Após uma primeira temporada incrível, a segunda temporada de Devil May Cry foi oficialmente confirmada e acaba de ganhar data de estreia. Embora fosse sabido que haveria uma nova temporada, ainda não tínhamos data de lançamento.
Agora, a Netflix acaba de revelar que o anime vai estrear sua nova temporada já em 2026, e além de confirmar a sua estreia para o ano que vem, a plataforma de streaming também revelou seu primeiro trailer.
Para quem não se lembra, a primeira temporada de Devil May Cry foi oficialmente lançada em abril, enquanto o anúncio de que o anime teria uma sequência aconteceu uma semana após.
Primeiro trailer da 2ª temporada é revelado
Após alguns meses de espera, finalmente temos a data de lançamento da 2ª temporada de Devil May Cry, e será em 2026. Embora tenham confirmado a data, o mês de estreia ainda não foi revelado.
A Netflix fez o anúncio da sua data de estreia durante o evento Anime NYC, e para quem curtiu a primeira temporada e está ansioso pelos novos episódios, você pode curtir o primeiro trailer dessa sequência abaixo:
Segundo Adi Shankar, criador desse novo anime de Devil May Cry, falou um pouco sobre a segunda temporada em outro momento e afirmou que ela será “muito diferente” da temporada anterior.
O criador da série prometeu que veremos um Dante muito mais poderoso e com mais atitudes “badass” que são tão características do personagem, trazendo uma evolução para o protagonista que terá um visual mais maduro, cabelos mais longos e uma personalidade que mostre mais experiência.
Conforme pudemos ver no trailer liberado pela Netflix, a segunda temporada de Devil May Cry deve dar muita importância para o tão esperado confronto entre os irmãos Dante e Vergil.
A animação da segunda temporada segue sendo produzida pelo estúdio MIR, onde cada temporada deve contar com novos visuais e um melhoramento da qualidade técnica geral da série.
A Crunchyroll, reconhecida como a casa definitiva dos animes — com um catálogo que supera até a Netflix — segue ampliando seu acervo com títulos aguardados como Dandadan e Kaiju No. 8, além de produções sombrias como Original Sin de Takopi.
Animação confirmada: Sekiro: No Defeat
Durante a cerimônia de abertura da Gamescom, realizada em 19 de agosto de 2025, a plataforma confirmou com exclusividade a adaptação animada do renomado jogo Sekiro: Shadows Die Twice — anunciado sob o título Sekiro: No Defeat. O estúdio Arch e Qzil.la foram revelados como responsáveis pela produção.
Trailer revela fidelidade ao universo original
O trailer divulgado durante o evento destacou que a nova série manterá uma forte conexão com o jogo, demonstrando cenários e tonalidades familiares aos fãs da franquia.
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Com a alta qualidade estética e narrativa inerente ao universo FromSoftware, acredita-se que Sekiro: No Defeat possa se tornar um dos melhores, se não o melhor anime ninja já lançado pela Crunchyroll.
Conheça a trama de Sekiro: Shadows Die Twice
No jogo original, acompanhamos o shinobi Wolf, encarregado de proteger o jovem Kuro em meio a uma nação Ashina à beira do colapso. Derrotado por Genichiro, Wolf perde o braço esquerdo, mas sobrevive com um braço protético repleto de ferramentas ninjas — tornando-se o “Sekiro” (lobo de um braço só) em sua busca pela salvação de Kuro.
A segunda temporada de Dan Da Dan continua a cativar fãs com sua mistura de ação sobrenatural, humor ácido e desenvolvimento emocional. Agora, o anime apresenta detalhes sobre o tão aguardado episódio 9, cuja estreia já tem data confirmada para animar ainda mais os espectadores.
O episódio 9, intitulado “Eu Quero Reconstruir a Casa”, terá sua estreia no Japão em 29 de agosto de 2025, às 12h26 (JST). No Brasil, ele será transmitido ainda em 28 de agosto de 2025, às 12h26 (horário de Brasília), graças à diferença de fuso que antecede a liberação nacional.
Onde assistir “Dan Da Dan” no Brasil
Para o público brasileiro, Dan Da Dan pode ser conferido nas principais plataformas de streaming como Crunchyroll, Netflix e Hulu, com disponibilidade simultânea ao lançamento internacional.
No episódio 8, intitulado “Você Consegue, Okarun!”, acompanhamos Okarun e Aira enfrentando tulpas musicais poderosos, quase sendo derrotados se não fosse pela intervenção da Vovó Turbo. Essa ajuda permitiu que Okarun sincronizasse seus movimentos e neutralizasse os inimigos de uma vez só. Ao mesmo tempo, Manjiro alertou sobre o crescente perigo do Olho Maligno — e Okarun, fortalecendo-se, se prepara para o confronto final.
