Review | Visions of Mana

Lançado em 28 de agosto de 2024, Visions of Mana veio pra relembrar os jogadores que essa franquia ainda não morreu e que ainda tem aquela magia dos seus antecessores. Lançado para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series S/X e PC, o jogo veio mostrar para que veio.

Como todo jogo da franquia, ele se baseia na Mana Tree e nessa trama jogamos com o protagonista Val, no qual a sua missão é escultar e proteger Hinna, sua amiga de infância no qual ela foi nomeada a Alm of Fire (ao que eu entendi é como se fosse uma freira) e nisso eles viajam pelo mundo pra restaurar o poder da Mana Tree.

No quesito narrativa o jogo é bem simples, pois alguns personagens tem grandes tramas e outros estão lá simplesmente para fazerem um complemento na história, até concluirwm o grande objetivo do game, no qual eu não irei me alongar muito para não estragar a experiência de ninguém com a história.

Vamos falar um pouco sobre a mecânica do jogo, boa parte dela é a mesma que temos em Secret of Mana Remake e Trials of Mana, porém temos um diferencial aqui que é o sistema de classes, quando ganhamos uma Mana nova ela nos da a todos os personagens uma classe nova, que nos leva a ter 8 classes no total com cada um dos 5 personagens (que nos levam a um total de 40 classes) e temos uma habilidade especial com cada uma das classes (na qual no meio da luta quando enchemos uma barreira de cor azul nos permite soltar esse especial).

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De uma maneira geral, Visions of Mana vai pegar muito os jogadores pelo saudosismo, porém há elementos que possam angariar novos fãs da franquia e outros que podem afastar, como o porte em português que não tem, pois só a franquia Final Fantasy tem porte em PT-BR. Recomendo também quem puder esperar uma promoção para pegar o game. pois já sabemos que a Square demora para liberar promos em suas franquias.

Trailer:

Crítica | A Vingança da Cinderela

Todos nós já conhecemos essa história, principalmente através do filme de contos de fadas apresentado pelo Mickey Mouse. Com o tempo crescemos e descobrimos que a maioria dessas histórias contadas na Disney tem uma origem bem mais macabra e seus finais não são tão agradáveis e felizes, pois são adaptações de contos de terror.

CINDERELLAS_REVENGE_STILLS_140323_0120-1024x683 Crítica | A Vingança da Cinderela

No dia 05 de Setembro chega aos cinemas brasileiros o filme A Vingança da Cinderela, distribuído pela A2 Filmes, com de Andy Edwards e roteiro de Tom Jolliffe.

 A primeira dica nessa crítica é reforçar que o filme tem classificação indicativa de 18 anos, ou seja, não leve as crianças para o cinema achando que vai ver passarinho cantando.

CINDERELLAS_REVENGE_STILLS_140323_0077-1024x683 Crítica | A Vingança da Cinderela

O elenco do núcleo vilanesco fica com Beatrice Fletcher e Megan Purvis (irmãs Josephine e Rachel) e Stephanie Lodge (interpretando a madrasta Katherine)

O longa tem como objetivo recontar essa a história da Cinderela (interpretado por Lauren Staerck), flutuando entre em duas categorias bem interessantes: Fantasia e Terror.

CINDERELLAS_REVENGE_STILLS_170323_0025-1024x683 Crítica | A Vingança da Cinderela

O que desperta o instinto vingativo de Cinderela é uma máscara mágica. Onde já vimos isso antes? Se lembrar deixe nos comentários.

No primeiro e segundo atos, somos apresentados ao lado fantástico do conto. As construções modernas do cenário misturado ao figurino confuso deixam uma certa dúvida sobre em que época a história está sendo contada. Apesar disso e do visível baixo orçamento, inicialmente o filme se mantém interessante por conta de seus diálogos divertidos e inteligentes, incluindo “participações especiais” que brincam um pouco com a questão da utilização da mágica para Cinderela ter seus desejos atendidos pela fada madrinha (interpretada por Natasha Henstridge), isso acaba compensando temporariamente os fracos efeitos visuais.

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E tome conversa pra compensar a falta de bibidi bobidi bu dessa fada madrinha sem orçamento

Contudo, no último ato, ao entrarmos em contato com seu lado de fato aterrorizante, o filme tenta apresentar a tão aguardada vingança através de um slasher que infelizmente não consegue sustentar, principalmente pelo fator previsibilidade. As cenas de perseguição e até as mortes explícitas não agradam, principalmente pelo posicionamento de câmera confusa.

CINDERELLAS_REVENGE_STILLS_140323_0003-1024x683 Crítica | A Vingança da Cinderela
“Você não sabe o quanto eu caminhei pra chegar até aqui”

Assista o trailer: