Blood Will Tell (2004): o cult game de Dororo por Tezuka ganha resgate moderno

Imagine um jogo onde você é um samurai que, no lugar das mãos, tem lâminas afiadas — e um dos joelhos é, simplesmente, uma bazuca. Difícil de imaginar, né? Mas isso é Blood Will Tell.

Blood Will Tell: Tezuka Osamu’s Dororo (conhecido apenas como Dororo no Japão) é um jogo de PlayStation 2 lançado pela Sega em 2004. Baseado na clássica série de mangá Dororo, criada por Osamu Tezuka, o jogo traz uma história única e cheia de personalidade.

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A trama gira em torno de Hyakkimaru, um herói que teve grande parte do seu corpo roubada por quarenta e oito demônios no momento de seu nascimento. Para sobreviver, ele recebeu próteses mecânicas construídas por um médico bondoso chamado Jyukai. Agora, aos 18 anos, após ouvir uma voz misteriosa dos céus, Hyakkimaru parte em uma jornada brutal para recuperar cada pedaço perdido — enfrentando os demônios e, eventualmente, uma criação humana feita a partir de seus próprios restos.

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Durante o jogo, dividido em oito capítulos, Hyakkimaru recupera suas partes roubadas — e com cada conquista, ganha novas habilidades e vê sua humanidade renascer. A primeira parte recuperada são suas cordas vocais, permitindo que ele finalmente se expresse e conte sua história. Em seguida, ao derrotar outro demônio, ele recupera seu olho esquerdo — transformando a tela do jogo de tons de cinza para cores vibrantes, simbolizando sua nova visão do mundo.

Blood Will Tell é um hack’n’slash com fortes elementos de RPG, ação e aventura. A jogabilidade é precisa, e o sistema de evolução é muito bem amarrado à narrativa: recuperar partes do corpo não é apenas um pretexto para a história, mas também traz mudanças reais na jogabilidade, desbloqueando novas habilidades e alterando as dinâmicas de combate.

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Outro destaque é o modo multiplayer, que permite jogar a campanha com um amigo. Além disso, nos trechos em que controlamos Dororo, a parceira ladra de Hyakkimaru, o jogo quebra o ritmo intenso de combate para explorar puzzles e momentos de exploração, trazendo variedade à experiência.

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Apesar de ter recebido notas medianas em avaliações da época, Blood Will Tell é um daqueles tesouros esquecidos da biblioteca do PlayStation 2. Um jogo ousado, diferente e que definitivamente vale a pena ser redescoberto — principalmente se você puder encarar essa jornada épica ao lado de um amigo.

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Review | Clair Obscure Expedition 33

Clair Obscure Expedition 33 lançado no dia 24 de Abril de 2025 para as plataformas Playstation 5, Xbox serie X, pc via Steam e Epic conta uma história que se passa em 1933, onde um grupo de cientistas e soldados da “Expedição 33” é enviado para investigar um fenômeno sobrenatural em uma floresta amaldiçoada na Europa Oriental, essa expedição sempre tem varias equipe que começou com 100 e vai em ordem decrescente, saindo do ponto de Lumière.

1745550464_Clair-Obscur-Resena-de-la-Expedicion-33-1024x538 Review | Clair Obscure Expedition 33

Tomando lugar em uma Paris alternativa da Belle Époque (chamada “Ilha de Lumière”), o mundo foi devastado por um evento cataclísmico, Anualmente ocorre o “Gommage” a Peintresse pinta um número decrescente e café pessoas com idade ≥ número desaparecem, Para interromper esse ciclo fatal, um grupo de voluntários parte para caçar a misteriosa pintora dos números, começamos com Gustave, Maelle, Luna, logo em sequencia temos Sciel e monoco, mais pra frente temos a entrada de Verso na equipe e o jogo ele nos trata com uma maneira muito forte a Morte, pois boa parte ou quase total lida com o assunto da morte e como lidamos com essa situação, e o verso de verdade encontramos por um tempo no decorrer do jogo.

clair-obscur-expedition-33-is-20-01373a7f-image-01373a62.jpg Review | Clair Obscure Expedition 33

O jogo ele realmente é muito bonito e tem uma história profunda e uma mecânica nos dias de hoje quase não utilizada em grande jogos Triple A, RPG por turnos com elementos em tempo real. Em turno, você escolhe entre usar itens, ataques corpo a corpo para ganhar pontos de habilidade (PA) ou gastar PA em ataques distantes/skills. Possui mira tipo Persona 5,Parry, esquiva, salto e quick-time events durante combates defensivos; todos exigem timing preciso e podem transformar o desfecho de uma luta, também temos na criação dos nossos personagens a Sinergia Personagens têm builds únicas, com Pictos (que podemos utilizar eles de forma como equipar armaduras ou coisas assim já que o jogo o que temos de trocas não passa nada mais de cosméticos, porem todos os Pictos tem habilidades passivas nas quais com 4 lutas já podemos comprar com as Luminas) e Luminas (prontos parar comprar habilidades passivas); armas elementais interagem com fraquezas e resistências situacionais.

exp01-165b01a20ef95d0aa7e0-scaled-1-1024x576 Review | Clair Obscure Expedition 33

A parte de exploração do jogo o Mapa progressivo, com áreas desbloqueáveis por habilidades; acampamento serve para fortalecer vínculos, aprimorar gear e desbloquear golpes especiais quanto mais nível vc tiver de amizade com o bicho que te carrega vc começa a voar ou entrar em certos lugares no mar que não pode inicialmente, o que me incomodou nesse jogo, que quanto mais você evolui em teoria mais forte você fica, porém tem inimigos que vc só tira dando fazendo Party e ainda tem o tempo certo para tal dinâmica, pois se vc ataca com seus personagens mais fortes tira muito pouco dando mesmo que você solte um ataque que tira 100 mil de dano acaba não saindo nem uma ponta da vida do inimigo, mas de uma forma geral é um jogo maravilhoso eu daria uma nota de 8/10 para esse jogo e aproveitem nas plataformas que tem ele.

