REVIEW | Assassin´s Creed Mirage

Lançado no dia 05 de outubro de 2023 Assassin´s Creed Mirage conta a história de Bashin, um ladrão que acaba se envolvendo em assuntos da ordem dos assassinos e acaba se tornando um dos assassinos, pra quem não sabe ele é um dos assassinos no Assassin´s Creed Valhalla.

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Lançado no dia 05 de outubro de 2023 Assassin´s Creed Mirage conta a história de Bashin, um ladrão que acaba se envolvendo em assuntos da ordem dos assassinos e acaba se tornando um dos assassinos, pra quem não sabe ele é um dos assassinos no Assassin´s Creed Valhalla. O jogo começa se ambientando num Egito antigo e a jogabilidade é uma volta as origens da franquia, onde só jogávamos de maneira 100% furtiva, usando tudo para que tenhamos nossas coisas concluídas sem ter a necessidade de ficar visível. O maio detalhe desse jogo é que infelizmente não temos o jogo no presente

Assassin’s Creed Mirage é um jogo que tenta resgatar o estilo dos primeiros jogos da franquia, focando na furtividade, na exploração e na história. O jogo se passa no Oriente Médio durante as Cruzadas, e acompanha a origem de Basim, um assassino que busca vingança contra os templários. O jogo não tem elementos de RPG, nem batalhas navais, nem caça. O combate é simples e desafiador, e requer estratégia e paciência. O parkour é fluido e divertido, mas limitado. A cidade de Bagdá é rica em detalhes e cores, e oferece muitas oportunidades de interação e missões. A história é interessante, mas não muito surpreendente. O protagonista é carismático, mas não muito complexo.

Assassin’s Creed Mirage é um jogo que conta a história de Basim, um jovem ladrão que vive em Bagdá no século IX, durante a Anarquia de Samarra. Basim se junta aos Assassinos, uma organização secreta que luta pela paz e liberdade contra os Templários, que buscam a paz através do controle. A história principal se concentra no conflito interno de Basim entre seus deveres como Assassino e seu desejo de descobrir seu passado misterioso.

O jogo se passa principalmente na cidade de Bagdá, que é dividida em quatro distritos: a Cidade Redonda, Karkh, Abassiyah com sua Casa da Sabedoria, e Harbiyah.

O jogo não tem uma história moderna, exceto por uma cena inicial e final que envolvem Layla Hassan, a protagonista dos jogos anteriores. O jogo é uma espécie de prequel de Assassin’s Creed Valhalla, onde Basim aparece como um personagem central. O jogo revela alguns segredos sobre a origem e o destino de Basim, e sua conexão com a Primeira Civilização.

O jogo foi lançado para PlayStation 4, PlayStation 5, Epic Games, Xbox One, e Xbox Series X/S em 5 de outubro de 2023. Uma versão para iOS também está prevista para ser lançada em 2024. O jogo recebeu críticas geralmente positivas dos críticos, que elogiaram seu design de mundo, seu foco na furtividade e seu retorno à forma da franquia, mas alguns criticaram os personagens e a dependência da história em relação aos jogos anteriores da série

Assassin’s Creed Mirage é um jogo que agrada aos fãs dos jogos clássicos da série, mas que não traz muitas novidades ou inovações. É um jogo bem feito, mas que poderia ser mais criativo e ousado. É um jogo que vale a pena jogar, mas que não se torna um clássico. 

REVIEW | Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons

Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons é a mais nova entrada na lendária franquia Double Dragon, lançada originalmente na década de 80 e conhecida por popularizar o gênero beat ‘em up. Desenvolvido pela Secret Base, o jogo oferece uma experiência clássica com elementos modernos que prometem trazer a franquia para uma nova geração de jogadores. Rise of the Dragons mistura mecânicas de luta nostálgicas com novos elementos roguelike e um sistema de progressão diferenciado.

Enredo e Ambientação

O jogo se passa em uma Nova York pós-apocalíptica devastada por gangues que dominam a cidade. Os irmãos Billy e Jimmy Lee, protagonistas icônicos da série, unem forças com novos aliados para enfrentar chefes de gangues que ameaçam a segurança da população. Cada área da cidade está sob o controle de uma gangue, e a missão dos protagonistas é libertar a cidade uma fase de cada vez. Embora o enredo seja simples e direto, ele se encaixa bem no tom de ação e caos urbano que Double Dragon sempre apresentou.