O que esperar do episódio 9
O episódio 9 promete levar adiante o embate com o poderoso Olho Maligno, explorando até onde Okarun está disposto a ir para protegê-los. É possível que surjam desdobramentos ligados às misteriosas “jóias de família” de Okarun, abrindo espaço para novos arcos na narrativa.
A segunda temporada de Dan Da Dan segue com um total de 12 episódios, lançados semanalmente às quintas-feiras à noite no Brasil (por volta das 20h56), conforme o cronograma. O episódio 9 está marcado para o dia 28 de agosto de 2025, mantendo o ritmo regular de exibições.
A ansiedade entre os fãs de Gachiakuta cresce com o anúncio de que o episódio 8 — intitulado “Avanço” — já tem suas prévias liberadas. A produção do estúdio Bones continua impressionando com sua narrativa ousada, personagens memoráveis e animação de alta qualidade,
A sinopse revela que Corvus, líder dos Zeladores, retorna para reconhecer o ato heroico de Rudo, que arriscou a vida para proteger seus companheiros. Em recompensa, Rudo é oficialmente aceito no grupo e recebe uma revelação chocante sobre o mundo celestial — além da “Fronteira” entre o Céu e o Mundo Inferior, cuja travessia é mortal… Exceto por rumores sobre uma mulher que teria cruzado com vida.
Data e hora confirmadas para o lançamento no Brasil
Marque na agenda: o aguardado episódio 8 de Gachiakuta estreia no domingo, 31 de agosto de 2025, com previsão de chegada na plataforma às 11h30, no horário de Brasília
No Brasil, a Crunchyroll segue como plataforma oficial de exibição. Os novos episódios chegam ao público nacional simultaneamente com a liberação no Japão, oferecendo acesso rápido e completo aos fãs,
Desde sua estreia em 6 de julho de 2025, Gachiakuta tem seguido uma cadência semanal de lançamentos aos domingos por volta das 11h30 (horário de Brasília). O episódio 8 está no radar para 31 de agosto, conforme o cronograma da primeira temporada.
Com revelações sobre a misteriosa fronteira e o destino de Rudo dentro dos Zeladores, este episódio promete aprofundar ainda mais a mitologia sombria do anime. A combinação de ação intensa, ambientação distópica e plot twist fortes mantém a série como uma das mais emocionantes da temporada.
Revelado pela primeira vez na Awesome Indies Show, jogo está disponível para jogar na Indie Arena da gamescom
Durante a Awesome Indies Show da gamescom, a publicadora indie sueca Raw Fury anunciou Deep Dish Dungeon, um dungeon crawler com ênfase em exploração e na engenhosidade do jogador. O jogo é desenvolvido pela Behold Studios (Knights of Pen & Paper, Chroma Squad).
Criado pela desenvolvedora brasileira Behold Studios, Deep Dish Dungeon é um jogo dungeon crawler de exploração que recompensa a curiosidade e a engenhosidade em obter recursos num ambiente atmosférico.
Em Deep Dish Dungeon, os jogadores poderão explorar corredores, cômodos e passagens sozinhos ou com até três amigos, enquanto coletam recursos para melhorar seu acampamento. Os jogadores podem criar ferramentas e preparar refeições nutritivas para aumentar a força durante a jornada e desvendar enigmas que se escondem nas sombras.
Participantes da Gamescom 2025 podem conferir Deep Dish Dungeon hoje mesmo no estande da Indie Arena (seção 2, estande 44). Mais detalhes sobre Deep Dish Dungeon serão disponibilizados em breve. Para ficar por dentro das novidades, siga o jogo e seus desenvolvedores no Bluesky.
O arco final de My Hero Academia ganha vida em intensas batalhas 3v3 com combos cinematográficos e heróis em sua forma mais poderosa.
A Bandai Namco Entertainment America Inc. divulgou hoje um novo trailer apresentando o sistema de batalhas de MY HERO ACADEMIA: All’s Justice, o próximo jogo de luta 3D em arena baseado no anime fenômeno global, MY HERO ACADEMIA. O vídeo mostra pela primeira vez o combate PvP, no qual os jogadores podem alternar entre três personagens em estilo tag-team e executar combos de ataque PLUS ULTRA devastadores.
Ambientado durante o arco climático da Guerra Final, jogadores poderão vivenciar “O ÚLTIMO SOCO” por meio de um modo história cinematográfico e batalhas 3v3 cheias de ação que mostram os heróis e vilões mais icônicos da obra em suas formas finais e mais poderosas.