Review | Saga Frontier 2 remastered

Saga Frontier 2 Remastered é uma versão atualizada do clássico RPG da Square Enix originalmente lançado para PlayStation em 1999. Como parte do renascimento da série Saga, este remaster traz melhorias visuais, qualidade de vida e alguns ajustes para agradar tanto os fãs antigos quanto novos jogadores, com as pixels arts mais linda que a versão original que já era um espetáculo e uma forma de trazer novos jogadores a esse clássico, não podemos esquecer também que tivemos o Remastered do Saga Frontier 1 também nas novas gerações.

2ef83a8ae39abbd06996d67d4bd06398f9a0af39902c8756e27d3500bff477ee Review | Saga Frontier 2 remastered

Como é o desdobramento do jogo? Começamos pelo fato dele não ser algo Linear, pois temos 2 linhas de histórias pra percorrer, a primeira seria a do Bebê Gustave que foi exilado de seu reino e tenta a todo custo ter a sua redenção e o poder que é seu por direito.Por outro lado também temos a história de Wil Knight Um jovem aventureiro que se envolve em eventos cósmicos ligados a uma misteriosa energia chamada Egg em ambas as tramas temos uma narrativa é rica e cheia de reviravoltas, mas sua estrutura não linear pode confundir jogadores acostumados a histórias mais diretas, diferente da versão original do Playstation 1 somente no começo você pode escolher os caminhos seja o de Wil ou o de Gustave.

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A mecânica do jogo, temos o mesmo sistema de batalha que foi oferecido na versão original do jogo, que também é a mesma do SF1,com Combos e Técnicas Relâmpago Habilidades que podem ser desbloqueadas durante as batalhas. Sistema de “Spark” Permite aprender habilidades aleatoriamente ao usar ataques básicos. Formações de Grupo Posicionamento estratégico dos personagens afeta o fluxo da batalha, a dificuldade é alta, especialmente para quem não está familiarizado com os mecanismos peculiares da série.

A arte do jogo em Aquarela Os cenários pintados à mão por Tomomi Kobayashi continuam lindos, e o remaster aprimorou a resolução sem perder o charme original. e a trilha sonora de Masashi Hamauzu Composições magníficas que variam entre temas melancólicos e épicos, elevando a experiência emocional do jogo, e com o Remastered o que o jogo tem a oferecer de novo?Melhorias Técnicas Gráficos em Alta Resolução Sprites e fundos foram refinados para telas modernas, Modo de Velocidade Aumentada Facilita o jogador que gosta de ficar horas e horas evoluindo o personagem, Interface Atualizada Menus mais intuitivos e leves ajustes de balanceamento, Dificuldade Íngreme O jogo ainda é brutal para iniciantes, e o remaster não adicionou um modo fácil e por fim cutscenes e Textos Não Remasterizados Algumas cenas em pixel art e diálogos mantêm a qualidade original, o que pode gerar um contraste visual.

Minha nota ficou 7/10, você acha ele na PSN por R$159,99, na Steam pelo mesmo valor.

Prós:
✔ Narrativa profunda e não convencional.
✔ Visual artístico único e trilha sonora excepcional.
✔ Sistema de batalha desafiador e recompensador.

Contras:
✖ Estrutura fragmentada pode afastar jogadores casuais.
✖ Dificuldade alta sem muitas concessões.
✖ Falta de conteúdo adicional significativo.

Review: Assault Android Cactus

Ação intensa com androides em um shooter vibrante.

Se você é fã de jogos recheados de robôs, tiroteios frenéticos e combates no espaço, Assault Android Cactus é uma experiência que merece sua atenção. Desenvolvido e publicado pelo estúdio indie Witch Beam, o título entrega uma jogabilidade envolvente e desafiadora no estilo twin-stick shooter, com um ritmo eletrizante do início ao fim.

Lançado originalmente em 2015 para PC (Windows, macOS e Linux), o jogo chegou posteriormente aos consoles: PlayStation 4 em 2016, Xbox One em 2017, e uma versão aprimorada intitulada Assault Android Cactus+ foi disponibilizada para Nintendo Switch em 2019.

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No controle de um dos nove androides jogáveis, o jogador assume inicialmente o papel de Cactus, uma jovem policial do Departamento de Polícia Interplanetária (IPPD), que colide sua nave com o cargueiro espacial Genki Star. A missão é clara: retomar o controle da nave enfrentando hordas de robôs descontrolados em uma série de arenas cada vez mais desafiadoras.

O grande diferencial de Assault Android Cactus está em sua estrutura de gameplay dinâmica e rejogável. São 25 fases que se transformam em tempo real, oferecendo uma sensação constante de movimento e adaptação. Além disso, o jogo conta com quatro modos distintos: Campanha, Infinity Drive (modo de resistência com 50 camadas), Daily Drive (desafios diários) e Boss Rush (enfrentamento direto com chefes).

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Cada andróide possui armas primárias e secundárias únicas, o que estimula o jogador a experimentar diferentes estilos de jogo e estratégias. Essa variedade também é essencial para superar os chefes, que apresentam desafios complexos e exigem escolhas táticas precisas.

Mesmo para quem não costuma se interessar por jogos de tiro, Assault Android Cactus surpreende com sua execução precisa, controles responsivos e visual vibrante. A dificuldade é bem dosada, e a presença do modo cooperativo local para até quatro jogadores adiciona ainda mais valor à experiência.