Jogabilidade e Mecânicas

Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons mantém o espírito clássico do combate beat ‘em up, com os jogadores avançando pelas fases e enfrentando hordas de inimigos. No entanto, o jogo introduz novas mecânicas que o diferenciam de outros títulos do gênero. Um dos principais destaques é o sistema de combate que combina ataques básicos, golpes especiais e o uso de itens de maneira estratégica. Cada personagem tem seu próprio estilo de luta, o que adiciona diversidade ao gameplay e incentiva o jogador a experimentar diferentes combinações.

Uma novidade interessante é o sistema de “tag team”, que permite ao jogador alternar entre dois personagens durante as lutas, semelhante a alguns jogos de luta arcade. Isso possibilita estratégias dinâmicas, onde um personagem pode descansar enquanto o outro continua no combate, o que ajuda a gerenciar a saúde e os ataques especiais em situações difíceis.

 
DDG2-300x174 REVIEW | Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons
 

Elementos Roguelike e Progressão

Em Rise of the Dragons, a cada nova jogada, o layout das fases e a dificuldade dos inimigos podem mudar, trazendo uma estrutura roguelike que adiciona uma camada de replayability ao jogo. Os jogadores podem acumular dinheiro ao longo das fases e usá-lo para desbloquear upgrades e habilidades permanentes, permitindo melhorias contínuas e incentivando jogadas repetidas. Esse sistema de progressão é uma adição bem-vinda, pois recompensa o esforço dos jogadores e aumenta o valor de replay do jogo.

Visual e Estilo de Arte

O estilo visual de Double Dragon Gaiden é um dos seus grandes atrativos. O jogo adota uma estética pixel art moderna, com uma paleta de cores vibrante e animações detalhadas que evocam os clássicos do gênero, mas com uma aparência mais refinada. As animações dos personagens são fluidas e cheias de personalidade, trazendo vida ao mundo apocalíptico e reforçando o tom nostálgico do título.

Trilha Sonora e Atmosfera

A trilha sonora de Rise of the Dragons combina sons eletrônicos modernos com batidas de estilo retrô, remetendo à era dos fliperamas dos anos 80 e 90. Cada fase possui músicas energéticas que se ajustam ao ritmo frenético das batalhas e ajudam a criar uma atmosfera envolvente. Para os fãs de longa data, a trilha traz aquela sensação de nostalgia, ao mesmo tempo que introduz novos arranjos.

DDG3-300x168 REVIEW | Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons

Pontos Altos: Nostalgia e Sistema de Combate Inovador

Entre os pontos altos de Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons está o equilíbrio entre nostalgia e inovação. A jogabilidade fluida e o sistema de “tag team” oferecem algo novo e refrescante para a série, enquanto o estilo visual e a trilha sonora remetem ao espírito dos jogos clássicos. Outro destaque é o fator replay, impulsionado pelo sistema roguelike e pelas diferentes combinações de personagens, que torna cada nova partida única e desafiadora.

Pontos Baixos: Dificuldade e Curva de Aprendizado

Por outro lado, alguns jogadores podem achar a dificuldade de Rise of the Dragons um pouco frustrante, especialmente em fases mais avançadas onde a quantidade de inimigos aumenta drasticamente. A curva de aprendizado pode ser íngreme, e o jogo exige que os jogadores entendam bem o funcionamento das mecânicas de troca de personagens e ataques especiais. Além disso, a estrutura roguelike, com a randomização de certos elementos, pode gerar uma experiência inconsistente, onde alguns runs se tornam excessivamente difíceis em comparação a outros.

Comparação com Outros Jogos Beat ‘em Up

Comparado a outros jogos do gênero beat ‘em up, como Streets of Rage 4 e Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge, Double Dragon Gaiden se destaca por seu sistema de progressão e mecânicas roguelike, que adicionam variedade à experiência. Enquanto Streets of Rage 4 é mais focado na narrativa linear e nos combos complexos, Double Dragon Gaiden oferece uma experiência mais dinâmica e imprevisível, sendo ideal para jogadores que gostam de ser desafiados e experimentar novos estilos de jogo.

