus algozes em busca de vingança. Embora Skarsgård traga intensidade ao papel, o filme não explora adequadamente seu sofrimento interior.
Visualmente, “O Corvo de 2024” é impressionante. O diretor Rupert Sanders usa uma estética neo-noir, com chuvas constantes e um cenário urbano distópico. A cinematografia de Greig Fraser realça esse ambiente sombrio. A paleta de cores escura reforça o tom melancólico do filme.
Apesar da estética visual, o roteiro falha em desenvolver seus personagens de forma significativa. A relação de Eric com Shelly é pouco explorada, o que enfraquece a base emocional da história. Sua busca por vingança parece mecânica, sem o peso emocional que deveria ter.
Os antagonistas, liderados por T-Bird (Danny Huston), são representações genéricas de criminosos. Eles não oferecem uma ameaça verdadeira para Eric. O confronto final entre Eric e T-Bird carece de profundidade, com motivações rasas.
As cenas de ação, por outro lado, são estilizadas e cheias de energia. Eric, guiado pelo corvo, utiliza suas habilidades sobrenaturais para eliminar os inimigos. No entanto, essas sequências de ação muitas vezes obscurecem o drama que deveria estar no centro da trama.
A trilha sonora tenta capturar o espírito gótico do filme original, mas falha em ser tão memorável. Diferente do clássico de 1994, que utilizava o rock alternativo para amplificar a emoção, a trilha de 2024 se perde em meio à ação, sem se destacar.
O confronto final, onde Eric enfrenta T-Bird no telhado de um prédio sob chuva torrencial, tenta homenagear o final do filme de 1994. Contudo, essa sequência carece de tensão e emoção. O desfecho parece apressado e sem impacto.
Em vez de explorar a dor e o sacrifício que acompanham a vingança, “O Corvo de 2024” foca demais na ação. Isso enfraquece o tema principal do filme, que deveria refletir mais profundamente sobre perda e redenção.
Fãs do filme original perceberão uma grande diferença no tom e na profundidade emocional. Enquanto o “Corvo” de 1994 é cultuado por sua narrativa sombria e poética, a versão de 2024 parece mais preocupada com estilo do que com substância.
“O Corvo de 2024” impressiona visualmente, mas falha em capturar a essência trágica da história de Eric Draven. Faltando uma narrativa emocionalmente envolvente, o filme se destaca apenas pelas cenas de ação e estética sombria.
Onde Assistir
“O Corvo de 2024” está disponível para streaming no HBO Max. Apesar de suas falhas, pode ser interessante para quem busca uma experiência visual estilizada.