Conclusão

Assault Android Cactus é um título obrigatório para quem busca um jogo de ação rápido, estiloso e com excelente design de gameplay. Combinando desafio, carisma e rejogabilidade, ele é uma ótima escolha tanto para sessões solo quanto para jogatinas com amigos. Uma joia do gênero twin-stick shooter que merece ser descoberta.

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Review | 198X

Se você tem saudades dos jogos dos anos 80/90, isso é para você!! É “poesia pixelizada”, pura alegria, mesmo que seja bem curta.

A história se passa em um subúrbio, fora da cidade, em algum momento de 1980. Esta é a jornada de Kid, um adolescente preso entre as limitações da juventude inocente e as obrigações da inevitável vida adulta. A história se desenrola quando Kid descobre um fliperama local, encontrando novos mundos e novos significados nos videogames. Para cada visita ao fliperama, cada jogo descoberto, cada movimento dominado, cada demônio derrotado, Kid cresce mais forte e as linhas entre jogo e realidade começam a fazer cada vez mais sentido em sua vida.

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O jogo apresenta níveis originais e bem elaborados, com uma jogabilidade envolvente que homenageia os clássicos dos anos 80 e 90. Seu setor audiovisual é impecável, com gráficos bem renderizados e uma direção artística sugestiva e refinada.

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198X se passa em vários estilos de jogos, desde Beat ‘em up, shmup a RPG, corrida e hack-and-slash.

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A história é introspectiva e melancólica, é contada com maestria por meio de cenas cinematográficas dirigidas com excelência e em um estilo único. Embora seja uma experiência curta, é intensa e memorável, provando que um jogo não precisa ser longo para deixar sua marca.
Uma pequena joia que brilha para quem viveu os anos 80, trazendo uma história envolvente que evidencia a força e a importância dos videogames no crescimento pessoal. Com uma execução técnica impecável, é uma recomendação imperdível para quem aprecia uma boa narrativa.
Esse jogo está disponível para: Playstation 4, Nintendo Switch, Xbox One e na Steam.

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Review | Crisis Core: Final Fantasy 7 Reunion

Se você ainda não jogou Final Fantasy VII , pode considerar – Crisis Core: Final Fantasy VII Reunion , uma obra do inicio da história.

Lançado inicialmente no PSP, esta remasterização é um exemplo de como modernizar um clássico sem perder sua essência. Crisis Core: Final Fantasy VII Reunion oferece uma apresentação fenomenal.

No papel de Zack Fair, um soldado de 1ª classe, você mergulha em uma jornada épica repleta de batalhas intensas, personagens cativantes e uma narrativa rica em emoção. A relação de Zack com seu mentor, Angeal, é um dos pontos altos do jogo, já que é ele quem originalmente empunhava a famosa Buster Sword, que para quem não sabe é a espada gigante que Cloud carrega com ele.

image-25 Review | Crisis Core: Final Fantasy 7 Reunion

Além disso, a remasterização traz uma nova camada de profundidade à história de Aerith, com quem Zack tem um romance leve, e ainda permite entender melhor a ascensão de Sephiroth, o herói que se tornaria um dos maiores vilões da franquia. Os laços entre os personagens, como Angeal e Genesis, tornam-se mais evidentes, oferecendo um contexto mais amplo sobre o legado que moldaria o universo de Final Fantasy VII .

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Eu adorei a jogabilidade do jogo, já na versão Reunion, tem um botão de ataque dedicado, além de atalhos para usar cada uma das seis Materias equipadas. Essa simples mudança o torna extremamente parecido com Final Fantasy VII Remake, com lutas mais rápidas e responsivas.

Além disso, agora você pode fazer combos conforme você usa ataques corpo a corpo comuns e em seguida usa alguma habilidade das Materias amarelas, que são golpes físicos requintados, causando dano em escala. Essa dinâmica evita uma estratégia do game original de spammar habilidades e ainda cria um dinamismo maior.

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Com tudo, tem as melhorias na qualidade de vida, como os tempos de carregamento mais rápidos e a possibilidade de pular animações, fazem a experiência ficar ainda mais fluida.

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Para você que ainda esta pensando em jogar ele, eu indico.

Review | Dragon Age: The Veilguard

Dragon Age: The Veilguard é o quarto grande jogo da franquia Dragon Age, desenvolvido pela BioWare e publicado pela Electronic Arts. O jogo foi lançado em 31 de outubro de 2024 para PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC1.

A história se passa dez anos após os eventos de Dragon Age: Inquisition e se concentra em novas localizações no mundo fictício de Thedas. O jogo permite que os jogadores escolham a linhagem, classe de combate e história de fundo do personagem principal, oferecendo uma personalização mais profunda. Além disso, os jogadores podem recriar personagens de Dragon Age: Inquisition e encontrar alguns personagens anteriores na série.

A jogabilidade é focada em combates intensos e escolhas de role-playing, com uma campanha principal que pode levar de 25 a 30 horas para ser concluída, dependendo do foco nas missões secundárias. O jogo recebeu críticas geralmente positivas, destacando-se pelos visuais impressionantes e pela narrativa envolvente.

A história se passa em Thedas, um mundo que ainda está lidando com as consequências da destruição da ordem dos Guardiões Cinzentos. Uma nova ameaça surge quando o Véu, a barreira mágica que separa o mundo físico do Fade, começa a se enfraquecer, permitindo que criaturas demoníacas invadam o mundo dos mortais.

dragon-age-veilguard-combat-1024x576 Review | Dragon Age: The Veilguard

Os jogadores assumem o papel de um herói que deve recrutar aliados e liderar uma resistência contra essas forças malignas. O jogo explora temas de sacrifício, liderança e a luta pelo poder, e os jogadores podem tomar decisões que afetam o desenrolar da história e o destino dos personagens.