Conclusão

Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons é uma adição sólida à série Double Dragon, trazendo mecânicas inovadoras e um estilo visual impressionante que consegue capturar o charme do passado enquanto moderniza a experiência para os jogadores atuais. Com sua jogabilidade dinâmica, modo de troca de personagens e elementos roguelike, o jogo oferece um frescor ao gênero beat ‘em up, tornando-se um título recomendado para fãs de ação nostálgica e novos jogadores em busca de desafios.

 
REVIEW | Gravity Circuit

Gravity Circuit, desenvolvido pela Domesticated Ant Games, é uma homenagem ao gênero de plataforma e ação dos anos 80 e 90, especialmente inspirado em títulos icônicos como Mega Man e Ninja Gaiden. Este jogo de ação indie, de visual pixel art, aposta em nostalgia com um toque de modernidade, trazendo uma jogabilidade rápida e desafiante. Lançado para PC e consoles, Gravity Circuit rapidamente conquistou fãs de jogos retrô que apreciam dificuldade, controles precisos e um enredo envolvente.

Enredo e Ambientação

A história de Gravity Circuit se passa em um mundo futurista onde a humanidade foi substituída por robôs. O protagonista, Kai, é um robô guerreiro com habilidades únicas, conhecido como “Gravity Circuit” devido ao seu poder especial de manipular a gravidade. Ele faz parte de um grupo de heróis que defende o mundo contra forças opressivas, mas agora enfrenta uma nova ameaça: uma rede de inteligência artificial chamada Virus Army, que deseja conquistar e destruir. A missão de Kai é impedir que o Virus Army tome conta das principais instalações e ameace o restante do mundo.

Jogabilidade e Mecânicas

A jogabilidade de Gravity Circuit é uma das principais razões para o seu sucesso. A movimentação de Kai é fluida, com habilidades como o “gancho de gravidade”, que permite ao jogador se balançar por obstáculos, alcançar plataformas e se locomover pelo cenário com grande liberdade. Essa mecânica de gancho traz um diferencial ao gameplay, adicionando uma camada de estratégia ao combate e ao design das fases. Além disso, Kai possui golpes de combate corpo a corpo que o tornam um personagem versátil em ataques, diferindo de jogos clássicos do gênero que focavam mais em combate à distância.

O jogo também traz um sistema de upgrades que permite ao jogador personalizar suas habilidades e adaptar Kai ao seu estilo de jogo. As melhorias podem incluir golpes mais fortes, saltos mais altos ou resistência aumentada, o que adiciona um toque de RPG leve ao jogo, incentivando a exploração e a repetição das fases para conseguir novos recursos.

 
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Dificuldade e Desafio

Para os jogadores que gostam de um bom desafio, Gravity Circuit não decepciona. Cada fase apresenta obstáculos complexos, inimigos bem posicionados e plataformas de difícil acesso que exigem precisão e planejamento. O nível de dificuldade se aproxima do de jogos como Mega Man, mas com checkpoints bem distribuídos, o que torna a experiência menos frustrante e mais justa. O design das fases é bem elaborado, com uma curva de aprendizado progressiva, onde o jogador é encorajado a dominar cada nova habilidade introduzida.

Pontos Altos: Visual, Trilha Sonora e Nostalgia

O visual de Gravity Circuit é um espetáculo à parte. A estética em pixel art detalhada e a paleta de cores vibrante evocam o estilo dos jogos de 16 bits, mantendo uma identidade visual única e moderna. As animações de movimento de Kai e dos inimigos são fluídas e bem executadas, trazendo vida ao mundo do jogo.

A trilha sonora é outro ponto forte, composta por faixas eletrônicas que capturam perfeitamente a atmosfera de ação e aventura. A música aumenta a imersão nas fases e lembra o estilo clássico de trilhas dos jogos retrô, mas com uma qualidade sonora atualizada. Cada fase possui uma trilha específica que se ajusta bem ao ritmo do jogo, elevando a experiência e a nostalgia para os fãs dos clássicos.

