REVIEW | Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons

Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons é a mais nova entrada na lendária franquia Double Dragon, lançada originalmente na década de 80 e conhecida por popularizar o gênero beat ‘em up. Desenvolvido pela Secret Base, o jogo oferece uma experiência clássica com elementos modernos que prometem trazer a franquia para uma nova geração de jogadores. Rise of the Dragons mistura mecânicas de luta nostálgicas com novos elementos roguelike e um sistema de progressão diferenciado.

Enredo e Ambientação

O jogo se passa em uma Nova York pós-apocalíptica devastada por gangues que dominam a cidade. Os irmãos Billy e Jimmy Lee, protagonistas icônicos da série, unem forças com novos aliados para enfrentar chefes de gangues que ameaçam a segurança da população. Cada área da cidade está sob o controle de uma gangue, e a missão dos protagonistas é libertar a cidade uma fase de cada vez. Embora o enredo seja simples e direto, ele se encaixa bem no tom de ação e caos urbano que Double Dragon sempre apresentou.

Jogabilidade e Mecânicas

Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons mantém o espírito clássico do combate beat ‘em up, com os jogadores avançando pelas fases e enfrentando hordas de inimigos. No entanto, o jogo introduz novas mecânicas que o diferenciam de outros títulos do gênero. Um dos principais destaques é o sistema de combate que combina ataques básicos, golpes especiais e o uso de itens de maneira estratégica. Cada personagem tem seu próprio estilo de luta, o que adiciona diversidade ao gameplay e incentiva o jogador a experimentar diferentes combinações.

Uma novidade interessante é o sistema de “tag team”, que permite ao jogador alternar entre dois personagens durante as lutas, semelhante a alguns jogos de luta arcade. Isso possibilita estratégias dinâmicas, onde um personagem pode descansar enquanto o outro continua no combate, o que ajuda a gerenciar a saúde e os ataques especiais em situações difíceis.

 
DDG2-300x174 REVIEW | Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons
 

Elementos Roguelike e Progressão

Em Rise of the Dragons, a cada nova jogada, o layout das fases e a dificuldade dos inimigos podem mudar, trazendo uma estrutura roguelike que adiciona uma camada de replayability ao jogo. Os jogadores podem acumular dinheiro ao longo das fases e usá-lo para desbloquear upgrades e habilidades permanentes, permitindo melhorias contínuas e incentivando jogadas repetidas. Esse sistema de progressão é uma adição bem-vinda, pois recompensa o esforço dos jogadores e aumenta o valor de replay do jogo.

Visual e Estilo de Arte

O estilo visual de Double Dragon Gaiden é um dos seus grandes atrativos. O jogo adota uma estética pixel art moderna, com uma paleta de cores vibrante e animações detalhadas que evocam os clássicos do gênero, mas com uma aparência mais refinada. As animações dos personagens são fluidas e cheias de personalidade, trazendo vida ao mundo apocalíptico e reforçando o tom nostálgico do título.

Trilha Sonora e Atmosfera

A trilha sonora de Rise of the Dragons combina sons eletrônicos modernos com batidas de estilo retrô, remetendo à era dos fliperamas dos anos 80 e 90. Cada fase possui músicas energéticas que se ajustam ao ritmo frenético das batalhas e ajudam a criar uma atmosfera envolvente. Para os fãs de longa data, a trilha traz aquela sensação de nostalgia, ao mesmo tempo que introduz novos arranjos.

DDG3-300x168 REVIEW | Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons

Pontos Altos: Nostalgia e Sistema de Combate Inovador

Entre os pontos altos de Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons está o equilíbrio entre nostalgia e inovação. A jogabilidade fluida e o sistema de “tag team” oferecem algo novo e refrescante para a série, enquanto o estilo visual e a trilha sonora remetem ao espírito dos jogos clássicos. Outro destaque é o fator replay, impulsionado pelo sistema roguelike e pelas diferentes combinações de personagens, que torna cada nova partida única e desafiadora.