Mecânica de Jogo

A jogabilidade de Dragon Age: The Veilguard é uma mistura de combate tático e exploração profunda. Aqui estão alguns aspectos chave:

  1. Combate: O sistema de combate é em tempo real com a opção de pausa tática. Os jogadores podem controlar diretamente o personagem principal ou emitir comandos para membros do grupo. Cada personagem tem habilidades únicas que podem ser combinadas para formar estratégias eficazes.
  2. Exploração: Os jogadores podem explorar vastos ambientes, desde florestas sombrias até cidades cheias de vida. O mundo de Thedas é repleto de segredos, missões secundárias e locais escondidos.
  3. Personalização de Personagem: A criação de personagens permite aos jogadores escolher entre várias raças e classes. Há também um sistema de habilidades extensivo que permite a personalização detalhada do estilo de jogo.
  4. Decisões e Consequências: As escolhas dos jogadores impactam significativamente a narrativa. Decisões morais e políticas podem mudar o curso da história e as relações com outros personagens.
  5. Gráficos e Som: O jogo possui gráficos impressionantes e uma trilha sonora envolvente que ajuda a construir a atmosfera épica e dramática de Thedas.
da-veilguard-key-features-rally-vg-16x9.jpg.adapt_.crop16x9.652w Review | Dragon Age: The Veilguard

Se você gosta de RPGs profundos com foco em narrativa e personalização, Dragon Age: The Veilguard promete uma experiência imersiva e inesquecível.

Uma coisa que eu achei muito legal é que nos diálogos os personagem se lembram de coisas que vc falou, e sempre acontece momentos na conversa que eles marcam alguma coisa da sua fala, a equipe é composta por 8 membros Rook o protagonista que é criado por você, pode ser homem, mulher ou não binário, também podemos definir se será chamado por ele, ela ou pronome neutro, o que isso muda no jogo Absolutamente porra nenhuma, porém tem um pessoal fazendo criticas reclamando isso do jogo, que esta havendo muita lacração, mas desde o primeiro jogo temos isso no jogo de você escolher entre homem/mulher e se você vai ficar com homem ou mulher, Lace Harding: Uma arqueira habilidosa que retornou de Dragon Age: Inquisition. Ela pode apoiar aliados com cura e aumentar o dano um dos personagens que eu uso bastante diga-se de passagem junto com a Neve Gallus: Uma maga com uma perna protética, que pode causar dano com magia de gelo e apoiar seus companheiros e dependendo de como você alocar a Build fica uma equipe extremamente apelativa, Bellara Lutare: Pertence à facção Veil Jumpers e é conhecida por explorar ruínas eldanas antigas. Ela pode manipular o Fade, similar a Solas, e pode desempenhar um papel de suporte ou causar dano com magia do Fade é uma das personagens que entra na equipe no começo do jogo, Lucanis Dellamorte: Um assassino da facção Antivan Crows, que pode apoiar seus companheiros com poções e buffs tem uma parte do jogo que vc tem uma decisão que pode mudar o rumo dele ou da Neve, Davrin Bellara: Um membro dos Guardiões Cinzentos, similar a Blackwall de Inquisition. Ele é especializado em absorver agressão inimiga e usar seu grifo, Assan, para atacar inimigos ele é um dos combatentes do primeiro comandante dos Dragon Ages antigos, Emmrich Volkarin: Um membro da Vigília Fúnebre, uma ordem de necromantes de Nevarra. Ele tem habilidades que aumentam o dano contra mortos-vivos e demônios o mais legal desse personagem que fora das lutas ele esta sempre de social sentado na mesa controlando seus mortos vivos para atividades domesticas, Taash Lucanis: Uma guerreira Qunari que utiliza duas espadas e pode respirar fogo. Ela é uma ofensiva poderosa em combate e o personagem que alguns estão reclamando por ser não binária que os diálogos dessa personagem são só querendo força uma linguagem neutra porem eu estou com 35 horas de jogo e não vi nada disso, uma outra coisa referente aos personagens que eles tem habilidades únicas que podemos utilizar para seguir a nossa gameplay, o que esta na nossa equipe segurando o R1 playstation (RT)XBox, ele faz algo que abre uma passagem ou segue um caminho ou liga um mecanismo se o personagem não esta na sua equipe utilizamos uma faca do Solas para tal feito.

imagem-2024-10-24-150513938 Review | Dragon Age: The Veilguard

Para não dizer mais nada e não estragar a sua experiencia joguem Dragon Age: The Veil Guard segue de uma forma muito divertida a continuação do Dragon Age Inquisition, inclusive você no começo do jogo cria o Inquisitor(a) se lembrar de como era o que você jogou há 10 anos atras fica mais divertido ainda e ainda lhe permite escolher com qual dos 6 personagens acabou casando já que o Solas termina como o vilão do jogo e sai da equipe e claro temos personagens que aparece desde o primeiro jogo, as plataformas para jogar essa maravilha são Playstation 5, Xbox Serie X e Pc, bom divertimento a todos e comente ai qual a sua equipe? qual a classe e raça colocou no seu personagem? tem quantas horas de jogos?

Review | Voidwrought

Voidwrought é uma experiência metroidvania única e sombria que combina exploração, combate desafiador e um mundo envolvente com elementos de ficção cienVoidwrought é um título de estilo metroidvania que desafia a lógica dos jogos convencionais, mergulhando os jogadores em uma jornada introspectiva e sombria. O jogo se passa em um universo de ficção científica-fantástica, no qual o jogador controla o Vassal, um ser de origem misteriosa que renasce no “Vazio” – uma dimensão opressiva habitada por entidades antigas e forças sobrenaturais conhecidas como “Arquitetos”. A missão do jogador é ajudar o Vassal a descobrir sua verdadeira identidade e o propósito por trás de sua existência, explorando o Vazio e enfrentando as ameaças desse universo etéreo.