 
Gravity-Circuit-1-300x169 REVIEW | Gravity Circuit

Pontos Baixos: Repetitividade e Limitações

Apesar das qualidades, Gravity Circuit tem alguns aspectos que podem ser melhorados. A repetitividade é um deles. Embora o design das fases seja variado, algumas mecânicas de inimigos e desafios começam a se repetir após certo tempo de jogo, o que pode deixar o jogador com a sensação de “deja-vu”. Além disso, a história, embora envolvente, não se aprofunda tanto quanto poderia nos personagens secundários e nas motivações do protagonista, o que poderia enriquecer a narrativa.

Outro ponto que pode ser uma limitação para alguns jogadores é a curva de dificuldade. Embora justa para os fãs do gênero, a dificuldade elevada pode afastar jogadores casuais que estão mais interessados na estética e no enredo do que na intensidade dos desafios. Uma opção de dificuldade ajustável poderia tornar o jogo mais acessível a uma gama maior de jogadores.

Comparação com Outros Jogos Estilo “Metroidvania”

Gravity Circuit tem algumas semelhanças com o gênero Metroidvania, como a exploração e o sistema de upgrades, mas é um jogo muito mais focado em ação e plataformas do que em exploração de mapas complexos. Comparado a títulos como Hollow Knight ou Axiom Verge, que incentivam a exploração e revisita de áreas, Gravity Circuit é mais linear e direto, o que o aproxima mais de Mega Man do que dos jogos de Metroidvania clássicos. Sua abordagem única, com combate corpo a corpo e o gancho de gravidade, ajuda a diferenciá-lo, trazendo frescor ao gênero.

Conclusão

Gravity Circuit é uma carta de amor aos fãs de jogos retrô e de ação, oferecendo uma experiência intensa, visualmente cativante e tecnicamente desafiadora. Com uma jogabilidade polida e um enredo que, embora simples, cativa pelo carisma do protagonista, o jogo consegue capturar a essência dos clássicos, enquanto adiciona mecânicas modernas que o tornam relevante no cenário atual dos games indie. É uma recomendação obrigatória para quem busca reviver a experiência dos jogos de plataforma clássicos, mas com uma identidade moderna e inovadora.

Review | Star Wars Jedi: Survivor

Star Wars é uma franquia profundamente amada, e sempre que surge um novo livro, filme ou jogo, os fãs ficam extasiados. Quando Star Wars Jedi: Survivor foi anunciado, a empolgação foi palpável entre os entusiastas deste universo, ansiosos por explorar este novo jogo desenvolvido pela Respawn Entertainment e publicado pela EA. Este jogo de ação e aventura para um jogador oferece um mundo semiaberto para exploração, uma história cativante e visuais deslumbrantes, além de momentos de combate intensos que rivalizam com os melhores dos últimos anos, proporcionando uma sensação de continuidade com o retorno de alguns personagens de Star Wars Jedi: Fallen Order, enquanto o jogador continua sua batalha contra o Lado Sombrio da Força.

the-moment-in-star-wars-jedi-survivor-that-will-devastate-you-1920x1080-8d8ae01327e0-1024x576 Review | Star Wars Jedi: Survivor

Retomando o controle de Cal Kestis, um dos últimos Cavaleiros Jedi enfrentando o Império, somos apresentados a um personagem com um coração genuíno e uma lealdade inabalável, mas também carregando o peso da culpa por todas as perdas que sofreu. Esses traços essenciais do protagonista ajudam a construir uma narrativa envolvente, especialmente quando ele se vê imerso em um mundo misterioso chamado Tanalorr.

Com uma trama habilmente conduzida, Star Wars Jedi: Survivor pode ser apreciado tanto como parte de um conjunto quanto de forma independente. O retorno de alguns personagens conhecidos é equilibrado com a introdução de novos, contribuindo para o ritmo envolvente das interações. O jogo segue um padrão confortável de exploração, quebra-cabeças, missões e combates, e os problemas do seu antecessor foram cuidadosamente resolvidos, abandonando a abordagem Metroidvania em favor de atalhos e criaturas domesticáveis que facilitam a travessia dos ambientes.