Pontos Baixos: Dificuldade e Curva de Aprendizado

Por outro lado, alguns jogadores podem achar a dificuldade de Rise of the Dragons um pouco frustrante, especialmente em fases mais avançadas onde a quantidade de inimigos aumenta drasticamente. A curva de aprendizado pode ser íngreme, e o jogo exige que os jogadores entendam bem o funcionamento das mecânicas de troca de personagens e ataques especiais. Além disso, a estrutura roguelike, com a randomização de certos elementos, pode gerar uma experiência inconsistente, onde alguns runs se tornam excessivamente difíceis em comparação a outros.

Comparação com Outros Jogos Beat ‘em Up

Comparado a outros jogos do gênero beat ‘em up, como Streets of Rage 4 e Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge, Double Dragon Gaiden se destaca por seu sistema de progressão e mecânicas roguelike, que adicionam variedade à experiência. Enquanto Streets of Rage 4 é mais focado na narrativa linear e nos combos complexos, Double Dragon Gaiden oferece uma experiência mais dinâmica e imprevisível, sendo ideal para jogadores que gostam de ser desafiados e experimentar novos estilos de jogo.

Conclusão

Double Dragon Gaiden: Rise of the Dragons é uma adição sólida à série Double Dragon, trazendo mecânicas inovadoras e um estilo visual impressionante que consegue capturar o charme do passado enquanto moderniza a experiência para os jogadores atuais. Com sua jogabilidade dinâmica, modo de troca de personagens e elementos roguelike, o jogo oferece um frescor ao gênero beat ‘em up, tornando-se um título recomendado para fãs de ação nostálgica e novos jogadores em busca de desafios.

 
REVIEW | Gravity Circuit

Gravity Circuit, desenvolvido pela Domesticated Ant Games, é uma homenagem ao gênero de plataforma e ação dos anos 80 e 90, especialmente inspirado em títulos icônicos como Mega Man e Ninja Gaiden. Este jogo de ação indie, de visual pixel art, aposta em nostalgia com um toque de modernidade, trazendo uma jogabilidade rápida e desafiante. Lançado para PC e consoles, Gravity Circuit rapidamente conquistou fãs de jogos retrô que apreciam dificuldade, controles precisos e um enredo envolvente.

Enredo e Ambientação

A história de Gravity Circuit se passa em um mundo futurista onde a humanidade foi substituída por robôs. O protagonista, Kai, é um robô guerreiro com habilidades únicas, conhecido como “Gravity Circuit” devido ao seu poder especial de manipular a gravidade. Ele faz parte de um grupo de heróis que defende o mundo contra forças opressivas, mas agora enfrenta uma nova ameaça: uma rede de inteligência artificial chamada Virus Army, que deseja conquistar e destruir. A missão de Kai é impedir que o Virus Army tome conta das principais instalações e ameace o restante do mundo.

Jogabilidade e Mecânicas

A jogabilidade de Gravity Circuit é uma das principais razões para o seu sucesso. A movimentação de Kai é fluida, com habilidades como o “gancho de gravidade”, que permite ao jogador se balançar por obstáculos, alcançar plataformas e se locomover pelo cenário com grande liberdade. Essa mecânica de gancho traz um diferencial ao gameplay, adicionando uma camada de estratégia ao combate e ao design das fases. Além disso, Kai possui golpes de combate corpo a corpo que o tornam um personagem versátil em ataques, diferindo de jogos clássicos do gênero que focavam mais em combate à distância.