Enredo e Temática

A história de Voidwrought é densa e rica, lembrando a profundidade narrativa de Hollow Knight e Blasphemous, mas com uma abordagem de ficção científica cósmica. O jogador, ao assumir o papel do Vassal, explora uma galáxia despedaçada e encontra vestígios de civilizações extintas, em busca de respostas sobre o passado do protagonista e dos Arquitetos. O enredo se desenrola de forma não-linear, com diálogos, memórias e eventos espalhados pelo mapa, o que incentiva a exploração e permite que cada jogador descubra o mistério em seu próprio ritmo.

Ponto Alto: Ambientação e Estética

A atmosfera de Voidwrought é um de seus aspectos mais impactantes. O estilo visual combina uma paleta de cores escuras e texturas detalhadas, que ressaltam a beleza do caos e do desespero desse universo sombrio. Cenários cósmicos e ruínas decadentes reforçam a sensação de isolamento e insignificância, enquanto a trilha sonora melancólica transporta o jogador para uma experiência quase meditativa. A inspiração em jogos como Salt and Sanctuary e Ori and the Blind Forest é perceptível na maneira como a ambientação desempenha um papel crucial na imersão, proporcionando um toque de mistério cósmico à medida que se explora o Vazio.

Comparação com Outros Jogos Estilo Metroidvania

Em comparação com outros títulos de metroidvania, como Hollow Knight e Axiom Verge, Voidwrought se diferencia por seu ritmo mais contemplativo e foco na construção de atmosfera. Hollow Knight é conhecido pelo combate fluido e pela exploração de ambientes sombrios e melancólicos, mas Voidwrought aposta em um mistério filosófico, que aprofunda a conexão emocional do jogador com o protagonista. No quesito de combate, a influência de Blasphemous é notável, com batalhas brutais contra os Arquitetos, nas quais cada um dos chefes representa desafios com padrões únicos e habilidades complexas. Entretanto, Voidwrought foca menos na ação frenética e mais no desenvolvimento narrativo, o que o torna único dentro do gênero.

Sistema de Combate e Progressão

O combate em Voidwrought é desafiador e estratégico, com uma curva de aprendizado considerável. O Vassal adquire habilidades ao longo do jogo, que podem ser personalizadas para diferentes estilos de jogo, incentivando a criatividade do jogador. O combate contra os Arquitetos, em especial, exige paciência e prática, semelhante ao que encontramos em Hollow Knight, mas com uma abordagem mais metódica, como em Salt and Sanctuary. Além disso, a árvore de habilidades permite ao jogador construir e combinar habilidades, adicionando profundidade e valor à rejogabilidade.

Ponto Baixo: Exploração e Dificuldade

Apesar de sua riqueza narrativa, o mapa de Voidwrought pode parecer confuso para alguns jogadores. A falta de orientações e a complexidade do layout tornam fácil se perder, o que pode ser frustrante para quem está acostumado com uma navegação mais intuitiva. O nível de dificuldade é alto, e o sistema de checkpoints é menos indulgente do que o de jogos como Ori and the Blind Forest, o que pode desencorajar jogadores que buscam uma experiência mais leve.

Sistema de Finais Alternativos e Decisões Morais

Outro ponto interessante em Voidwrought é o sistema de finais alternativos, que depende das decisões do jogador ao longo da trama. A forma como o Vassal interage com os personagens e as escolhas feitas ao longo da jornada influenciam o desfecho, incentivando o jogador a explorar todos os caminhos e finais possíveis. Esse elemento de escolha e moralidade adiciona uma profundidade única ao jogo, lembrando a ramificação narrativa de Blasphemous, mas com uma perspectiva mais voltada ao introspectivo.

Comparação com Salt and Sanctuary: Explorando a Melancolia Cósmica

Assim como Salt and Sanctuary, Voidwrought utiliza o isolamento e a desesperança como temas centrais. A exploração de um mundo fragmentado, dominado por uma atmosfera de destruição e misticismo, faz com que ambos os jogos compartilhem um sentimento de desolação. Entretanto, Voidwrought aposta mais em uma atmosfera cósmica e filosófica, explorando conceitos existenciais que vão além da ação, tornando-se um dos jogos metroidvania mais complexos e emocionalmente ressonantes de sua geração.

Plataformas Disponíveis

Voidwrought está disponível nas plataformas PC e Nintendo Switch, oferecendo uma experiência ideal para os fãs de metroidvania que buscam uma narrativa profunda e um universo visualmente impactante.

Review | Dragon Ball Sparking Zero

Dragon Ball Sparking Zero ou como seria o nome de projeto Dragon Ball Budokai Tenkaichi 4, lançado em 11 de outubro de 2024 para Pc, Playstation 5 e Xbox Serie X veio pra ser a continuação da série tão aclamada de Dragon Ball Tenkaichi Budokai (o Torneio de artes marciais) e para a surpresa de muitos o jogo continuou tão bom quanto os seus anteriores, para o meu ver não entendi o porque todo mundo tem como o melhor jogo de Dragon Ball o Budokai Tenkaichi pois eu gosto muito da franquia Xenoverse.

No Sparking zero o maior chamariz para o jogo foi o fato de você poder alterar a história como temos muitas mudanças na história, no principal temos somente o goku inicialmente, porem assim que vc termina a primeira parte do arco dos Sayajins é liberado pra jogar com Vegeta, Trunks do futuro, Picolo, Gohan e Freeza, após terminar o arco do Goku é liberado para jogar também com o Jiren.