Os combates em Star Wars Jedi: Survivor são desafiadores, especialmente as batalhas contra chefes, mas as opções de dificuldade ajustáveis garantem uma experiência adequada para cada jogador. Alternar entre diferentes posições em tempo real durante o combate, combinando movimentos regulares e poderes da Força, é extremamente satisfatório, proporcionando momentos de ação intensa e estratégia.

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No entanto, o ponto alto do jogo reside em sua exploração dos ambientes elaborados. A agilidade de Cal é destacada em saltos de força, corridas no ar e habilidades de escalada, tornando a travessia dos cenários uma experiência divertida e gratificante. Embora a quantidade de itens colecionáveis possa tornar a exploração um tanto tediosa em certos momentos, a maioria dos quebra-cabeças é intuitiva e fácil de resolver.

Em resumo, Star Wars Jedi: Survivor oferece uma campanha envolvente, combinando habilmente elementos de combate e exploração em um título de ação e aventura verdadeiramente notável.

 
 
Trailer:
 
 
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ROCK OF AGES 3 | Criando e destruindo tudo ao som de Rock and Roll

Um ótimo jogo que parece feito para criadores de conteúdo da internet, Rock of Ages 3: Make & Break segue exatamente o que foi estabelecido pelos seus antecessores. Seguindo uma estética de arte clássica, o jogo apresenta uma história irreverente inspirada na Odisseia, com Odisseu e seus homens precisando enfrentar o gigante Polifemo a escapar de sua caverna, logo em seguida sendo amaldiçoados por Poseidon (como na Odisseia, de Homero) e sendo forçados a viajar pelo tempo e pelo espaço enfrentando situações e embates com diversos povos e culturas (coisa que Homero não chegou a mencionar em seu clássico).

Esses embates, claro, se dão através de grandes pedras. Mas não apenas grandes, e sim grandes pedras rolantes que vão pegando velocidade conforme avançam pelos mapas cheios de ladeiras e obstáculos com o objetivo final de acertar e eventualmente destruir o portão do castelo inimigo.

Existem alguns modos de jogo, na verdade. Com o objetivo podendo ser uma corrida, sendo necessário chegar até o final do mapa, o acúmulo de pontos por destruir alvos, ou o modo de longe mais divertido, que seria o de guerra, em que de 2 a 4 adversários precisam alternar entre controlar seus pedregulhos para derrubarem o portão do castelo inimigo, e construir uma série de armadilhas e dispositivos para dificultar a vida dos rivais, no maior estilo Tower Defense, para contrabalancear o Stone Offense.

Mesmo na campanha, esses modos podem ser jogados em multiplayer, afinal, apesar da história e do humor, o foco do jogo reside em um gameplay rápido, animado e destrutivo, e o jogo também lhe permite criar o seu próprio mapa, colocar lugares onde vemos a nossa pedra gigante destruir tudo, e claro o mais legal também é ver a morte, eu criei um caminho tão alto que quando a minha pedra saiu rolando ela já morreu no meio do caminho.

Rock of Ages 3: Make & Break é um jogo bem feito, ainda que não construa muito a partir de seus antecessores. O game apresenta poucas novidades em sua jogabilidade, mas o modo construção, a principal característica desse novo título da série, será um grande atrativo para os antigos fãs de Rock of Ages, que agora poderão não só jogar as destruidoras partidas multiplayer, mas também construir os seus próprios e elaborados mapas para compartilhar com o mundo.

Isso significa, no entanto, que a obra tem pouquíssimos atrativos para novos jogadores, e muito embora os jogadores antigos possam ficar bastante interessados pela novidade de construir, ao invés de apenas destruir. Quem conhecia o jogo e não curtia tanto a proposta ou o estilo, de forma nenhuma vai ser conquistado por essa nova encarnação da Pedra (ou queijo, ou ovo, ou bomba, ou pilha de ovelha) das Eras, e faz bem em passar longe.

O jogo tem muita coisa para qualquer criador de conteúdo para videos de internet, com certeza é algo que chama muito a atenção de quem for ver videos na internet, e tem um lado legal por criações de mapas,lembrando que o jogo está disponível para Playstation 4, Xbox One, Nintendo Switch, Google Stardia e PC via Steam.