O jogo também traz um sistema de upgrades que permite ao jogador personalizar suas habilidades e adaptar Kai ao seu estilo de jogo. As melhorias podem incluir golpes mais fortes, saltos mais altos ou resistência aumentada, o que adiciona um toque de RPG leve ao jogo, incentivando a exploração e a repetição das fases para conseguir novos recursos.

 
gravit03-300x169 REVIEW | Gravity Circuit

Dificuldade e Desafio

Para os jogadores que gostam de um bom desafio, Gravity Circuit não decepciona. Cada fase apresenta obstáculos complexos, inimigos bem posicionados e plataformas de difícil acesso que exigem precisão e planejamento. O nível de dificuldade se aproxima do de jogos como Mega Man, mas com checkpoints bem distribuídos, o que torna a experiência menos frustrante e mais justa. O design das fases é bem elaborado, com uma curva de aprendizado progressiva, onde o jogador é encorajado a dominar cada nova habilidade introduzida.

Pontos Altos: Visual, Trilha Sonora e Nostalgia

O visual de Gravity Circuit é um espetáculo à parte. A estética em pixel art detalhada e a paleta de cores vibrante evocam o estilo dos jogos de 16 bits, mantendo uma identidade visual única e moderna. As animações de movimento de Kai e dos inimigos são fluídas e bem executadas, trazendo vida ao mundo do jogo.

A trilha sonora é outro ponto forte, composta por faixas eletrônicas que capturam perfeitamente a atmosfera de ação e aventura. A música aumenta a imersão nas fases e lembra o estilo clássico de trilhas dos jogos retrô, mas com uma qualidade sonora atualizada. Cada fase possui uma trilha específica que se ajusta bem ao ritmo do jogo, elevando a experiência e a nostalgia para os fãs dos clássicos.

 
Gravity-Circuit-1-300x169 REVIEW | Gravity Circuit

Pontos Baixos: Repetitividade e Limitações

Apesar das qualidades, Gravity Circuit tem alguns aspectos que podem ser melhorados. A repetitividade é um deles. Embora o design das fases seja variado, algumas mecânicas de inimigos e desafios começam a se repetir após certo tempo de jogo, o que pode deixar o jogador com a sensação de “deja-vu”. Além disso, a história, embora envolvente, não se aprofunda tanto quanto poderia nos personagens secundários e nas motivações do protagonista, o que poderia enriquecer a narrativa.

Outro ponto que pode ser uma limitação para alguns jogadores é a curva de dificuldade. Embora justa para os fãs do gênero, a dificuldade elevada pode afastar jogadores casuais que estão mais interessados na estética e no enredo do que na intensidade dos desafios. Uma opção de dificuldade ajustável poderia tornar o jogo mais acessível a uma gama maior de jogadores.

Comparação com Outros Jogos Estilo “Metroidvania”

Gravity Circuit tem algumas semelhanças com o gênero Metroidvania, como a exploração e o sistema de upgrades, mas é um jogo muito mais focado em ação e plataformas do que em exploração de mapas complexos. Comparado a títulos como Hollow Knight ou Axiom Verge, que incentivam a exploração e revisita de áreas, Gravity Circuit é mais linear e direto, o que o aproxima mais de Mega Man do que dos jogos de Metroidvania clássicos. Sua abordagem única, com combate corpo a corpo e o gancho de gravidade, ajuda a diferenciá-lo, trazendo frescor ao gênero.

Conclusão

Gravity Circuit é uma carta de amor aos fãs de jogos retrô e de ação, oferecendo uma experiência intensa, visualmente cativante e tecnicamente desafiadora. Com uma jogabilidade polida e um enredo que, embora simples, cativa pelo carisma do protagonista, o jogo consegue capturar a essência dos clássicos, enquanto adiciona mecânicas modernas que o tornam relevante no cenário atual dos games indie. É uma recomendação obrigatória para quem busca reviver a experiência dos jogos de plataforma clássicos, mas com uma identidade moderna e inovadora.

HoYoverse voltará na BGS 2023
bgs-genshin-300x223 HoYoverse voltará na BGS 2023

 

...A Brasil Game Show 2023 terá grandes novidades para os fãs de RPG. No maior evento de games da América Latina, a HoYovere, desenvolvedora de diversos jogos mundialmente reconhecidos, trará aos visitantes seus famosos títulos Genshin Impact, Honkai: Star Rail e Zenless Zone Zero, que estarão disponíveis em um estande de 500 m², o dobro do tamanho da última edição.