Em MY HERO ACADEMIA: All’s Justice, a vitória é conquistada ao eliminar todos os membros da equipe adversária. O sistema de tag-team permite alternar lutadores a qualquer momento, criando oportunidades para estender combos, contra-atacar estratégias inimigas ou transformar um movimento de defesa em ataque com trocas bem cronometradas.
O combate gira em torno de quatro ações principais: Target Combo, Counter Attack, Guard, and Unblockable Attack, além de opções táticas como Evade e Counter Crash para escapar do perigo. Os jogadores também podem carregar a barra Plus Ultra e liberar o Plus Ultra Combo, um golpe final devastador em que os três personagens combinam suas individualidades para causar um dano massivo. Para intensificar ainda mais as lutas, há o estado especial Rising!, que aumenta o poder de ataque, velocidade de movimento e recuperação. O Rising pode ser ativado manualmente quando a barra está cheia, mas, em situações críticas, também é ativado automaticamente quando resta apenas um personagem, mudando o rumo da batalha.
MY HERO ACADEMIA: All’s Justice contará com um extenso elenco de personagens favoritos dos fãs de todo o anime e mangá, incluindo as versões mais poderosas do arco da Guerra Final. Será possível escolher entre estudantes da U.A., Heróis Profissionais e Vilões em suas formas mais memoráveis, cada Os jogadores assumirão o controle de personagens amados pelos fãs, como Izuku Midoriya, Katsuki Bakugo, All Might, Tomura Shigaraki, Himiko Toga e mais. Além disso, eles poderão utilizar as Individualidades únicas de cada personagem para esmagar e destruir os oponentes.
Mais detalhes sobre o jogo, incluindo recursos adicionais, serão revelados nos próximos meses.
MY HERO ACADEMIA: All’s Justice será lançado para PlayStation®5, Xbox Series X|S e PC via Steam®. Para mais informações, visite o site oficial.
Desenvolvedores revelaram novo trailer com gameplay do MMO de ficção científica e confirmaram que a versão completa do jogo irá lançar no dia 19 de setembro, no Steam.
Apaixonados por PVP, preparem-se! Warborne Above Ashes, o novo MMO de ficção científica publicado pela Qooland Games, será lançado no dia 19 de setembro, no Steam. O anúncio chega após três períodos de testes, que contribuíram para polir o jogo e criar a experiência de guerra em grande escala definitiva. Para celebrar o momento, os desenvolvedores divulgaram um trailer explosivo com gameplay inédito, além de anunciarem a chegada do Warband Pre-Creation Rally, que permite que os jogadores já comecem a montar os seus times e recebam recompensas exclusivas antes do lançamento.
Você pode assistir o trailer de lançamento abaixo:
Os desenvolvedores também anunciaram o Driftmaster Rally Event, evento que acontece entre os dias 26 de agosto e 18 de setembro. Jogadores que formarem seus Warbands podem competir para ganhar recompensas exclusivas no valor de 70 mil dólares, incluindo quantias raras, equipamentos premium e o grande prêmio: um Cachorro Robô que custa 14 mil dólares.
Reunindo mais de 500 guildas em 128 países e regiões nos períodos de testes, o título ficou no topo das listas de demos mais jogadas nas categorias de Competitivo Online e de MMO durante a Steam Next Fest, alcançando o top 10 das demos gratuitas mais baixadas. Lendas brasileiras do competitivo já testaram e estão prestes a entrar na briga de quem é a melhor guilda, como o time da Furia e a Strikerforce Umbra (STFU), que dominou os adversários e se classificou como uma das melhores guildas do mundo nos testes anteriores.
Warborne Above Ashes oferece uma experiência única de jogador contra jogador (PvP). Incluindo um campo de batalha persistente e em tempo real, ativo 24 horas por dia, com centenas de combatentes ao mesmo tempo. É ação na sua mais pura e instantânea forma: sem necessidade de avançar na história ou quaisquer barreiras com limitações de níveis.
Para mais informações ou atualizações, visite o site oficial, a página na Steam a nossa comunidade no Discord, e siga a comunidade de Warborne Above Ashes nas redes sociais.
Festival do Studio Ghibli no Brasil entra no circuito da Rede do dia 18 de setembro a 1º de outubro. Pré-venda de ingressos abre em 4 de setembro no site e app da Rede.