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o jogo tem mais de 180 personagens para jogar e a maioria dos personagens são variações do mesmo personagem, porém uma coisa que é fundamental sempre antes de começar o jogo fazer o tutorial com o Picolo pois, por mais que vc tenha uma boa experiencia com os jogos anteriores ele tem mecânicas novas e o jogo sai bem fluido, a jogabilidade dele é bem gostosa quando você acostuma com a jogabilidade, o que eu vejo como um grande pronto fraco é a dificuldade de fazer alguns What If, pois tem uns que eu vejo no youtube indo fácil que para mim não apareceu e fiz a mesma coisa.

dragon-ball-sparking-zero-12072023-1024x575 Review | Dragon Ball Sparking Zero

Os modos do jogo temos as batalhas, podemos personalizar uma história também, tem o on line e o off line, podemos criar os torneios seja ele o torneio mundial, torneio da destruição, torneio do poder e o torneio do cell, e temos no online tambem as batalhas com ranks para aqueles que gostam de se diverti no online, o que eu não gostei é simplismente o fato de o jogo acabou de sair e já tem Download contables para sair com o os personagens de Dragon ball Daima e os personagens do filme Dragon Ball super Hero, porém numa forma geral Sparking Zero é um dos melhores jogos da Franquia Dragon Ball e vai lhe proporcionar horas e horas de jogo.

Review | Visions of Mana

Lançado em 28 de agosto de 2024, Visions of Mana veio pra relembrar os jogadores que essa franquia ainda não morreu e que ainda tem aquela magia dos seus antecessores. Lançado para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series S/X e PC, o jogo veio mostrar para que veio.

Como todo jogo da franquia, ele se baseia na Mana Tree e nessa trama jogamos com o protagonista Val, no qual a sua missão é escultar e proteger Hinna, sua amiga de infância no qual ela foi nomeada a Alm of Fire (ao que eu entendi é como se fosse uma freira) e nisso eles viajam pelo mundo pra restaurar o poder da Mana Tree.

No quesito narrativa o jogo é bem simples, pois alguns personagens tem grandes tramas e outros estão lá simplesmente para fazerem um complemento na história, até concluirwm o grande objetivo do game, no qual eu não irei me alongar muito para não estragar a experiência de ninguém com a história.

Vamos falar um pouco sobre a mecânica do jogo, boa parte dela é a mesma que temos em Secret of Mana Remake e Trials of Mana, porém temos um diferencial aqui que é o sistema de classes, quando ganhamos uma Mana nova ela nos da a todos os personagens uma classe nova, que nos leva a ter 8 classes no total com cada um dos 5 personagens (que nos levam a um total de 40 classes) e temos uma habilidade especial com cada uma das classes (na qual no meio da luta quando enchemos uma barreira de cor azul nos permite soltar esse especial).

visions-of-mana-1-1hbirn7dsd0s6-1024x768 Review | Visions of Mana

De uma maneira geral, Visions of Mana vai pegar muito os jogadores pelo saudosismo, porém há elementos que possam angariar novos fãs da franquia e outros que podem afastar, como o porte em português que não tem, pois só a franquia Final Fantasy tem porte em PT-BR. Recomendo também quem puder esperar uma promoção para pegar o game. pois já sabemos que a Square demora para liberar promos em suas franquias.

Trailer:

Review | Black Myth: Wukong

Black Myth: Wukong combina elementos épicos de jogos como God of War e Sekiro: Shadows Die Twice, trazendo um combate ágil e desafiador com uma estética impressionante baseada na mitologia chinesa. Desenvolvido pela polêmica Game Science, o jogo gerou grande expectativa na internet devido aos seus gráficos estonteantes, mas também enfrentou críticas devido a declarações controversas do estúdio.

Embora muitos pensassem que Black Myth: Wukong nunca veria a luz do dia, o jogo surpreendeu ao ser lançado com uma jogabilidade fluida e um combate desafiador. No entanto, a narrativa não é o ponto forte, servindo mais como um suporte para a jogabilidade intensa. Infelizmente, problemas técnicos, como travamentos frequentes e crashes, prejudicam a experiência.

O jogador assume o controle de Sun Wukong, o lendário Rei Macaco, em uma aventura épica para unir relíquias e se tornar uma lenda. O início do jogo já apresenta uma batalha empolgante que dá uma amostra do combate dinâmico e variado. Ataques leves, pesados e magias são combinados para criar combos poderosos, complementados por transformações em seres mitológicos.

Ao longo de seis capítulos, o jogo apresenta uma variedade de estilos visuais, desde animações cartunescas a stop-motion, o que adiciona profundidade à narrativa. No entanto, cutscenes in-game carecem de polimento, apresentando cortes bruscos e ângulos de câmera problemáticos. O códice de informações dos personagens, inimigos e chefes também estava bugado, prejudicando a compreensão total da mitologia.

black-myth-01-1024x576 Review | Black Myth: Wukong

A exploração do jogo se passa em grandes áreas abertas com biomas diversos, desde florestas até desertos, mas a busca por itens nem sempre é recompensadora. Os melhores equipamentos são adquiridos nos santuários, limitando a necessidade de explorar profundamente os mapas. A presença de NPCs é rara e as missões dadas por eles são pouco envolventes, com exceção de Zhu Bajie, o javali carismático que auxilia o jogador.

Mesmo que o estúdio negue, Black Myth: Wukong possui muitas características de um soulslike, com fases que envolvem enfrentar inimigos, abrir atalhos e lutar contra chefes desafiadores. A comparação com Sekiro é inevitável, especialmente pela fluidez do combate, mas faltam elementos de defesa e parry, obrigando o jogador a usar esquivas e transformações para evitar danos.