 
Honkai: Star Rail, o mais recente título de RPG de fantasia espacial que oferece uma jornada por vastos mundos desconhecidos, estará mais próximo de Trailblazers na América Latina. O jogo combina elementos de fantasia com mitos e lendas integrados em uma história de ficção científica espacial. Nele, os passageiros do Astral Express poderão celebrar uma viagem intergaláctica com um sistema de combate por turnos intuitivo, diversos companheiros diferentes e histórias envolventes. Tudo isso está disponível para os telespectadores da Brasil Game Show.
 
Genshin Impact, o popular RPG de aventura em mundo aberto agora em seu terceiro ano, também está pronto para atender fãs e jogadores na América Latina e oferecer ainda mais diversão e surpresas. Com sua próxima grande expansão introduzida por Fontaine, os jogadores logo poderão atravessar e explorar cinco das sete regiões principais, recrutando mais companheiros e desvendando gradualmente os segredos de Teyvat.
 
Por fim, Zenless Zone Zero, o tão aguardado RPG de ação da HoYoverse, também estará presente no estande do desenvolvedor na Brasil Game Show 2023. Uma demonstração prática estará disponível no estande, permitindo que visitantes da América Latina tenham uma prévia do jogo e uma primeira olhada na cidade de New Eridu.
 
Marcelo Tavares, idealizador e CEO da Brasil Game Show, destaca a presença das desenvolvedoras de jogos nesta edição do evento. “O crescimento e a trajetória desses RPGs refletem o potencial e o alcance do mercado de jogos. ‘Genshin Impact’ rapidamente reuniu uma enorme comunidade global e, durante a edição do ano passado da BGS, vimos em primeira mão como os jogadores são apaixonados pelo jogo. Agora, será uma enorme satisfação poder trazer ao público brasileiro novos títulos como ‘Zenless Zone Zero’ que será lançado durante a feira.”
 

Além de poder se encantar com as possibilidades que os games podem oferecer, os visitantes do estande poderão desfrutar de diversas atividades e interações com diversos mundos criados para os fãs de RPG.

 
BGS 2023
 
Quando: 11 a 15 de outubro (1º dia exclusivo para imprensa e negócios, além dos portadores do Passaporte Premium e Passaporte Camarote)
Onde: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo/SP
Horário: das 13h às 21h
 
 
 
Ingressos – 3º lote – até 10/08 (40% de desconto em relação ao lote final)
 
 
 
Individual – 12 ou 13 de outubro (meia-entrada): R$ 119,40 Ingresso individual válido para 1 (um) dia escolhido (12 ou 13/10).  
 
Individual – 14 ou 15 de outubro (meia-entrada): R$ 179,40 Ingresso individual válido para 1 (um) dia escolhido (14 ou 15/10).  
 
Passaporte 12, 13, 14 e 15 de outubro (meia-entrada): R$ 538,20 Passaporte com 4 ingressos para os dias 12, 13, 14 e 15/10. (Leve 4 e pague 3).
 
Passaporte Premium (meia-entrada): R$ 839,40 Válido para todos os dias, incluindo dia exclusivo para imprensa. No dia 11/10, a entrada é realizada às 15h.
 
Passaporte Business (meia-entrada): R$ 839,40 Válido para todos os dias, incluindo o dia exclusivo para imprensa. No dia 11/10 a entrada é realizada às 15h. Dá acesso a área business. 
 
Camarote Dia Único: R$ 599,40 Ingresso camarote para 1 (um) dia escolhido. (12, 13, 14 ou 15/10). Dá acesso ao camarote e entrada 1h antecipada.
 
Passaporte Camarote: R$ 2.399,40 Passaporte com 5 ingressos camarote para os dias 11, 12, 13, 14 e 15/10. Dá acesso ao camarote, entrada 1h antecipada e um kit exclusivo. No dia 11/10, a entrada é realizada às 15h….