Kiki, Totoro, Chihiro e tantos outros personagens marcantes da filmografia do Studio Ghibli vão retornar às telas da Cinemark entre os dias 18 de setembro e 1º de outubro. 14 títulos renomados da Parte 1 do GHIBLI FEST 2025 — dentre eles, dois indicados e um vencedor do Oscar — entrarão em cartaz na Rede e poderão ser conferidos no melhor conforto e tecnologia que uma sala da Cinemark oferece. Todas as unidades participantes serão reveladas em breve. A pré-venda de ingressos abre oficialmente em 4 de setembro no site e app da Rede. Membros Cinemark Club podem aproveitar o benefício do plano Black e resgatar seus ingressos para este festival.
Confira a lista completa de filmes que serão exibidos:
A Viagem de Chihiro (DUB/LEG) – Vencedor do Oscar
Meu Amigo Totoro (DUB/LEG)
O Castelo Animado (DUB/LEG) – Indicado ao Oscar
Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar (DUB/LEG)
O Serviço de Entregas da Kiki (DUB/LEG)
Porco Rosso: O Último Herói Romântico (DUB/LEG)
Vidas ao Vento (DUB/LEG) – Indicado ao Oscar
Nausicaä do Vale do Vento (LEG)
Sussurros do Coração (DUB/LEG)
Pom Poko: A Grande Batalha dos Guaxinins (DUB/LEG)
Meus Vizinhos, os Yamadas (DUB/LEG)
Memórias de Ontem (DUB/LEG)
Eu Posso Ouvir o Oceano (DUB/LEG)
Da Colina Kokuriko (LEG)
GHIBLI FEST 2025 na Cinemark Quando: De 18 de setembro a 1º de outubro. Pré-venda de ingressos abre em 4/9. Onde:Lista completa de unidades participantes em breve. Membros Cinemark Club podem aproveitar o benefício do plano Black e resgatar seus ingressos para este festival.
Acesso antecipado já disponível para a Edição Digital Deluxe
O mestre das artes ninja retorna para enfrentar um mal sem precedentes! A SEGA® of America divulgou um novo trailer antes do lançamento de SHINOBI: Art of Vengeance em 29 de agosto. O trailer mostra mais do jogo de ação e plataforma 2D situado em um mundo desenhado à mão, criado em colaboração com os desenvolvedores da Lizardcube, estúdio por trás do aclamado Streets of Rage 4. SHINOBI: Art of Vengeance será lançado em 29 de agosto para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, Steam e Nintendo Switch, a partir de R$ 134,91.
Assista ao trailer de lançamento de SHINOBI: Art of Vengeance abaixo:
Ninjas que estiverem ansiosos para já partirem para a ação podem jogar SHINOBI: Art of Vengeance agora, três dias antes do lançamento, ao adquirirem a Edição Digital Deluxe. Ao comprarem esta edição ou a SHINOBI: Art of Vengeance Collector’s Edition da Limited Run Games (disponível até 7 de setembro de 2025), jogadores receberão o DLC Fase Vilões da SEGA quando este for lançado no início de 2026. A fase cheia de ação contará com personagens icônicos da SEGA, incluindo o gênio do mal da série Sonic the Hedgehog™, Dr. Eggman, e mais adversários a serem anunciados no futuro.
Uma demo gratuita com uma versão da primeira fase do jogo está disponível para download no PlayStation, Xbox, Nintendo Switch e Steam. Para saber mais sobre SHINOBI: Art of Vengeance, incluindo as várias edições digitais e físicas, preço, demo para download e mais, visite o site oficial. Para mais informações sobre outros jogos da SEGA, acesse www.sega.com ou siga a SEGA no YouTube, Instagram e X.
A série que acabou de sair e já está completa no HBOMAX/MAX/HBO produzida pelos filhos de Roberto Gomes Bolanos retratando a Biografia do grande criador de séries famosas no Brasil como chaves e Chapolin retratando de forma romanceada e em muitas vezes bem chapa branca como foi desde a entrada dele como roterista na rádio até os anos 80 quando ele estava em finalização de chaves e Chapolin como programas separados.
Boa parte desse início de série começa bem corrido e com o recurso de passagens de tempo como começamos com eles em uma apresentação nos anos 80 com o Horácio conhecido como Godines chamando o elenco pra apresentação, daí partimos pra família criança indo a um circo depois nos anos de 78 pra gravação de Acapulco e depois indo prós anos 50 quando o Roberto ainda trabalhava em uma metalúrgica, o que me incomoda nessa parte que sempre tinha coisas de chaves ou Chapolin, sempre vemos algum desses bordões o que dá a entender que o Chespirito não cria nada e sim fica copiando todo mundo que passou na vida dele.