REVIEW | Kingdom Come: Deliverance

O game de RPG desenvolvido pela Warhorse Studios e publicado pela Deep Silver para o Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One em 2018, que veio com uma proposta super interessante, não temos magias no jogo.

Bom, esse é um RPG bem diferente do habitual, ele é um jogo medieval e em primeira pessoa, quando você somente olha o jogo já imagina ser uma cópia de Skyrim, mas 5 minutos jogando você já sente totalmente a diferença, como eu joguei a versão de PC, irei falar o que eu senti do jogo dessa versão, então prepare-se para embarcar nessa aventura.

ss_b9b014da63d552adbf4958d9ce6edab64ecfcbae.1920x1080-1024x576 REVIEW | Kingdom Come: Deliverance

O jogo se passa na Era Medieval, totalmente realista em comparação com a nossa realidade medieval. Não existe magos, dragões, monstros gigantes e nem magia, temos no jogo a realidade, se nos machucamos no jogo, mesmo usando item de cura, não é imediatamente que nos curamos. Temos um hotel que serve para ajudar a nos curar, outra coisa mega interessante também é que o personagem sente fome, se você não comer ele vai enfraquecendo, as batalhas são cinco setas para você escolher o lado aonde vai bater no qual bate com o botão esquerdo do mouse e o botão direito ele da um stap com a base da espada.

A história do jogo vem na sinopse em que estamos no Reino de Boêmia (atual região da República Tcheca), aonde você é o filho do ferreiro e que tem inicialmente que ajudar seu pai a construir a espada do Rei do seu Feudo (essa foi a parte que eu achei mais legal é que estamos em feudos), e após conseguir montar a espada do Rei seu Feudo  ele é atacado e você acaba vendo seus pais morrendo para salvar a sua vida, a partir desse momento, você tem que ir atrás desse capitão que matou seu pai.

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Falando das mecânicas do jogo, temos um sistema de negociação que dependendo do que você fizer acaba perdendo a reputação. Temos o sistema de reputação também que afeta o personagem e podemos ter boa reputação em negociações que são mais fáceis ou podemos ter má reputação aonde nem conseguimos fazer nenhuma negociação. A batalha também é bem realista,  a luta é mano a mano  e sem dificuldades. Agora, se veio 2 ou 3 para te enfrentar ao mesmo tempo, foge e tenta matar 1 a 1, andar a cavalo também é uma corrida normal, tanto correndo a pé como de cavalo ele não corre na velocidade da luz, ele na verdade anda normalmente.

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REVIEW | The Elder Scrolls Online
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Como sabemos The Elder Scrolls Online é um MMORPG baseado na franquia da Bethesda, que tem como maior sucesso Skyrim, e também muito querido o título Morrowind. Na versão online, as raças são as mesmas do universo da série, como as classes: guerreiro, mago e arqueiros.

Como todo MMORPG , também existem subclasses, como: templário, necromante, assassino. Como jogos que dependemos do servidor as vezes ele ta um problema e não conecta, tive esse problema umas 3 vezes, mas é um bom jogo,sendo que  sua edição completa vale muito.

The Elder Scrolls online é um jogo que recomendo curtir com a galera, pois é bom demais. Para viver no mundinho de Elder Scrolls eu recomendo que se escolher a raça Orc, seja da classe guerreiro, Elfo é melhor ser arqueiro e Humano a escolha ideal é a classe mago, mas como sempre sinta se a vontade pra jogar como gostar, existem combinações interessantes entre as raças e classes.

A mecânica do jogo é bem padrão de um MMORPG. Temos uma linha de magias, e temos listas enormes de habilidades a aprender, o esquema maior de evoluções sempre fazendo todas as quests, tem pontos cheios de Mobs que pra evoluir pelo menos 5 níveis demora cerca de 30-40 minutos. Existem Quests específicas para evolução de classes, e completando-as também conseguimos upar nossos personagens.

OBS: Review elaborado com cópia do jogo gentilmente cedida pela Nuuvem. Para adquirir The Elder Scrolls Online: Elsweyr Digital Collector’s Edition, clique aqui.

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