O jogo apresenta um sistema de árvore de habilidades extenso, permitindo ao jogador distribuir pontos em magias, ataques e habilidades. Embora tenha um grande potencial como um dos melhores do subgênero soulslike, a decisão da Game Science de não se posicionar assim o deixa fora do ranking dos grandes títulos do gênero.

ss_524a39da392ee83dde091033562bc719d46b5838.1920x1080-1024x576 Review | Black Myth: Wukong

Problemas técnicos graves, como travamentos constantes, quedas de frames e crashes durante batalhas importantes, prejudicam uma experiência que, de outra forma, poderia ser épica. Esses problemas de otimização indicam que a Game Science precisa trabalhar rapidamente para resolver essas questões e melhorar a estabilidade do jogo.

Apesar dos contratempos, Black Myth: Wukong ainda se destaca como uma aventura visualmente impressionante e um desafio divertido. Contudo, para alcançar seu verdadeiro potencial, o jogo precisa de ajustes significativos em sua parte técnica.

Review | Dragon´s Dogma 2

Em 21 de Março de 2024 tivemos enfim a grande continuação do maior clássico da Capcom desde o seu lançamento no Playstation 3, Dragon´s Dogma, o jogo no seu lançamento original teve parceria com Berserk no qual poderiamos ter as armaduras e armas de Griphis e Gatts, porém quando saiu o Dragon´s Dogma Dark Airsen, a parceria foi desfeita infelizmente porém agora temos os conteúdos da DLC pra usufruir no jogo base.

dragons-dogma_tkhu-1024x576 Review | Dragon´s Dogma 2

Em 2020 tivemos o lançamento do anime com 7 episódios explicando toda a jornada que temos no jogo, e nessa época começou um pequeno burburinho de uma continuação do jogo quando de repente temos o lançamento de trailer e parte de gameplay de dragon´s dogma 2, e finalmente o jogo saiu, a primeira coisa que eu achei maravilhosa o mapa é gigante, e algumas classes você tem que habilitar, no começo começamos com Guerreiro, Ladrão, Arqueiro e Mago, ai quando chegamos na cidade principal na guilda pegamos a missão pra habilitar mais duas classes uma evolução pra Guerreiro e Mago.

DRAGONS-DOGMA-2-2-1024x576 Review | Dragon´s Dogma 2

Na parte de personalização de personagens temos também uma nova raça que são felinos, podemos criar humanos e felinos na nossa jornada seja com o Nasan (o guerreiro que teve o coração roubado pelo dragão) ou pelos os Paws(o assistente que criamos no jogo) e como sempre no dragon´s dogma podemos evoluir de maneira rápida e que acabamos quebrando a dificuldade do jogo de forma tranquila, em relação as classes não ficamos presos a uma classe única podemos mudar nossas classes no decorrer do jogo, e podemos criar builds utilizando as passivas de uma classe em outra.

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Uma coisa que temos que tomar cuidado no jogo é quando morremos temos dois métodos pra voltar ao jogo, uma é no ultimo check point e a outra é na pousada, se você acabar escolhendo na pousada acaba perdendo boa parte do avanço que teve no jogo, pois sempre que vc dorme numa pousada cria um save ali, porém se se adianta no jogo sei lá umas 5 horas de jogo após essa dormida na pousada, se escolher retorna na pousada e não no ultimo check point o jogador acaba perdendo essas 5 horas de jogo sem querer, e o jogo não avisa isso pra você, outra coisa que não gostei é que não consegue criar um novo jogo, caso queira começar um novo jogo tem que excluir seu sabe, e fora o problema com micro transações como gastar dinheiro real seja pra comprar a pedra de vida pra não morrer ou comprar dinheiro do jogo com dinheiro real e geral ta reclamando disso, mas ai é coisas da capcom mesmo não é nada diferente de outros jogos.

E vamos agradecer a Capcom por nos fornecer uma chave pra poder testar o jogo eu ainda não terminei mas já estou com 60 horas de jogo e explorei coisas demais nesse jogo, a localização esta muito bem feita, eu deixo o áudio em japonês com a legenda em português do Brasil, o jogo saiu pra Playstation 5, Xbox série X e Steam , quem quiser aproveite, de preferencia pegue o jogo numa promoção e já adianto que ele não é um jogo pra todo mundo, e o mundinho é bem imersivo.

Final Fantasy 7 Rebirth

Final fantasy 7 rebirth ,lançado no dia 29/02/2024 para Playstation 5(até o momento ele segue exclusivo por no mínimo 1 ano), o jogo segue continuando os fatos pós o Final fantasy 7 remake, onde nossos herois saem de Midgar e seguem para o vasto e gigante mapa do jogo.

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Nessa parte Cloud, Red XIII, Tifa, Aerith e Barret seguem atras de novas aventuras com o intuito de destruir a Shinra e acabar dom o Sephiroth, nesse meio tempo Cloud contra pra equipe como ele e Tifa conheceram Sephiroth, e como ele acabou ficando louco e querendo destruir o planeta, o jogo agora nos apresenta novas mecânicas já que nele agora temos novos personagens pra controlar, além de Cloud, Tifa, Barret, Aerith, agora nós podemos controlar, Yuffie, Red XIII, Zack e Cait Sith, além de cada um ter uma jogabilidade única em todo o decorrer do jogo.

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Outra coisa que temos no jogo novos mini games, um pra capturar chocobos(cada missão que fazemos pros fazendeiros liberamos viagens pra outros mapas pra finalizar todas as coisas pra fazer no mapa), outro pra abrir lojas de vendas com os Moogles, um jogo de baralho chamado Queen´s Blood com uma jogabilidade um pouco confusa, o Fort Condor(que todos os personagens viram poligonais maravilhosos) e uma infinidades de coisas no Golden Soucer para crescer toda nossas horas de diversão, e claro uma coisa nova pra facilitar a pegar materias de Guardian Forces(Summons) que cada analise fizermos deles mais facil fica a luta contra eles.