O segundo episódio já vem mais retratando o começo de vida dele como roterista no programa de rádio, o começo do relacionamento dele com a Graziela que foi a sua maior companheira e sua assistente em muitas coisas nas criações de seus trabalhos televisivos e depois da briga do pessoal da rádio na televisão, que dá pra ver que passaram se anos, ele começa a criar o seu espaço na tv criando o super gênios da mesa quadrada, que ele conta com um grande elenco, seu amigo de cinema Ramon Valdes que de cara aceita o trabalho pois já havia trabalhado com chesperito no passado, a grande atriz dramática Maria Antonieta de las nieves, que essa sim deu um pouco mais de trabalho pra convencer pois ela queria ser atriz dramática e não atriz de comédia e por sorte ele tinha um cara alto com ele pra ser um contra pontos o produtor Rubens Aguirre para fazer o professor Girafales, e assim surgiu um dos maiores sucessos de Roberto, no qual ele chegou a desanimar pois queria que ofendesse sempre pessoas famosas de outras emissoras, que Bonfim o faz acabar com esse projeto.
No episódio 3 temos a criação do Chapolin e aqui podemos ver de maneira bem fantasiosa o como foi criado um dos maiores sucessos na vida do Roberto, mas aqui sempre vemos a jornada do herói, que foi uma coisa difícil e escondida, que quase destruíram a fira com o episódio e tudo mais, sendo que Chapolin foi exibido como uma parte do super gênios da mesa quadrada, no episódio 4 ele é o mais fantasioso de todos, pois demonstra a criação de chaves, o maior sucesso de Bolanos, e aqui temos a certeza que o Roberto não era gênio de nada e sim um grande observador, pois ele colocou todas as situações que ele viveu na infância quando morou com a tia e os comportamentos de chaves, Chiquinha, Godines, popes e por aí vai ele ficou vendo os filhos fazendo, e vem de forma linda ele criando a vila e ele criança vendo o chaves produzido como se fosse o sonho da criança sendo realizado, que pra uma dramatização fica lindo de se ver mas é piegas ao extremo.
Os últimos episódios são muito mais focados em brigas tanto do Roberto com a família quanto entre o elenco em si, pois Marcos Baragan estava brigando querendo ser a estrela do seu próprio programa e querendo levar o Ramón Valdez, a Margareth que estava com o diretor e depois acabou se envolvendo com Roberto meio que começou a querer manipular o set e as criações, e quando rolou o evento da turma no Chile eles acabam ficando juntos, e logo após isso temos Acapulco e por fim a gravação do filme do El Chanfle (que é o filme do Pelé do episódio do cinema) e quem não viu procura no YouTube que os dois filmes estão legendados e é um ótimo filme, e a série termina nos anos 80 com o Roberto se definindo na vida pessoal e continuando seu sucesso profissional e o final é totalmente piegas, mas se você é fã de chaves não tem como não chorar, tudo muito bonito e bem feito, e o final todo mundo vestido como personagens de chaves ao som de Que Bonita Visindad que conhecemos como que bonita a sua roupa.
No geral o que eu posso falar sobre a série? Ela é muito linda, tem muitas coisas que nós queremos ver como uns bastidores de chaves e Chapolin, ou cena de gravação do episódio do porco do Kiko, mas ao invés de aproveitarem e fazer uma coisa mais extensa e falar mais dos outros personagens da série ela foi tudo muito rápido e teve uma situação de o chesperito intocável, parece que ele não criou nada e foi o super observador, que ele era o inocente e tudo acontecia sem ele saber onque estava rolando, até a traição foi blindado uma coisa que ele sempre falou em várias entrevistas que era muito mulherengo e que ficou 5 anos tentando ficar com a Florinda, na série só blindou com a imagem de o intocável, algumas falas ou recursos que parecia malhação ou alguma outra novela mexicana, e não diálogos que eles teriam mesmo, não teve muito do background da Angelines Fernandes ou dos demais, mas é uma série divertida de se ver nota 8/10, está completa no HBOMAX sem confirmação de que se haverá uma segunda temporada até o momento
O próximo Battlefield 6, previsto para lançamento entre outubro de 2025 e março de 2026, deverá chegar às plataformas PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, sem suporte para consoles da geração anterior.
Preço estimado
Segundo rumores de fontes internas, haverá duas versões digitais:
Edição Standard: cerca de € 70 (~US$ 69,99) no PC e € 80 (~US$ 79,99) nos consoles;
Phantom Edition (versão deluxe): aproximadamente € 100‑110 (~US$ 99,99‑109,99), com conteúdo adicional, mas sem acesso antecipado ao jogo.
No Brasil, os valores podem variar em torno de R$ 299 para PC e R$ 350 para consoles, segundo estimativas baseadas em títulos semelhantes da EA no mercado local.
Requisitos de sistema para PC
Ainda sem confirmação oficial, informações sobre os testes (Battlefield Labs) indicam requisitos semelhantes aos rumores:
Requisitos Mínimos (PC):
Processador: Intel Core i5‑8400 ou AMD Ryzen 5 2600
Placa de vídeo: NVIDIA RTX 2060 ou AMD Radeon RX 5600 XT
Memória RAM: 16 GB
Armazenamento recomendado: SSD com pelo menos 30 GB de espaço livre
Sistema operacional: Windows 10 ou 11
Configuração Recomendada:
Processador: Intel Core i7‑10700 ou AMD Ryzen 7 3700X
Placa de vídeo: NVIDIA RTX 3060 Ti ou AMD Radeon RX 6700 XT
16 GB de RAM, SSD e sistema compatível com DirectX 12
Esses requisitos apontam para um nível de desempenho técnico elevado, similar aos jogos AAA modernos.
Requisitos de segurança e compatibilidade
O jogo deverá exigir Secure Boot ativado, uma medida de segurança implementada também em Battlefield 2042 para prevenir fraudes e permitir ferramentas de anti-cheat avançadas. Essa exigência pode impactar usuários com placas-mãe mais antigas ou sistemas Linux que não suportem Secure Boot.
Considerações sobre custos
A previsão de custo elevado tanto para aquisição quanto para os requisitos mínimos pode limitar o acesso de jogadores com hardware de entrada ou intermediário.
Há preocupações, especialmente em mercados como o Brasil, sobre o alto custo dos componentes de PC modernos e a dificuldade de atualização de sistemas atuais.
Usuários com configurações limitadas tendem a recorrer a adaptações ou upgrades graduais para conseguir rodar jogos dessa nova geração.
Battlefield 6 aponta para ser uma produção ambiciosa, com foco em gráficos avançados, gameplay tático moderno e novo sistema de classes. No entanto, seu custo — tanto no combate quanto na aquisição — pode representar um obstáculo para muitos jogadores. A exigência de Secure Boot e os requisitos recomendados sugerem que será necessário hardware atual e robusto para rodar o jogo adequadamente.
Caso queira, posso ajudar com uma análise detalhada sobre compatibilidade com configurações específicas, sugestões de upgrades ou estimativas de custo em diferentes mercados
Orquestra vem pela primeira vez ao Brasil pela regência de Eric Roth
Após o sucesso estrondoso de “ Distant Worlds: Music from Final Fantasy” em 2023 regido pelo maestro Arnie Roth, mais um concerto está previsto para acontecer e dessa vez na Brasil Game Show 2025 que ocorrerá entre os dias 09 a 12 de Outubro.
O concerto em questão está agendado para os dias 09 e 10/10, no palco principal do evento. Com caráter mais intimista, os fãs de Final Fantasy poderão apreciar arranjos orquestrados de várias peças icônicas da franquia, incluindo as do VII.
Segundo a divulgação do evento, o espetáculo terá entrada franca para quem adquirir o ingresso para os dias supracitados.
É válido lembrar também que o diretor da trilogia Final Fantasy VII Remake, Naoki Hamaguchi, estará presente no evento nos dias 10 e 11/10. Mais informações sobre o “Meet and Greet” com o mestre ainda não foram reveladas até a data de publicação desta matéria.
Esta é a segunda orquestra confirmada no evento até o momento. A primeira, intitulada “Playstation: The Concert” homenageia alguns dos títulos mais amados e clássicos da franquia Playstation. A mesma ocorrerá nos dias 11 e 12 de Outubro deste ano.
Clair Obscure Expedition 33 lançado no dia 24 de Abril de 2025 para as plataformas Playstation 5, Xbox serie X, pc via Steam e Epic conta uma história que se passa em 1933, onde um grupo de cientistas e soldados da “Expedição 33” é enviado para investigar um fenômeno sobrenatural em uma floresta amaldiçoada na Europa Oriental, essa expedição sempre tem varias equipe que começou com 100 e vai em ordem decrescente, saindo do ponto de Lumière.