Não quero jogar nenhum Spoiler do jogo mas ja digo que vale muito a pena jogar, horas e horas só fazendo a exploração dos mapas e curtir os mini games, eu sei a resposta que todo mundo quer sobre o fim do jogo mas o final dele é exatamente no mesmo ponto que finaliza o primeiro CD do jogo, mas só temos na nossa equipe o Vicent e o CId mas nesse jogo eles não são controlavéis infelizmente, como falei no começo da review ele no momento é exclusivo de ps5, não dou nota 10 pois tem pequenas coisas que me incomodou que não vou falar aqui pois faz parte de jogo e não quero soltar spoilers porem foi um jogo que me divertiu muito bem, outra coisa que eu fiquei bem chateado eu comprei na pré-venda em agosto do ano passado e teve pessoas que pegou mídia física e jogaram um dia antes de mim e isso ai achei uma tremenda falta de respeito com quem comprou digital na pré-venda

REVIEW | Lies of P

18 de setembro de 2023 Lies of P é um soulslike emocionante que reimagina a história de Pinóquio em um cenário sombrio e elegante da era belle époque, Você assume o papel de um títere criado por Geppetto, preso em uma teia de mentiras.A cidade de Krat, outrora animada, agora está envenenada pela loucura e sede de sangue. Uma voz misteriosa guia seus passos enquanto você desvenda os segredos insondáveis das elites da cidade,Lies of P oferece uma experiência sombriamente elegante, com uma narrativa envolvente e desafios dignos de um soulslike. Prepare-se para explorar os segredos ocultos da cidade de Krat e enfrentar horrores indescritíveis

As mecânicas de jogo temos algumas inovações como por exemplo o Combate: Desenvolva um estilo de combate único para enfrentar inimigos e terrenos cruéis, nos quais você usa combinações dinâmicas de armas, o Braço Legionário e ative novas habilidades e também temos Escolhas Morais nas quais você Decida entre dizer a verdade ou tecer mentiras para superar as dificuldades e suas escolhas moldam o caminho da jornada.

Os pontos positivos do jogo são sua história que trás uma trama profunda sobre Guipetto e Pinóquio, seu combate, sua variedade de armas e seus chefes memoráveis. Alguns pontos negativos foram a dificuldade desigual, o design linear dos níveis e a falta de originalidade em relação aos jogos do estilo Soulslike como Dark Souls ou Bloodborne, O jogo está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S, PC via Steam. Você pode comprar o jogo nas edições padrão ou deluxe, que incluem conteúdos extras como trilha sonora e roupas

REVIEW | Final Fantasy 16: Echoes of the Fallen

Final Fantasy 16 foi lançado em 22 de Junho de 2023 para playstation 5 (até o presente momento o jogo ainda continua sendo um exclusivo da Sony) e a sua DLC Echoes of the Fallen(Lançada no dia 30 de Dezembro de 2023) e a minha perspectiva sobre os mesmos.

Final Fantasy 16 é um jogo que eu curti bastante, apesar de ter alguns problemas. O jogo tem uma história bem interessante, que mistura política, religião e fantasia, com personagens bem desenvolvidos e carismáticos o que lembra muito a série Game of Thrones. O protagonista, Clive, é um guerreiro que tem o poder de invocar o fogo do Fênix, um dos deuses que protegem o mundo de Valisthea e Joshua seu irmão caçula é a Fênix, destinado a ser o próximo rei por ter esse poder. Ele tem que enfrentar os templários, que são os inimigos dos assassinos, que são os aliados dos deuses. O jogo tem um sistema de combate bem dinâmico e divertido, que permite usar várias armas, magias e invocações o que lembra muito a trilogia original de God of War. O jogo também tem um visual incrível, com cenários bem detalhados e variados, e uma trilha sonora de primeira.

Mas nem tudo é perfeito, né? O jogo também tem uns defeitos que me incomodaram. Por exemplo, o jogo é muito linear, não tem muita liberdade de exploração. O jogo também é muito fácil, não tem muitos desafios. E o jogo também tem umas partes que são muito chatas, como as missões secundárias, que são muito repetitivas e sem graça e tem o esquema de caças pra quem gosta de platina é meio chato pois você tem que jogar mais de uma vez o jogo para obter a platina.

Agora, vamos falar da DLC, Echoes of the Fallen. Essa DLC é uma expansão que se passa no final do jogo, e que conta mais sobre a origem dos Decaídos, que são uns seres antigos que tinham uma tecnologia avançada, mas que foram extintos pelos deuses. A DLC é bem curta, dá pra terminar em umas 3 ou 4 horas, mas é bem legal. A DLC tem umas batalhas bem difíceis, que exigem mais estratégia e paciência. A DLC também tem umas revelações bem interessantes, que ligam a história do jogo com a de Final Fantasy 16 e com a da Primeira Civilização. A DLC também tem uns equipamentos novos, que são bem úteis.

Mas a DLC também tem uns pontos negativos. Por exemplo, a DLC é muito cara, custa R$53,90, o que é muito pra pouco conteúdo. A DLC também é muito dependente da história do jogo principal, não dá pra jogar sem ter terminado o jogo antes. A DLC também não tem muita variedade, é só subir uma torre e matar uns monstros. E a DLC também não tem muita personalidade, é mais do mesmo, e temos que esperar também a saida da proxima DLC a The Rising Tide que esta prevista pra sair no meio de 2024.

Então, Final Fantasy 16 e a sua DLC Echoes of the Fallen até o presente momento são exclusivos para Playstation 5, a história é uma das melhores mas e ai, você que jogou o que achou? Você concorda comigo, ou tem uma opinião diferente? Me conta aí.