Tomando lugar em uma Paris alternativa da Belle Époque (chamada “Ilha de Lumière”), o mundo foi devastado por um evento cataclísmico, Anualmente ocorre o “Gommage” a Peintresse pinta um número decrescente e café pessoas com idade ≥ número desaparecem, Para interromper esse ciclo fatal, um grupo de voluntários parte para caçar a misteriosa pintora dos números, começamos com Gustave, Maelle, Luna, logo em sequencia temos Sciel e monoco, mais pra frente temos a entrada de Verso na equipe e o jogo ele nos trata com uma maneira muito forte a Morte, pois boa parte ou quase total lida com o assunto da morte e como lidamos com essa situação, e o verso de verdade encontramos por um tempo no decorrer do jogo.
O jogo ele realmente é muito bonito e tem uma história profunda e uma mecânica nos dias de hoje quase não utilizada em grande jogos Triple A, RPG por turnos com elementos em tempo real. Em turno, você escolhe entre usar itens, ataques corpo a corpo para ganhar pontos de habilidade (PA) ou gastar PA em ataques distantes/skills. Possui mira tipo Persona 5,Parry, esquiva, salto e quick-time events durante combates defensivos; todos exigem timing preciso e podem transformar o desfecho de uma luta, também temos na criação dos nossos personagens a Sinergia Personagens têm builds únicas, com Pictos (que podemos utilizar eles de forma como equipar armaduras ou coisas assim já que o jogo o que temos de trocas não passa nada mais de cosméticos, porem todos os Pictos tem habilidades passivas nas quais com 4 lutas já podemos comprar com as Luminas) e Luminas (prontos parar comprar habilidades passivas); armas elementais interagem com fraquezas e resistências situacionais.
A parte de exploração do jogo o Mapa progressivo, com áreas desbloqueáveis por habilidades; acampamento serve para fortalecer vínculos, aprimorar gear e desbloquear golpes especiais quanto mais nível vc tiver de amizade com o bicho que te carrega vc começa a voar ou entrar em certos lugares no mar que não pode inicialmente, o que me incomodou nesse jogo, que quanto mais você evolui em teoria mais forte você fica, porém tem inimigos que vc só tira dando fazendo Party e ainda tem o tempo certo para tal dinâmica, pois se vc ataca com seus personagens mais fortes tira muito pouco dando mesmo que você solte um ataque que tira 100 mil de dano acaba não saindo nem uma ponta da vida do inimigo, mas de uma forma geral é um jogo maravilhoso eu daria uma nota de 8/10 para esse jogo e aproveitem nas plataformas que tem ele.
O encerramento da Fase 5 do MCU com Coração de Ferro representa uma encruzilhada criativa para a Marvel Studios. A série tenta se descolar das fórmulas saturadas dos últimos anos e apresentar uma narrativa mais íntima e urbana. No entanto, a execução desequilibrada compromete a proposta — deixando a sensação de que, mesmo com boas ideias, o estúdio ainda não entendeu como transitar entre reinvenção e continuidade de universo compartilhado.
Conceito x Roteiro: ciência, magia e a falta de foco temático
A série parte de uma premissa promissora: Riri Williams (Dominique Thorne), uma jovem gênio da engenharia, retorna a Chicago e se vê dividida entre o legado de Tony Stark e sua própria trajetória. O contraponto com Parker Robbins (Anthony Ramos), um antagonista que manipula magia, apresenta um interessante dilema conceitual — a colisão entre ciência e misticismo.
Contudo, o roteiro falha em sustentar esse embate com profundidade. Em vez de explorar os possíveis desdobramentos éticos e filosóficos entre esses dois mundos, a narrativa opta por soluções apressadas e diálogos expositivos. O conflito é prometido, mas raramente amadurecido.
Estrutura narrativa: fragmentação e excesso de núcleos
Do ponto de vista estrutural, Coração de Ferro sofre com um grave problema de dispersão. A série tenta abordar múltiplas frentes — drama familiar, crítica social, introdução de novos personagens e conexões com o MCU — mas não há tempo suficiente para que nenhuma dessas camadas se desenvolva com densidade.
Há um desequilíbrio evidente entre os episódios: enquanto os dois primeiros carecem de ritmo, os últimos aceleram demais, sacrificando o desenvolvimento emocional da protagonista e do vilão. A tentativa de “abrir caminho” para outras produções do MCU enfraquece o arco fechado da temporada e reforça a impressão de que a série serve mais como elo do que como obra autônoma.
Interpretações: talento em busca de texto
Dominique Thorne entrega uma performance contida, mas eficaz. Riri é uma personagem com potencial dramático e Thorne se destaca quando o roteiro lhe permite explorar as vulnerabilidades da personagem. Infelizmente, isso acontece com pouca frequência.
Anthony Ramos, por sua vez, imprime carisma a The Hood, mas sofre com uma caracterização superficial. Seu arco é conduzido mais por conveniência do roteiro do que por motivações orgânicas. Lyric Ross (Natalie), como a melhor amiga de Riri, entrega a química mais autêntica da série — e ainda assim fica subutilizada.
Visual e Direção: efeitos práticos como diferencial
Tecnicamente, o maior acerto da série está no uso de efeitos práticos para representar a armadura de Riri. Essa escolha dá um frescor visual à produção, fugindo da estética artificial que vem se tornando padrão nas séries e filmes da Marvel.
A direção, no entanto, é funcional, sem grandes ousadias. As sequências de ação cumprem o necessário, mas raramente se destacam por inventividade. Faltam momentos de assinatura — aquelas cenas memoráveis que constroem identidade audiovisual.
MCU: a sombra do universo compartilhado
Talvez o maior problema de Coração de Ferro seja estrutural, e não específico da série. Ao servir como ponte para produções futuras (Capitão América: Admirável Mundo Novo, Demolidor: Nascido de Novo, Jovens Vingadores), a narrativa é constantemente interrompida por acenos ao universo compartilhado. Isso compromete a autonomia da obra e dilui o impacto dramático do arco principal.
A Marvel enfrenta aqui um dilema: como renovar sua linguagem e personagens sem abrir mão do modelo interconectado? Coração de Ferro tenta fazer ambos e, no processo, não realiza nenhum plenamente.
Veredito Final
Coração de Ferro possui um conceito interessante, um elenco competente e algumas escolhas visuais louváveis. Mas sofre de um roteiro indeciso, estrutura desorganizada e do peso do próprio universo Marvel, que insiste em transformar histórias individuais em engrenagens de uma máquina maior.
Uma tentativa honesta de renovação que acaba soterrada pelas obrigações narrativas do MCU. Funciona melhor como vitrine de potencial do que como obra concluída.
A terceira temporada de Round 6 intensifica significativamente a violência em relação à segunda temporada. Seu criador, Hwang Dong-hyuk, sempre evita finais mornos e a estrutura da trama, que cobre a segunda metade dos jogos, exigia um número ainda maior de eliminações
O principal desafio desta nova leva de episódios não estava em decidir o que aconteceria — Hwang já tinha clareza sobre o desenrolar —, mas em retratar essa violência de forma que não fosse apenas um espetáculo sombrio para agradar ao voyeurismo do público.
Embora a audiência exija cada vez mais intensidade, como evidenciado pelo fenômeno da série, Dong‑hyuk parece empenhado em mostrar que nem todos são como os VIPs que exploram essa crueldade. Ele evita uma narrativa que ultrapasse os limites éticos .
Na segunda temporada, a tensão era equilibrada com momentos de triunfo — sobretudo por meio da colaboração entre os competidores — que davam humanidade ao espetáculo. Na terceira, esse equilíbrio se inclina para o lado mais sombrio: o programa mergulha em uma atmosfera em que a brutalidade humana se torna mais explícita e desafiadora.
O saldo final, porém, não é apenas sensacionalismo: Hwang mantém no texto uma dualidade humana importante — entre os que se deixam corromper pelas regras impiedosas e os que optam por resistir mediante atos de solidariedade.
Esse dilema está no centro da jornada de Seong Gi-hun, interpretado por Lee Jung‑jae. O ator constrói uma atuação introspectiva, marcada por sentimentos de culpa, redenção e uma transição gradual para o altruísmo. O confronto entre Gi-hun e o Front Man, interpretado por Lee Byung-hun, ocorre de forma sutil: o embate não é apenas físico, mas moral, refletido nos olhares e atitudes.
A pergunta “Você ainda acredita nas pessoas?” — feita pelo Front Man — não recebe resposta verbal, mas é respondida pelos gestos de Gi-hun. O roteiro reforça que a solidariedade é, de fato, a única forma de preservar a humanidade em um ambiente tão desumano.
Tecnicamente, a série continua impressionante: cenários criativos, fotografia marcante e tomadas que provocam reflexões sobre o papel dos espectadores (inclusive nós, que assistimos) — sobretudo quando a narrativa oferece o ponto de vista dos VIPs.
Além disso, a temporada reserva uma participação especial que acrescenta um tom final intenso e ambíguo. Essa aparição reforça a proposta ética da narrativa, que critica a modernidade sem abandonar a emoção .
Conclusão da crítica:Round 6 permanece como um marco no entretenimento contemporâneo: violento e perturbador, mas também profundamente humano. A série funciona como um espelho que revela o pior e o melhor das relações em sociedade.